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10 outubro 2018

A Última Estrela de Cinema “ The Last Movie Star” (2018) [Subtitle/Legenda ptbr.str.] Exclusiva


A Última Estrela de Cinema “ The Last Movie Star”
Produção: USA 2018
Diretor: Adam Rifkin
Elenco: Ariel Winter, Burt Reynolds, Chevy Chase
Duração: 94min

Burt Reynolds nasceu em Waycross, Geórgia em 11 de fevereiro de 1936 e faleceu em Júpiter, Flórida em 06 de setembro de 2018.
Ator norte-americano em que alguns de seus papéis memoráveis incluem Lewis Medlock em "Deliverance" [Amargo Pesadêlo], Bobby "Gator", McCluskey em "White Lightning", Paul Wrecking "Crewe em The Longest Yard", o treinador Nate Scarborough na refilmagem de 2005 de "The Longest Yard", Bo 'Bandit' Darville em "Smokey and the Bandit", J.J. McClure em "The Cannonball Run", a voz de Charlie B. Barkin em "All Dogs Go to Heaven", e Jack Horner em "Boogie Nights".

Foi uma das personalidades norte-americanas de televisão e cinema mais reconhecidas, com participação em mais de 90 filmes e 300 aparições na televisão e recebeu premiações por isso.
Em 2017 junto com seu amigo Chevy Chase, outra grande estrela de cinema consagrada da década de 80, participaram deste maravilhoso "The Last Movie Star", "A Última Estrela de Cinema", sem dublagem para o Brasil até agora e por ironia do destino Reynolds viria a falecer logo a estreia do filme. Mais uma homenagem ainda em vida feita a ele nessa produção.


Realização do conhecido argumentista Adam Rifkin, de 51 anos. Reynolds, com 82, vive uma estrela de cinema famosa no passado, hoje desconhecido das novas gerações e que também teve uma longa carreira de alegrias e lágrimas.

"Eu nunca consegui aquele papel de grande estrela, mas, sabe, existem bons atores e maus atores. Uns que perduram no tempo e outros que se perdem. Eu tive muita, muita sorte", e se consagrou pelo Óscar e vencedor de um Globo de Ouro em 1998, como ator secundário em "Boogie Nights" ("Jogos Sem Limites").

Para o realizador Adam Rifkin, conhecer Burt Reynolds, foi tudo o que esperava.
Um ídolo que fez a animação de uma geração nas telas de cinema e da TV, diz ele.

Burt Reynolds era realmente o que muitos jovens queriam ser na época de seu auge com seus filmes que misturavam comédia, romance e ação.

"The Last Movie Star" é o último e um belo filme dramático e ao mesmo divertido que reflete a vida de artistas que tem que lutar contra o envelhecimento tentando consertar erros e cumprir promessas feitas no passado.

A atriz Ariel Winter “Lil” dá um show de interpretação como uma jovem adolescente revoltada designada para acompanhar o ator Vic Edwards por um final de semana em Nashville para ser homenageado em um Festival de Cinema e os dois juntos compartilharão os seus defeitos e fracassos durante esse tempo.


A história mostra que apesar da velhice, doença e debilidade física muita coisa pode se aprender com um idoso e pode ser consertado antes da morte.

Burt estreou no cinema em 1961, no filme “Angel Baby” e em 1965 foi estimulado pelo amigo Clint Eastwood.
Burt aproveitou-se de sua fama na televisão para conseguir papéis principais em filmes estrangeiros de baixo orçamento.
Burt Reynolds e Sergio Corbucci nas locações de Navajo Joe (1966)

A primeira dessas participações foi na Itália no consagrado Espaghette Western “Navajo Joe”, de Sergio Corbucci [criador de Django] lançado em 1966.
Esses papéis estabeleceram Reynolds como um protagonista financiável em filmes, proporcionando-lhe papéis em filmes norte-americanos de grande orçamento.

Achei “A Última Estrela de Cinema” uma bela forma de homenageá-lo, assim como muitos atores e artistas que passam por esse momento na vida e resolvi elaborar uma legenda em português para o filme ser apreciado no Brasil e disponibilizo-a aqui no blog para download.
O filme está disponível no Torrent.

01 setembro 2018

Noi Non Siamo Angel "Não Somos Anjos" (Inédito Brasil) Subtitles/Legendas em Português Especial Brasil



Não Somos Anjos - Brasil (Inédito)
Noi non Siamo Angeli - Itália
We Are No Angels - USA, Filipinas
Nosotros no Somos Ángeles - Espanha
Dos Pillos a Trompada Limpia - Argentina
Wir Sind die Stärksten - Áustria  
Hvem Siger vi er Engle - Dinamarca         
Veijariveljekset - Finlândia
Trinita, Nous Voilà! - França
2 angeloudia Stin Kolasi - Grécia
Elate na sas Deiroume - Grécia
Ta 2 liontaria tis Kolaseos - Grécia
Não Somos Anjos - Portugal
Biz Melek Degiliz - Turquia
Wir Sind die Stärksten - Alemanha


Produção: Itália, 26 de Setembro de 1975
Diretor: Gianfranco Parolini (Frank Kremer)
Escrito: Abronio Corti e Gianfranco Parolini
Música: Sante Maria Romitelli    
Fotografia: Guglielmo Mancori  
Edição: Vincenzo Tomassi           
Duração: 92 minutos
Co Produção: Flaminia Produzioni Cinematografiche
Antonio Cantafora (Michael Coby) - Angel
Paul L. Smith (Paul Smith) - Raphael McDonald
Renato Cestiè    - Willy
Woody Strode   - Black Bull
John Ireland       - Mr. Scallywag Shark
Fiona Florence   - Linda Sutton
Evelin Kaye         - Evelyn Sutton
Franco Pesce      - Prof. Berberg
Fausta Avelli       - Polly
Augusto Funari - Slim, Gangue de Shark

Gangue de Shark:
Massimo Vanni, Giovanni Bonadonna, Franco Ukmar, Elio Bonadonna, Armando Bottin, Emilio Messina, Max Turilli, Artemio Antonini, Bruno Ariè, Antonio Basile, Franco Beltramme, Arnaldo Dell'Acqua e Vincenzo Maggio.
Amedeo Timpani - Prefeito
John Bartha - Xerife
Maria Tedeschi - Assistente do Prefeito
Angelo Boscariol - Popular
Nestore Cavaricci - Popular
Dolores Calò - Espectadora na luta de box
Ines Pellegrini - Espectadora na luta de box
Tony Casale - Ajudante nas apostas
Massimo Ciprari - Portador do vaso sanitário
Roberto Messina - Juiz da luta de box
Pino Locchi - Dublador da voz de Antonio Cantafora
e com Walter Villani Stefano Cedrati (Stefano Cedrato), Teresa Rossi Passante (Teresa Rossi Passanti).


Nunca havia assistido a esse filme por tratar-se de uma raridade e não ter sido exibido na TV Brasileira. Nem nos cinemas brasileiros se tem notícias apesar do grande sucesso que a dupla original Spencer-Hill fazia na época.

Os clones de Bud Spencer/Terrence Hill envolvem-se em lutas de box e em uma delas enganam um lutador negro para com o prêmio comprar um carro. 


Seu plano é usar o carro e competir e vencer uma corrida que lhe dará direito a uma concessão de transporte em uma cidade conhecida como Highfalls até a ferrovia mais próxima e que aparentemente os tornará ricos.
Pesquisando em uma mapa atual americano descobri que esta cidade fica entre os Estados da Geórgia e do Alabama, próximo a Atlanta. Não sei como Parolini conseguiu imaginar essa localidade mas enfim não mudaria em nada seu objetivo.


Há certamente romances amorosos, correrias para o banheiro provocadas por dores de barrigas, muita pancadaria,  bandidos mafiosos gordurosos e anacrônicos por toda parte, a tentativa de preservar um vaso sanitário intacto originário da evolução que chega a cidade e que é impossível de conseguir ficar inteiro.
O ator americano John Ireland passa desapercebido neste filme em poucas e insignificantes aparições com “Sr. Shark” o vilão corrupto perverso e dono da cidade.


Assim como nos filmes de Barboni, ninguém morre no filme, dando a possibilidade de facilidade de liberação da sensura para jovens e adolescentes irem ao cinema. Era mais um ingresso pago e mais lucro aos produtores. Uma jogada que deu certo na arrecadação, pois quando se matava laguém a sensura era rígida em muitos países.


Há também um inventor e cientista com mirabolantes engenhocas das quais os nossos protagonistas fazem uso com por exemplo as asas deltas para voarem na corrida.
Uma história e um roteiro bem originais com uma trama interessante bem temperada e mostra o lado de um partido progressista e outro conservador.
 

A trilha sonora poderia ser melhor mas consegue segurar o ritomo. Belos ângulos de câmera que eram uma marca de Parolini, criador de Sartana e Sabata.
Há um homem com uma cabeça e uma mão de ferro, e toda a desordem cúlmia em uma corrida típica na era do velho oeste entre calhambeques e carroças.
Descaradamente Spencer/Hill, são mais uma vez imitados por Coby/Smith com suas extremas semelhanças físicas mas Parolini usou a mesma receita de Barboni mas com esse não conseguiu o destaque que talvez tenha desejado na época.


Terence Hill e Bud Spencer são aqueles que revolucionaram o Wester Espaghetti com suas comédias pastelão em “O Chamam Trinity” não foi mesmo?
E com eles vieram as sequências da série Trinity que conseguiu muito êxito e tudo o que se produzia, fazia sucesso.

Em meio a isso, e uma dessas empresas cinematográficas da Europa teve a curiosa ideia de cloná-los.
O projeto foi tão audacioso que procuraram e encontraram os dois atores idênticos aos originais pela semelhança física.


Agora além de Hill e Spencer, você também encontraria outras aventuras, que não teriam nada a perder aos originai s em Michael Coby e Paul Smith e tudo basicamente com a mesma receita a não ser a nacionalidade deles.

Ao invéz de Trinity, Ferdinando Baldi, o diretor quando no lançamento dde seu primeiro filme da dupla juntamente com os distribuidores resolveram batizar o personagem de “Carambola, filotto… tutti no buca” assim como era conhecido o personagem Trinity de Enzo Barboni com a esperança de sucesso.
Não foi tão bem sucedido mas gerou uma sequência “Carambola” e parou por aí.
Michael Coby e Paul Smith protagonizaram varios outros filmes juntos em outras situações mas o cinema sofria uma decadência em virtude da televisão e saíram de cena também.


Uma trilha sonora com guitarras usando distorções típicas do psicodelismo usado na época nos filmes de espionagem e aventuras europeus. Sante Marie Romitelli exagera um pouco nisso mas também há harmonias românticas que envolvem as crianças e Raph (Paul Smith) e entre Evelin Keye (Evelyn) e Michael Coby (Angel).  Somente umas poucas músicas são ouvidas e muito repetidamente nas várias brigas e pancadarias do filme.   ”Múscia Tema Download”
 

Um destes trabalhos foi em que Coby protagonizou "Homem Supersônico" e Paul Smith com “Bluto” em uma adaptação fraca para "Popeye" e o cruel prefeito de "O expresso da meia-noite".

Resumindo esta matéria posso dizer que sobre A versão com áudio italiano que é a que conheci parece ser melhor que uma versão dublada em inglês porque a dublagem americana não conseguiu captar as piadas italianas e adaptá-las com perfeição ao inglês mas como diz o ditado “Uma imagem vale mais do que mil palavras”. 

Noi non Siamo Angeli - Áudio Italiano


Wir Sind die Stärksten - Áudio Alemão
” Estou disponibilizando neste link Subtitles/Legendas SRT no idioma Português (PTbr) para estes filmes com as versões com áudio Italiano e Alemão disponíveis no Youtube:”

Lembrando que a versão com áudio italiano possui 92 minutos de duração.
A verão com áudio alemão possui 78 minutos, portanto possui 15 minutos de cortes que faz com que o filme perca um pouco o sentido da história mas a legenda/subtitle que elaborei estão sincronizadas para ambas as versões com 25 fps (flames por segundo) de velocidade. As mesmas formatações para os filmes do Youtube.