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01 março 2014
Capas/Cover Original VHS Video Tape Westerns no Brasil
Texas Adeus - Brasil
“Texas, Addio”
“Goodbye Texas / The Avenger – USA”
Produção Itália/Espanha 1966
Locações: Cinecittà - Titanus - Appia
Direção: Ferdinando Baldi
Música: Anton Garcia Abril & Don Powell
Interpretada por Don Powell “Texas Addio”
Fotografia: Enzo Barboni
História: Ferdinando Baldi e Franco Rossetti
Duração: 92 min
Co-Produção: B.R.C Produzioni Film-Roma & Estela Film-Madrid
Distribuição no Brasil: NWL - Studio T - Home Vídeo - Editora DT+
11 janeiro 2014
Mate Todos Eles E Volte Só
Ammazzali Tutti e Torna Solo
Kill
Them All and Come Back Alone - USA
Mate Todos Eles E Volte Só - Brasil
Produção: Itália/Espanha - 31 de Dezembro de 1968
Direção: Enzo G. Castellari (Enzo Girolami).
Musica: Francesco De Masi
Fotografia: Alejandro Ulloa
Duração: 100 minutos
Escrito: Tito Carpi, Enzo G. Castellari, Francesco Scardamaglia
e Joaquín Romero Hernández
Produção: Edmondo Amati e Maurizio Amati
Coo-Producão: Fida Cinematografica e Centauro Films
Edição: Tatiana Casini Morigi
Direção de acrobacias: Giorgio Ubaldi
Locações: Almería, Andalucía, Espanha
Chuck Connors - Clyde Mac Kay
Frank Wolff - Capitão Lynch
Franco Citti - Hoagy
Leo Anchóriz - Deker
Giovanni Cianfriglia (Ken Wood) - Blade
Alberto Dell'Acqua - Kid
Hércules Cortés - Bogard
Antonio Molino Rojo - Sargento
Furio Meniconi (Men Fury) - Buddy
Alfonso Rojas - Sargento Fronteira
John Bartha - Capitão do Campo de Prisioneiros
Sergio Citti - Soldado
Raul Lovecchio - Voz do Baladeiro
Osiride Pevarello - Soldado
Pietro Torrisi - Soldado
e com C. Fantoni e Ugo Adinolfi
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Them All and Come Back Alone - USA
Mate Todos Eles E Volte Só - Brasil
Produção: Itália/Espanha - 31 de Dezembro de 1968
Direção: Enzo G. Castellari (Enzo Girolami).
Musica: Francesco De Masi
Fotografia: Alejandro Ulloa
Duração: 100 minutos
Escrito: Tito Carpi, Enzo G. Castellari, Francesco Scardamaglia
e Joaquín Romero Hernández
Produção: Edmondo Amati e Maurizio Amati
Coo-Producão: Fida Cinematografica e Centauro Films
Edição: Tatiana Casini Morigi
Direção de acrobacias: Giorgio Ubaldi
Locações: Almería, Andalucía, Espanha
Chuck Connors - Clyde Mac Kay
Frank Wolff - Capitão Lynch
Franco Citti - Hoagy
Leo Anchóriz - Deker
Giovanni Cianfriglia (Ken Wood) - Blade
Alberto Dell'Acqua - Kid
Hércules Cortés - Bogard
Antonio Molino Rojo - Sargento
Furio Meniconi (Men Fury) - Buddy
Alfonso Rojas - Sargento Fronteira
John Bartha - Capitão do Campo de Prisioneiros
Sergio Citti - Soldado
Raul Lovecchio - Voz do Baladeiro
Osiride Pevarello - Soldado
Pietro Torrisi - Soldado
e com C. Fantoni e Ugo Adinolfi
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Mate Todos Eles E Volte Só (Ammazzali Tutti E Torna Solo), é um Euro Western dirigido pelo célebre Enzo G. Castellari “Keoma”, (Enzo Girolami).
Um dos melhores de Chuck Connors em sua breve passagem pela Europa em sua performance, deixa arestas duras como o caçador de recompensas Clyde Mac Kay contratado pelo comando do Exército do Sul como mentor do roubo de uma soma enorme do estoque de ouro do Exército do Norte confinado em uma fortaleza inexpugnável.
Infelizmente, a sua equipe de ladrões e bastardos profissionais para fazerem o trabalho:
Infelizmente, a sua equipe de ladrões e bastardos profissionais para fazerem o trabalho:
(Um atirador de facas “Blade”; Um especialista em dinamite “Deker”; O “ Kid” e um homem forte “Bogard”). Todos ainda menos confiável do que ele; Clyde Mac Kay, e que durante a realização do trabalho, todos entram em um êxtase de traições uns contra os outros em um clima de suspense e vingança entre eles mas só Clyde conhece um segredo: “O de retornar sozinho desta missão”.
O filme é todo ambientado durante o período da Guerra Civil Americana e os diretores de Art Design de Castellari para isso eram muito bons. O elenco inclui um grande ícone do Espaghetti Western, Frank Wolff (“Deus perdoa... eu não”, “Era uma vez no Oeste”, “O Grande Silêncio” e outros).
O filme é todo ambientado durante o período da Guerra Civil Americana e os diretores de Art Design de Castellari para isso eram muito bons. O elenco inclui um grande ícone do Espaghetti Western, Frank Wolff (“Deus perdoa... eu não”, “Era uma vez no Oeste”, “O Grande Silêncio” e outros).
Aqui Frank Wolff em uma performance de uma vilão maníaco.
Outros atores como, Leo Anchoriz “Los Desperados”, e Ken Wood (“Viva Django”, “Ringo e sua Pistola de Ouro”, “Adios Sabata” e “O Retorno de Sabata”, entre outros).
Aqui Ken Wood lembra um pouco um “Coltello” de Tomas Miliam de "O dia da Desforra” (The Big Gundown).
O co-roteirista Joaquin Romero Marchent, seria posteriormente o diretor de filmes como Por um punhado de Prata e Os 7 do Texas.
A grandiosa música “Gold”' é cantada por Raoul (Ettore Lovecchio) composta e dirigida por Francesco De Masi e sua Orquestra.
Música "Gold".
Aqui Ken Wood lembra um pouco um “Coltello” de Tomas Miliam de "O dia da Desforra” (The Big Gundown).
O co-roteirista Joaquin Romero Marchent, seria posteriormente o diretor de filmes como Por um punhado de Prata e Os 7 do Texas.
A grandiosa música “Gold”' é cantada por Raoul (Ettore Lovecchio) composta e dirigida por Francesco De Masi e sua Orquestra.
Música "Gold".
12 setembro 2011
O Matador de Aluguel - "Killer Calibre 32" - Especial Brasil
Killer Calibro 32“32 Caliber Killer - USA”
Produção: Itália 1967
Direção: Al Bradley (Alfonso Brescia)
Música: Robby Poitevin
Duração: 90 minutos
Fotografia: Bob Roberts
História: Lorenzo Gicca Palli
Produção Explorer Film ‘58Distribuição Original Brasil VHS: Cineart
Century Vídeo/Poderosa Filmes
Peter Lee Lawrence - Silver
Hélène Chanel (Sherill Morgan) – Doll/Doly
Agnès Spaak - Beth
Cole Kitosch (Alberto Dell´Acqua) - Spot
Jenny Slade (Lucy Skay) - Janet
Andrew Bosich (Andrea Bosic) - Averel
Mirko Ellis – Xerife Bear
Max Dean (Max Dan) - Jud
John Barth - Parker
Robert Stevenson – Jovem na carroça
Red Carter (Nello Pazzafini) - Fitch
Stephen Wilde – Velho homem do saloon
Mike Bolt (Michael Bolt) - Carruthers
Gregory West - Ramirez
Joseph Holls - Doctor
Giovanni Ivan Scratuglia - Jogador de Pôker
Silvio Bagolini e Claudio Ruffini
Onde você estava em Abril de 1967 quando este filme foi lançado?
"Killer Calibro 32" de Alfonso Brescia é discreto e simpático, embora não seja excepcionalmente um deslumbrante Spaghetti Western, pois não consegue deixar o espectador perder a atenção da história.
Não consegue ficar chato por um minuto e não deve ser desprezado pelos fãs do gênero. O filme não tem inovação nenhuma, ou muita imaginação, mas é uma boa história de um anti-herói, um assassino de aluguel, que nesse caso, é dirigido magistralmente, embora o filme não seja nenhuma obra-prima do western italiano.
Este sempre foi um filme que nunca saiu da prateleira da locadora. Sempre trazendo satisfação em ver Peter Lee Lawrence com seu rosto de criança empondo a justiça contra os mal feitores nas cidadezinhas indefesas do Velho Oeste.
É um pistoleiro assassino cheio de estilo contratado para limpar uma região infestada de bandidos.Dirigido por Alfonso Brescia, um diretor que chegou a fazer mais de cinquenta filmes, Peter Lee Lawrence é um pistoleiro “Matador de Aluguel” como no título que trabalha sob encomenda e seu preço não é variável. É sempre 1.000 dólares por cabeça, independente de quem for desde que seja um bandido. Suas balas de prata são especialmente usadas para esse fim.
É um personagem de nobre requinte de quem os seus inimigos jamais suspeitariam de sua frieza. É loiro de olhos azuis e trata mesmo seus inimigos com muita classe e orgulhosamente diz que só mata as pessoas que merecem morrer. Exige que o chamem de Sr. Silver e não somente de Silver.
Seu plano é simples, mas arriscado, ele finge ser bandido para despertar o interesse e a atenção deles. Para cumprir sua missão ele tem que colocar sua própria vida em risco.
Na primeira cena do filme, Silver começa mandando para o inferno um sádico coronel explorador de um garimpo que trata seus empregados mexicanos como escravos. Em uma noite de azar, Silver acaba matando um jogador trapaceiro durante uma partida de pôker e vai parar na cadeia mas sempre alegando a legítima defesa, acaba sempre livre pela justiça , pois só saca sua arma após seu desafiante. 
Depois de fazer um trabalho em uma pequena cidade, Silver é contratado pelos donos de um banco local para capturar o bando dos sete ladrões mascarados que assaltaram a diligência e levaram o dinheiro do banco de Carson City.
Uma gangue de bandidos que roubam constantemente as diligências, e que em sua última incursão matou todos os passageiros.
Em meio a seus clientes, os pobres trabalhadores mexicanos também querem que ele se livre de sádico latifundiário que vem escravizando-os; Um dono de saloon que precisa dele para matar um bandido brutal.
A bela Hélène Chanel, que interpreta "Dolly" a filha de uma vítima assassinada, também oferece um desempenho agradável que provocara certas insinuações por Silver.
O elenco, além disso, conta com Alberto Dell'Acqua, a quem os fãs Spaghetti Western lembram bem quando interpretou o irmão mais novo de Franco Nero em “Texas Addio” de Ferdinando Baldi de 1966.

Ao assistir pela primeira vez Killer Calibre 32, não tive tanta certeza de que Peter Lee Lawrence era o ator certo para desempenhar o papel de Silver (O Assassino de Contrato), uma vez que era ainda muito jovem (20 anos), no entanto, se saiu muito bem neste papel, e depois de ver o filme mudei minha opinião.
Aqui em seu terceiro filme rodado logo depois de “Por uns Dólares a mais” com o qual deve ter aprendido muito trabalhando tão pouco tempo com Leone.
Em “Killer” Os demais atores ajudaram com suas performances peculiares a tornar o filme dignos de suas menções. O que realmente gostei sobre “Killer” é o fato de Silver ser mesmo um anti-herói do começo ao fim, o seu olhar mostra isso, não dando preferencias e facilitações a quem quer que seja, mesmo feridos e caídos ninguém tem perdão.
A trilha sonora de Robby Poitevin também é muito boa, mais uma vez nos identificamos com músicas especiais e marcantes."Killer Calibre 32" é um Spaghetti consistente e divertido com uma boa dosagem de violência, nada espetacular, mas certamente um filme que os fãs do gênero sempre estarão tirando da prateleira pra dar uma relembrada.
Porque o ator Peter Lee Lawrence fez tão poucos filmes em sua carreira e, apesar de seu talento nato, não chegou ao completo estrelato, como muitos de seus colegas Anthony Steffen, Giuliano Gemma, Terence Hill, Franco Nero e outros contemporâneos seus? Falta de talento? Longe disso. Lawrence era um dos mais queridos rostos entre pistoleiros e foras-da-lei que o cinema europeu já produziu.
Peter Lee Lawrence era, na verdade alemão, nascido em 21 de fevereiro de 1945 na ilha Lindau, na região de Bodensee na Alemanha. Seu verdadeiro nome era Karl Hirenbach e começou bem no cinema no filme “Por uns dólares a mais” (1965) dirigido pelo respeitadíssimo Sergio Leone, diretor de clássicos como “Era uma Vez no Oeste e Era uma vez na América” entre outros.
Mesmo não tendo seu nome creditado, chamou a atenção por sua beleza natural que aparentava um tanto melancólica. Era loiro, feições que misturavam personalidades do rebelde ao carente no que facilitava aos diretores de incluírem-no em diversos personagens e em diversos papeis.
Sua carreira foi curta durante somente os nove anos em que trabalhou nos Westerns. Seus últimos trabalhos foram “Giorni d´amore sul filo di una lama” (1973), onde atuou com a atriz alemã Erica Blanc, com quem fez diversos filmes. No filme de terror “Bacio di una Morta” (1974) e no mesmo ano, sua aparição final em “Los Caballeros dei Botón de Ancla”.
Sua morte precoce ocorreu no dia 19 de abril de 1974, oficialmente por suicídio. Uma das teorias sobre sua morte diz que Lawrence teria tirado a própria vida, devido a um tumor no cérebro que ele já descobrira há algum tempo. Lawrence era casado com a atriz Crsitina Galbo, ultimamente professora de dança flamenca em universidades da Califórnia. Presto aqui minha homenagem a este grande ator que nos deixou grandes filmes em sua carreira e sempre será lembrado por seus fãs.
12 agosto 2010
ESTE HOMEM NÃO PODE MORRER
Guy Madson (19/01/1922*02/02/1996)
“I LUNGHI GIORNI DELL´ODIO”
“THIS MAN CAN´T DIE”
“LONG DAYS OF HATE - USA”
Produção 1966 Itália
Direção: Gianfranco Baldanello
Música: Amedeo Tommasi e Ennio Morricone
Sonorização de Massimo Loffredi
Duração: 91 min.
Fotografia: Claudio Cirillo
Edição: Alberto Gallitti
História: Luigi Emmanuele, Gino Mangini e Gianfranco Baldanello
Figurino de Maria Luisa Panaro
Decoração Set: Giorgio Giovannini e Emilio Zago
Estudios Elios – Roma
Produção Mercurio Film
Guy Madison - Martin Benson
Rik Battaglia - Vic Graham
Pietro Martellanza (Peter Martell) -Tony Guy
Lucienne Bridou - Susy Benson
Rosalba Neri - Melina - Garota de Martin
Anna Liotti - Jenny Benson/muda
Gioia Desideri - Lillian
Alberto Dell´Acqua - Daniel Benson
John Bartha - Xerife
Franco Gulà – Velho Joe
Franco Pesce - Barnaby
Jlse Scholzel - Sargento
Giovanni Ivan Scratuglia - Capitão
Fortunado Arena - Carl
Silvio Jachino, Attilio Dottesio, Gaetano Scala e Giovanni Querrel.
Um excelente eurowestern com Guy Madison talvez no seu melhor papel no Spaghetti Western sob a direção de Gianfranco Baldanello em seu terceiro Western Italiano como diretor do total de seis dirigidos. Um enredo simples com o famigerado latifundiário tomando as propriedades de pequenos agricultores.
Guy Madison é “Martin Benson”, um agente secreto do governo dos Estados Unidos que após ganhar a vida caçando contrabandistas de armas e de bebidas agora investiga os crimes na região.
Aqui, ele interpreta um pistoleiro de reputação duvidosa, que aceita a missão de rastrear os fornecedores de rifles para reservas indígenas no Texas onde seus pais foram mortos, irmã estuprada e agora unido ao seu irmão mais novo Daniel (Alberto Dell´Acqua) saem em busca de vingança. Para isso deve descobrir quem é o líder das mortes, torturas e saques, muito bem representado por Rik Battaglia no papel do chefão Vic Graham.
Quando Daniel Benson e sua irmã mais velha Susy (Lucienne Bridou de "Black Jack " ) chegam à fazenda, percebem que seus cavalos fugiram e um homem ferido está deitado em sua propriedade. Inicialmente, Daniel acredita que o homem ferido é um dos bandidos que mataram seus pais. Ele leva o homem a uma caverna e leva o Dr. Parker para atendê-lo. Enquanto isso, Vic Graham cobiça Susy , embora ela se recuse a ter qualquer envolvimento com ele. O bandido ferido é Tony Guy (Peter Martell) também agente do governo que passa o filme inteiro deitado com um ferimento de bala no peito.
Martin descobre o ponto de encontro entre os índios e os contrabandistas de armas de Graham. Sua habilidade com uma Winchester para explodir dois vagões cheios de munições é infalível em dois tiros certeiros.
É feito prisioneiro, mas ele escapa para dar continuidade a sua vingança. Guy Madson um pouco envelhecido para o papel, com barba por fazer, quase irreconhecível como no personagem de "Wild Bill Hickok " na série de TV americana que da década de 50, mas convincente para o Espaghetti Italiano. Em 1967 faria "bang Bang Kid" em um papel ridículo de "Bean Bullock" uma mistura de Feudo-Western.
No filme temos vários ingredientes pré-Leone como brutalidade, estupro, nudez, sangue, explosões, assassinatos de idosos, mas muito bem dosados sem os excessos de Leone.
Excelente uso de locações, um simples elenco mas com atuações muito bem colocadas em seus papéis. O diretor não poupou beleza; Muita mulher bonita.
" I Lunghi Giorni dell'odio " (Long Days of Hate -1967) , dirigido por Gianfranco Baldanello , que iria fazer o famoso " Black Jack " (1968), está acima da média do Espaghetti Western .
Embora não seja no mesmo nível como Leone, Corbucci de Castellari, este filme ainda mantém um clima muito bom, com excelentes cenas de ação, algumas brigas de bar, muito bem encenado, muito bem feito com bons tiroteios e confrontos. A data em que se passa a história está cuidadosamente registrada na cruz do cemitério “1870”.
Curioso também é a figura de um Velho mineiro com sua corneta (Franco Gulà) e com sua mula “Washington” que ao começo desmonta-a da sela com uma escada do lado esquerdo e ao final repentinamente surge do nada e sobe a escada do lado direito da mula (uma falha?), só pra melhorar a tomada da cena final do filme.
Um final bem planejado e diferente do habitual com o vilão morto na ponta de uma corda.
Baldanello , Emmanuele e Mangini contam uma história de cobiça , redenção e justiça de um ex-bandido tentando se redimir do passado com um enredo simples mas muito bem manipulado com a ajuda de uma boa edição de Alberto Gallitti e um cenário muito bem feito por Giorgio Giovannini e Emilio Zago.
Prestando atenção quando Martin Benson recebe uma caixa com as armas dos bandidos mortos por ele do capitão do exército (Giovanni Ivan Scratuglia de "Kill and Pray " ) na primeira cena do filme pode-se entender melhor o final.
Amedeo Tommasi e Morricone misturam influências na trilha sonora com guitarra elétrica dominante durante o filme e um tema com voz forte cativante com influência de Balada Pop.
Inicio do filme repentino com três cordas penduradas em uma forca e já se pode ouvir nos primeiros acordes da música uma fusão dos dois distintos estilos musicais destes maestros; “guitarra elétrica natural e trombone de vara se contrapondo”.
Para a época era pura inovação; um trabalho raro de se ouvir tendo em vista uma das únicas parcerias para um só filme na época. Tommasi deveria ter participado mais no Western. Seria mais um grande compositor e inovador.
As sequencias variáveis musicais baseadas no tema inicial principal ficaram muito boas, uma em especial é a típica música do “Piano-Saloon”.
Trechos de músicas de “Por um punhado de dólares” podem ser ouvidos no filme e percebe-se o sincronismo delas como era de costume de Morricone, “Fazer a música no tamanho da cena”.
Não há ligação entre as duas tramas aparentemente envolvidas pela música.
Assisti em preto e branco e fica muito bem fotografado. Esta cópia é parte de uma coletânea de nove "Spaghetti Westerns da produtora America St. Clair Vision". Este legendado em português.
Super-indicado aos fãs, principalmente para aqueles que estão fugindo dos efeitos especiais de hoje. Um filme difícil de se achar. Não possuo a trilha sonora completa e gostaria de saber quem possui.
“I LUNGHI GIORNI DELL´ODIO”
“THIS MAN CAN´T DIE”
“LONG DAYS OF HATE - USA”
Produção 1966 Itália
Direção: Gianfranco Baldanello
Música: Amedeo Tommasi e Ennio Morricone
Sonorização de Massimo Loffredi
Duração: 91 min.
Fotografia: Claudio Cirillo
Edição: Alberto Gallitti
História: Luigi Emmanuele, Gino Mangini e Gianfranco Baldanello
Figurino de Maria Luisa Panaro
Decoração Set: Giorgio Giovannini e Emilio Zago
Estudios Elios – Roma
Produção Mercurio Film
Guy Madison - Martin Benson
Rik Battaglia - Vic Graham
Pietro Martellanza (Peter Martell) -Tony Guy
Lucienne Bridou - Susy Benson
Rosalba Neri - Melina - Garota de Martin
Anna Liotti - Jenny Benson/muda
Gioia Desideri - Lillian
Alberto Dell´Acqua - Daniel Benson
John Bartha - Xerife
Franco Gulà – Velho Joe
Franco Pesce - Barnaby
Jlse Scholzel - Sargento
Giovanni Ivan Scratuglia - Capitão
Fortunado Arena - Carl
Silvio Jachino, Attilio Dottesio, Gaetano Scala e Giovanni Querrel.
Um excelente eurowestern com Guy Madison talvez no seu melhor papel no Spaghetti Western sob a direção de Gianfranco Baldanello em seu terceiro Western Italiano como diretor do total de seis dirigidos. Um enredo simples com o famigerado latifundiário tomando as propriedades de pequenos agricultores.
Guy Madison é “Martin Benson”, um agente secreto do governo dos Estados Unidos que após ganhar a vida caçando contrabandistas de armas e de bebidas agora investiga os crimes na região.
Aqui, ele interpreta um pistoleiro de reputação duvidosa, que aceita a missão de rastrear os fornecedores de rifles para reservas indígenas no Texas onde seus pais foram mortos, irmã estuprada e agora unido ao seu irmão mais novo Daniel (Alberto Dell´Acqua) saem em busca de vingança. Para isso deve descobrir quem é o líder das mortes, torturas e saques, muito bem representado por Rik Battaglia no papel do chefão Vic Graham.
Quando Daniel Benson e sua irmã mais velha Susy (Lucienne Bridou de "Black Jack " ) chegam à fazenda, percebem que seus cavalos fugiram e um homem ferido está deitado em sua propriedade. Inicialmente, Daniel acredita que o homem ferido é um dos bandidos que mataram seus pais. Ele leva o homem a uma caverna e leva o Dr. Parker para atendê-lo. Enquanto isso, Vic Graham cobiça Susy , embora ela se recuse a ter qualquer envolvimento com ele. O bandido ferido é Tony Guy (Peter Martell) também agente do governo que passa o filme inteiro deitado com um ferimento de bala no peito.
Martin descobre o ponto de encontro entre os índios e os contrabandistas de armas de Graham. Sua habilidade com uma Winchester para explodir dois vagões cheios de munições é infalível em dois tiros certeiros.
É feito prisioneiro, mas ele escapa para dar continuidade a sua vingança. Guy Madson um pouco envelhecido para o papel, com barba por fazer, quase irreconhecível como no personagem de "Wild Bill Hickok " na série de TV americana que da década de 50, mas convincente para o Espaghetti Italiano. Em 1967 faria "bang Bang Kid" em um papel ridículo de "Bean Bullock" uma mistura de Feudo-Western.
No filme temos vários ingredientes pré-Leone como brutalidade, estupro, nudez, sangue, explosões, assassinatos de idosos, mas muito bem dosados sem os excessos de Leone. Excelente uso de locações, um simples elenco mas com atuações muito bem colocadas em seus papéis. O diretor não poupou beleza; Muita mulher bonita.
" I Lunghi Giorni dell'odio " (Long Days of Hate -1967) , dirigido por Gianfranco Baldanello , que iria fazer o famoso " Black Jack " (1968), está acima da média do Espaghetti Western .
Embora não seja no mesmo nível como Leone, Corbucci de Castellari, este filme ainda mantém um clima muito bom, com excelentes cenas de ação, algumas brigas de bar, muito bem encenado, muito bem feito com bons tiroteios e confrontos. A data em que se passa a história está cuidadosamente registrada na cruz do cemitério “1870”.
Curioso também é a figura de um Velho mineiro com sua corneta (Franco Gulà) e com sua mula “Washington” que ao começo desmonta-a da sela com uma escada do lado esquerdo e ao final repentinamente surge do nada e sobe a escada do lado direito da mula (uma falha?), só pra melhorar a tomada da cena final do filme.
Um final bem planejado e diferente do habitual com o vilão morto na ponta de uma corda.
Baldanello , Emmanuele e Mangini contam uma história de cobiça , redenção e justiça de um ex-bandido tentando se redimir do passado com um enredo simples mas muito bem manipulado com a ajuda de uma boa edição de Alberto Gallitti e um cenário muito bem feito por Giorgio Giovannini e Emilio Zago.
Prestando atenção quando Martin Benson recebe uma caixa com as armas dos bandidos mortos por ele do capitão do exército (Giovanni Ivan Scratuglia de "Kill and Pray " ) na primeira cena do filme pode-se entender melhor o final.
Amedeo Tommasi e Morricone misturam influências na trilha sonora com guitarra elétrica dominante durante o filme e um tema com voz forte cativante com influência de Balada Pop.Inicio do filme repentino com três cordas penduradas em uma forca e já se pode ouvir nos primeiros acordes da música uma fusão dos dois distintos estilos musicais destes maestros; “guitarra elétrica natural e trombone de vara se contrapondo”.
Para a época era pura inovação; um trabalho raro de se ouvir tendo em vista uma das únicas parcerias para um só filme na época. Tommasi deveria ter participado mais no Western. Seria mais um grande compositor e inovador.
As sequencias variáveis musicais baseadas no tema inicial principal ficaram muito boas, uma em especial é a típica música do “Piano-Saloon”.
Trechos de músicas de “Por um punhado de dólares” podem ser ouvidos no filme e percebe-se o sincronismo delas como era de costume de Morricone, “Fazer a música no tamanho da cena”.
Não há ligação entre as duas tramas aparentemente envolvidas pela música.
Assisti em preto e branco e fica muito bem fotografado. Esta cópia é parte de uma coletânea de nove "Spaghetti Westerns da produtora America St. Clair Vision". Este legendado em português.
Super-indicado aos fãs, principalmente para aqueles que estão fugindo dos efeitos especiais de hoje. Um filme difícil de se achar. Não possuo a trilha sonora completa e gostaria de saber quem possui.
Versão áudio inglês legendado em português
24 junho 2010
TEXAS ADEUS 2

Elisa Montès/José Soarez/Livio Lorenzon
Tudo muito bem fotografado por Barboni que futuramente se tornaria Diretor e criador de Trinity.
Uma cidade sem lei. A única lei que impera é a lei da violência, do mais rápido no gatilho e a morte rápida é um meio de vida. Após muita luta e um cerrado tiroteio o confronto final é inevitável e inesquecível enquadrado por Enzo Barboni dando uma aula de como valorizar o cenário barroco de fundo, tal qual Sergio Leone.
Aqui o diretor Ferdinando Baldi usou o ator Franco Nero em plena forma em mais um personagem com as mesmas características de Django aproveitando-se do sucesso que o personagem fazia no momento. Em 1965 Franco Nero já havia feito o seu primeiro Western “Cinco pistolas com sede de sangue” (Gli uomini dal paso de Pesante) “ The Trampers” - USA) do diretor Mario Segui com elenco Ítalo-Americano.
Aqui o ator Franco Nero e seu “sobre-tudo-preto” fazendo o seu terceiro filme de 1966. Neste mesmo ano ele fez, Django, “Tempo de Massacre” (...Le cantarono la morte e fu...tempo di massacro) e Texas Adeus (Texas, Addio).
O filme seria perfeito se não fosse o boneco jogado do alto da colina após ser “morto” por Burt.
Hoje os efeitos digitais resolveriam o problema da cena, mas é por isso que o filme é Cult, faz parte de uma época de ouro que não voltará jamais, mas ocupou o seu espaço de respeitado.
TEXAS ADEUS

Alberto Dell´ Acqua/Franco Nero/Luigi Pistilli
“Texas, Addio”
“Goodbye Texas / The Avenger – USA”
Produção Itália/Espanha 1966
Locações: Cinecittà - Titanus - Appia
Direção: Ferdinando Baldi
Música: Anton Garcia Abril & Don Powell
Interpretada por Don Powell “Texas Addio”
Fotografia: Enzo Barboni
História: Ferdinando Baldi e Franco Rossetti
Duração: 92 min
Co-Produção: B.R.C Produzioni Film-Roma & Estela Film-Madrid
Distribuição no Brasil: NWL - Studio T - Home Vídeo - Editora DT+
Franco Nero – Burt Sullivan
Alberto Dell´Acqua (Cole Kitosch ) – Jim Sullivan
José Suarez – Cisco Delgao
Elisa Montés – Garota Mulata
José Guardiola - McLeod
Livio Lorenzon – Alcalde Miguel
Hugo Blanco - Pedro
Luigi Pistilli – Advogado Revolucionário
Gino Pernice – Empregado do Banco
Ivan Scratuglia - Dick
Silvana Bacci – Bar-girl
Remo de Angelis, Antonella Murgia, Mario Novelli e Antonio Moreno.
Ainda criança, o pequeno Burt Sullivan (Franco Nero) vê seu pai ser friamente assassinado e sua mãe cruelmente violentada por Cisco Delgado (José Suarez), um pistoleiro sádico e inescrupuloso. Os anos se passam e agora Burt é o xerife da cidade de Widow Rock e logo na cena inicial Burt põe fim a uma perseguição implacável entre dois encrenqueiros perturbadores da paz em sua cidade mostrando o seu respeito. Burt percebe que é chegado então o momento da vingança durante muito tempo alimentada pela lembrança da cena que o atormenta desde então.
Burt e seu irmão Jim (Alberto Dell´Acqua) partem do Texas para o México (por isso o título Texas Adeus) a procura de Cisco que vive em uma cidade que é uma espécie de Fortaleza dominada por ele e uma enorme gangue de bandidos. As cenas de luta na Taberna, a tortura de três camponeses na fazenda do Sr Cisco, Luigi Pistilli muito bom como Advogado e Líder de uma rebelião mexicana prestes a se iniciar.
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