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12 novembro 2018

Ennio Morricone - L'estasi dell'Oro (In Concerto - Venezia 10.11.07) 



Fan Sergio Garcia com foto da cena de "The Good, the Bad and the Ugly"
em Burgos, Espanha no local original da locação no Cemitério de Sad Hill.

06 novembro 2018

Meu nome é Thomas 2018 [Il Mio Nome è Thomas] A volta de Terence Hill "Exclusivo Brasil"


Meu nome é Thomas - Brasil
Il mio nome è Thomas - Itália
La Chiamavano Maryam - Espanha
Mein Name ist Somebody - Zwei Fäuste kehren zurück - Alemanha
Nevem: Thomas: Hungria

Produção, Itália e Espanha, 19 Abril 2018
Direção: Terence Hill
Escrito: Terence Hill e Luisa Tonon
Fotografia: Roberta Allegrini
Música: Pino Donaggio
Duração: 96 minutos
Locações: Almeria, Andalucia, Espanha
Co Produção: Paloma 4, Paloma Productions,Vivi Film
Produzido: Jess Hill
Edição: Luca Benedetti    

Terence Hill - Thomas
Veronica Bitto - Lucia
Eva Basteiro-Bertoli - Médica
Francesca Beggio - Maria
Guia Jelo - Zia Rosario
Andy Luotto - Prévio
Giovanni Malafronte - Camareira
Matt Patresi - Max
Cinzia Susino - Médica navio


De Trinity, Django, Don Matteo, Don Camillo e tantos outros personagens do cinema italiano. Terence Hill vem com o seu novo e mais recente trabalho de certa forma homenageando ao amigo Bud Spencer falecido em [1929 * 2016].

“The Called Maryam” ou para os latinos será lançado como "Meu Nome é Thomas [Il Mio Nome è Thomas] programado para 2018.

Está com 78 anos de idade, ainda indomável e com muitos projetos pra o futuro em andamento. Após o seu retorno para a TV no papel do personagem Don Matteo, lança a gora o seu mais novo longa filmado na Espanha relembrando as suas antigas locações onde trabalhou em vários Western Espaghetti que o consagrou mundialmente ao lado de Carlo Pedersoli [Bud Spencer].


Nascido em 1939, Venice, Veneto, Itália, Mario Girotti recebeu o pseudônimo de Terence Hill e em 29 de março completou 78 anos de idade.

Criado entre a Itália e a Alemanha, com olhos azuis e atlético, desempenhava bem qualquer papel no cinema, mas também os dramas de televisão, romances e musicais, mas foi mesmo após o filme "Deus Perdoa... Eu Não" um Espaghetti Wester que Girotti teve a verdadeira virada na sua vida.
Apelidado de Terence Hill, explodia o sucesso de Trinity e foi em meados de 1965 que conhece a sua esposa e seu amigo inesquecível Carlo Pedersoli mais conhecido com o nome artístico de Bud Spencer.


De 1957 a 1985 os dois atores deram vida a uma associação artística que deu vida a 16 filmes inesquecíveis lotando as salas de cinema nas matinês de todo o planeta.

Grande profissional, Terence além de seus imortais personagens, esteve sempre atualizado e capaz de de Renovar-se, e que após ter feito tanto sucesso no cinema, acabou sendo também um ícone da televisiva italiana.

Terence Hill conseguiu conquistar o coração do mundo e da própria Itália com seus personagens e suas histórias. O ator declara que Don Matteo ainda está vivo e que planeja uma nova temporada para ele que pretende começar a Rodá-la em maio de 2019.

Recentemente retorna agora como diretor, roteirista e ainda estrelou o filme intitulado "Meu Nome é Thomas", que deverá ser lançado em breve nos cinemas italianos e no mundo.

Quando Thomas leva sua Harley para os desertos da Espanha para um pouco de solidão e contemplação, ele conhece Lucia, uma jovem em apuros. Apesar de suas travessuras serem constantemente perturbadoras, é através de seu espírito especial, em última análise, que ele encontra a iluminação que estava procurando.


Na trilha sonora sensacional consta uma música tema de Franco Micalizzi "The World Under My Shoes” em duas versões sendo uma instrumental e outra vocal interpretada por Albert Douglas Meakin e com os fantásticos assovios de Alessandro Alessandroni tendo como a base harmoniosa de Trinity.                             

Segundo as prévias da critica internacional: "esse filme é muito lento, mostrando Lucia como uma mulher não-impática e nem conseguimos uma resposta antecipada sobre o porque dela estar viajando e se comporta como uma menina infantil e atrevida e nem se consegue saber ao certo o porque Thomas precisou de quatro anos para começar a sua viagem.

Durante este passeio, vamos conhecer insetos, animais e pássaros do deserto que mostra a falta de orçamento para o filme e, finalmente, vemos também a abençoada Virgem Maria vestindo uma roupa branca no deserto e trazendo tendências religiosas.

O filme só deixa o público confuso e desapontado. Os melhores momentos deste filme são, quando Terence Hill nos dá momentos reminiscentes em seu trabalho com Spencer, por exemplo: a mini cidade do Velho Oeste no deserto, mas apenas alguns bons momentos não fazem um bom filme."

Um trabalho que poderia ditar um ritmo melhor que é o que os fãs de Hill sempre encontraram em seus filmes, mas o importante mesmo é saber que ele ainda está em plena saúde e terá ainda outras oportunidades de nos brindar com outros trabalhos, é o que todos esperamos.
Esperemos o lançamento deste filme para assistir e tirar nossas próprias conclusões. Vida longa à Terence Hill.


Il Mio Nome è Thomas * Trailer Ofical do novo filme de Terence Hill 



Tema Musical "Il mio nome è Thomas" Lyrics

“The World Under My Shoes”
 New Team Music S.r.l. Lançado em 23 de Abril de 2018
Compositor e Arranjador: Franco Micalizzi
 Autor: Franco Micalizzi e Valentina Ducros
Intérprete: Albert Douglas Meakin e Alessandro Alessandroni
                             
Just packed my bags and took the right way,
I got the gist and now I know where I belong.
I love this world under my shoes,
the world under my shoes.

Of course, I look up to the sky, girl.
That's where I gaze at when my 
soul needs to believe.
But life's a teacher and I grew
in this world under my shoes.

Sun, wind or rain
Love is the way
Nothing's in vain
Even the pain can back away

So girl, don't cry, life's neverending,
the universe has given us a getaway.
'Cause resurrection is a claim
of soul that will remain.

I love to ride across the desert,
beside a river I feel life flow through my veins.

So let this freedom be my muse
like the world under my shoes.

Sun, wind or rain
Love is the way
Nothing's in vain
Even the pain can back away

Won't say that I don't feel afraid girl,
but love is stronger and I'm living day by day.
I swear to myself that's what I choose
like the world under my shoes.

Will pack my bags and take the right way,
let my heart lead me anywhere I see the truth.
I love this world under my shoes,
the world under my shoes.

Oiginal Soundtrack  2018 
New Team Music, Italien

01. The World under my Shoes (Instrumental) 4:12
02. The World under my Shoes (vocal) 4:28 



28 outubro 2018

Hundra - A Mulher Guerreira - Especial Brasil - Subtitle/Legenda Str Exclusiva

Hundra - A Mulher Guerreira - Brasil
Hundra - Espanha, USA
Warrior Queen - Alemanha
Hundra Barbaarikuningatar - Finlândia
Χάντρα, ο θηλυκός εκδικητής! - Grécia
Hundra l'ultima amazzone - Itália
Hubdra La Regina di Fuoco - Itália
Hundra: Barbarkvinnen - Noruega
Hundra barbarkvinnan - Suécia
Produção: 23 de Julho de 1983, Espanha e USA

Direção: Matt Cimber
Escrito: John F. Goff e Matt Cimber
Duração: 95 minutos
Fotografia: John Cabrera
Música: Ennio Morricone
Edição: Claudio M. Cutri)
Locações: Tabernas, Almería, Andalucía, Espanha
Co Produção: Continental Movie Productions, S.T.A.E. Productions

Elenco:
Laurene Landon - Hundra
Cihangir Gaffari (John Ghaffari) - Rei Nepakin
María Casal - Tracima
Ramiro Oliveros - Pateray
Luis Lorenzo - Rothrar
Tamara - Chrysula
Victor Gans - Landrazza
Cristina Torres - Shandrom
Bettina Brenner - Mãe de Hundra
Fernando Bilbao - Torente
Jorge Bosso - Gordozo
Fernando Martínez - Chefe do povoado
Frank Braña - Líder escravocrata
Eduardo Fajardo - Líder escravocrata
Alito Rodgers - Líder escravocrata
Román Ariznavarreta - Líder escravocrata
Kunio Kobayashi - Líder escravocrata
Guillermo Antón - Líder escravocrata

Não é um Western, mas é um filme que merece uma atenção especial aos amantes do cinema dos anos 80 por ser bem cultuado entre fãs do mundo inteiro. É um filme épico fantasia em que uma mulher nascida em uma tribo de ferozes mulheres guerreiras, [também conhecidas como "Amazonas", Hundra (Laurene Landon) foi criada para desprezar a influência dos homens.

Com um arco e flecha, sua espada e outras armas e truques, ela é superior a qualquer homem. Aconselhada pelos líderes da aldeia, ela deve procurar um homem para acasalar, ter filhos e fazer a sua parte para preservar a sua espécie viva.

Ela odeia homens: "Eu prefiro a sensação de um cavalo entre as minhas pernas do que a de porcos". Aqui é um "Conan Feminino", um épico de espada e feitiçaria de 1983 com muita ação e erotismo.

Ao retornar após um caça de alimentos, Hundra encontra sua aldeia aniquilada por bárbaros nômades escravocratas. Escravizam principalmente mulheres para seus serviços e desejos sexuais.

Confusa, apenas com seu cão como companhia vagando pelo, Hundra visita "Chrysula" uma sábia anciã descendente de seu povo que vive em um templo distante e isolado.

Esta mulher revela que ela está predestinada a reconstruir sua tribo. Hundra será capaz de cumprir o seu destino e deve encontrar um companheiro, mas para isso ela deverá aprender a se comportar como uma mulher, infiltrar-se entre os poderosos, antes de se tornar submissa e escrava para ao final executar sua vingança contra o Rei Napatkin (John Ghaffari) e acabar com seu reinado de tortura e escravidão.


Este gênero Épico de Fantasia ressurgiu nos anos 80, depois que filmes como "Fúria de Titãs (1981)" e "Conan, o Bárbaro (1982)" se tornaram sucessos de bilheteria. Portanto, é natural que outros surgissem na onda de sucesso desses filmes. Matt Cimber é um diretor que explora bem esse segmento e mostra isso em Hundra.
Já no início, o filme rapidamente salta para uma batalha sangrenta que define o enredo para o resto da aventura. Essa cena de ação é uma cópia perfeita de Conan, o Bárbaro, mas bem elaborada.

A ação às vezes é sangrenta e desoladora e muitas cabeças vão rolando na trajetória de Hundra. A atriz Lauren Landon faz um trabalho admirável interpretando Hundra, a mulher guerreira.

Ela parece confortável e convincente em todas as suas cenas de ação e é isso que realmente vende o personagem e a história que está sendo contada. Já o elenco um pouco tímido, mas fomentam a trama.
Um personagem feminino forte que mesmo sozinha sabe se manter viva em meio ao caos e a barbaridade de seu próprio tempo, enquanto guerreira.

Alta, impressionante, atleticamente imponente e também belíssima, Landon impressiona bastante ao público quando está girando sua espada de batalha assim com fez Schwarzenegger.

Mais tarde, outras heroínas semelhantes como "Red Sonja" e "Zena, a Princesa Guerreira", surgiriam graças a Hundra que abriu o caminho para elas.

Tabernas, Almería, Andalucía, na Espanha foram os locais para as locações e que apesar do baixo orçamento, escolhiam essas planícies para causar a impressão de grandiosidade e que geralmente eram bem sucedidos na ideia.

Sabe-se que o produtor John F. Goff, em 1983 comprou uma boa parte do figurino de “Conan, o Bárbaro” do cineasta Dino De Laurentis para a realização deste.


Hundra é um filme divertido, agradável, repleto de ação, carnificina, e a diferença aqui entre "Conan, o Bábaro", E Hundra é que o Deus adorado aqui é o Touro e não a Serpente.

Laurene Landon também esteve protagonizando a índia loira no Espaghetti Western "A Guerreira de Indiana Jones" (1984), também dirigido por Matt Cimber.
A música de Ennio Morricone aqui mais uma vez surpreende dando um pouco mais de requinte e brilho a obra.

Elaborei uma subtitle/legenda STR nos idiomas português e tcheco para a versão com áudio italiano disponível no Youtube com 25 fmp que disponibilizo para download para os leitores e seguidores deste blog.





SOUDTRACK HUNDRA ENNIO MORRICONE DISPONÍVEL EM:
 https://www.youtube.com/watch?v=GTqs0ufGrFA

Track List 
1 Chase 2:19 
2 Love Theme 3:17 
3 Hundra's War Theme 2:02 
4 The Magical Change 1:38 
 5 Slaughter In The Village 6:58 
 6 Chrysula, The Wise One 1:44 
 7 By The Sea 1:00 
8 The Wild Bunch 0:46 
 9 You're Free 1:29 
10 The Love Temple 0:55 
11 Bow To The Bull 0:51 
12 Hundra's Return 2:34 
13 The Defeat 1:25 
14 A Funny Man 2:59 
15 Hundra's Revenge 5:14

10 outubro 2018

A Última Estrela de Cinema “ The Last Movie Star” (2018) [Subtitle/Legenda ptbr.str.] Exclusiva


A Última Estrela de Cinema “ The Last Movie Star”
Produção: USA 2018
Diretor: Adam Rifkin
Elenco: Ariel Winter, Burt Reynolds, Chevy Chase
Duração: 94min

Burt Reynolds nasceu em Waycross, Geórgia em 11 de fevereiro de 1936 e faleceu em Júpiter, Flórida em 06 de setembro de 2018.
Ator norte-americano em que alguns de seus papéis memoráveis incluem Lewis Medlock em "Deliverance" [Amargo Pesadêlo], Bobby "Gator", McCluskey em "White Lightning", Paul Wrecking "Crewe em The Longest Yard", o treinador Nate Scarborough na refilmagem de 2005 de "The Longest Yard", Bo 'Bandit' Darville em "Smokey and the Bandit", J.J. McClure em "The Cannonball Run", a voz de Charlie B. Barkin em "All Dogs Go to Heaven", e Jack Horner em "Boogie Nights".

Foi uma das personalidades norte-americanas de televisão e cinema mais reconhecidas, com participação em mais de 90 filmes e 300 aparições na televisão e recebeu premiações por isso.
Em 2017 junto com seu amigo Chevy Chase, outra grande estrela de cinema consagrada da década de 80, participaram deste maravilhoso "The Last Movie Star", "A Última Estrela de Cinema", sem dublagem para o Brasil até agora e por ironia do destino Reynolds viria a falecer logo a estreia do filme. Mais uma homenagem ainda em vida feita a ele nessa produção.


Realização do conhecido argumentista Adam Rifkin, de 51 anos. Reynolds, com 82, vive uma estrela de cinema famosa no passado, hoje desconhecido das novas gerações e que também teve uma longa carreira de alegrias e lágrimas.

"Eu nunca consegui aquele papel de grande estrela, mas, sabe, existem bons atores e maus atores. Uns que perduram no tempo e outros que se perdem. Eu tive muita, muita sorte", e se consagrou pelo Óscar e vencedor de um Globo de Ouro em 1998, como ator secundário em "Boogie Nights" ("Jogos Sem Limites").

Para o realizador Adam Rifkin, conhecer Burt Reynolds, foi tudo o que esperava.
Um ídolo que fez a animação de uma geração nas telas de cinema e da TV, diz ele.

Burt Reynolds era realmente o que muitos jovens queriam ser na época de seu auge com seus filmes que misturavam comédia, romance e ação.

"The Last Movie Star" é o último e um belo filme dramático e ao mesmo divertido que reflete a vida de artistas que tem que lutar contra o envelhecimento tentando consertar erros e cumprir promessas feitas no passado.

A atriz Ariel Winter “Lil” dá um show de interpretação como uma jovem adolescente revoltada designada para acompanhar o ator Vic Edwards por um final de semana em Nashville para ser homenageado em um Festival de Cinema e os dois juntos compartilharão os seus defeitos e fracassos durante esse tempo.


A história mostra que apesar da velhice, doença e debilidade física muita coisa pode se aprender com um idoso e pode ser consertado antes da morte.

Burt estreou no cinema em 1961, no filme “Angel Baby” e em 1965 foi estimulado pelo amigo Clint Eastwood.
Burt aproveitou-se de sua fama na televisão para conseguir papéis principais em filmes estrangeiros de baixo orçamento.
Burt Reynolds e Sergio Corbucci nas locações de Navajo Joe (1966)

A primeira dessas participações foi na Itália no consagrado Espaghette Western “Navajo Joe”, de Sergio Corbucci [criador de Django] lançado em 1966.
Esses papéis estabeleceram Reynolds como um protagonista financiável em filmes, proporcionando-lhe papéis em filmes norte-americanos de grande orçamento.

Achei “A Última Estrela de Cinema” uma bela forma de homenageá-lo, assim como muitos atores e artistas que passam por esse momento na vida e resolvi elaborar uma legenda em português para o filme ser apreciado no Brasil e disponibilizo-a aqui no blog para download.
O filme está disponível no Torrent.

01 setembro 2018

Noi Non Siamo Angel "Não Somos Anjos" (Inédito Brasil) Subtitles/Legendas em Português Especial Brasil



Não Somos Anjos - Brasil (Inédito)
Noi non Siamo Angeli - Itália
We Are No Angels - USA, Filipinas
Nosotros no Somos Ángeles - Espanha
Dos Pillos a Trompada Limpia - Argentina
Wir Sind die Stärksten - Áustria  
Hvem Siger vi er Engle - Dinamarca         
Veijariveljekset - Finlândia
Trinita, Nous Voilà! - França
2 angeloudia Stin Kolasi - Grécia
Elate na sas Deiroume - Grécia
Ta 2 liontaria tis Kolaseos - Grécia
Não Somos Anjos - Portugal
Biz Melek Degiliz - Turquia
Wir Sind die Stärksten - Alemanha


Produção: Itália, 26 de Setembro de 1975
Diretor: Gianfranco Parolini (Frank Kremer)
Escrito: Abronio Corti e Gianfranco Parolini
Música: Sante Maria Romitelli    
Fotografia: Guglielmo Mancori  
Edição: Vincenzo Tomassi           
Duração: 92 minutos
Co Produção: Flaminia Produzioni Cinematografiche
Antonio Cantafora (Michael Coby) - Angel
Paul L. Smith (Paul Smith) - Raphael McDonald
Renato Cestiè    - Willy
Woody Strode   - Black Bull
John Ireland       - Mr. Scallywag Shark
Fiona Florence   - Linda Sutton
Evelin Kaye         - Evelyn Sutton
Franco Pesce      - Prof. Berberg
Fausta Avelli       - Polly
Augusto Funari - Slim, Gangue de Shark

Gangue de Shark:
Massimo Vanni, Giovanni Bonadonna, Franco Ukmar, Elio Bonadonna, Armando Bottin, Emilio Messina, Max Turilli, Artemio Antonini, Bruno Ariè, Antonio Basile, Franco Beltramme, Arnaldo Dell'Acqua e Vincenzo Maggio.
Amedeo Timpani - Prefeito
John Bartha - Xerife
Maria Tedeschi - Assistente do Prefeito
Angelo Boscariol - Popular
Nestore Cavaricci - Popular
Dolores Calò - Espectadora na luta de box
Ines Pellegrini - Espectadora na luta de box
Tony Casale - Ajudante nas apostas
Massimo Ciprari - Portador do vaso sanitário
Roberto Messina - Juiz da luta de box
Pino Locchi - Dublador da voz de Antonio Cantafora
e com Walter Villani Stefano Cedrati (Stefano Cedrato), Teresa Rossi Passante (Teresa Rossi Passanti).


Nunca havia assistido a esse filme por tratar-se de uma raridade e não ter sido exibido na TV Brasileira. Nem nos cinemas brasileiros se tem notícias apesar do grande sucesso que a dupla original Spencer-Hill fazia na época.

Os clones de Bud Spencer/Terrence Hill envolvem-se em lutas de box e em uma delas enganam um lutador negro para com o prêmio comprar um carro. 


Seu plano é usar o carro e competir e vencer uma corrida que lhe dará direito a uma concessão de transporte em uma cidade conhecida como Highfalls até a ferrovia mais próxima e que aparentemente os tornará ricos.
Pesquisando em uma mapa atual americano descobri que esta cidade fica entre os Estados da Geórgia e do Alabama, próximo a Atlanta. Não sei como Parolini conseguiu imaginar essa localidade mas enfim não mudaria em nada seu objetivo.


Há certamente romances amorosos, correrias para o banheiro provocadas por dores de barrigas, muita pancadaria,  bandidos mafiosos gordurosos e anacrônicos por toda parte, a tentativa de preservar um vaso sanitário intacto originário da evolução que chega a cidade e que é impossível de conseguir ficar inteiro.
O ator americano John Ireland passa desapercebido neste filme em poucas e insignificantes aparições com “Sr. Shark” o vilão corrupto perverso e dono da cidade.


Assim como nos filmes de Barboni, ninguém morre no filme, dando a possibilidade de facilidade de liberação da sensura para jovens e adolescentes irem ao cinema. Era mais um ingresso pago e mais lucro aos produtores. Uma jogada que deu certo na arrecadação, pois quando se matava laguém a sensura era rígida em muitos países.


Há também um inventor e cientista com mirabolantes engenhocas das quais os nossos protagonistas fazem uso com por exemplo as asas deltas para voarem na corrida.
Uma história e um roteiro bem originais com uma trama interessante bem temperada e mostra o lado de um partido progressista e outro conservador.
 

A trilha sonora poderia ser melhor mas consegue segurar o ritomo. Belos ângulos de câmera que eram uma marca de Parolini, criador de Sartana e Sabata.
Há um homem com uma cabeça e uma mão de ferro, e toda a desordem cúlmia em uma corrida típica na era do velho oeste entre calhambeques e carroças.
Descaradamente Spencer/Hill, são mais uma vez imitados por Coby/Smith com suas extremas semelhanças físicas mas Parolini usou a mesma receita de Barboni mas com esse não conseguiu o destaque que talvez tenha desejado na época.


Terence Hill e Bud Spencer são aqueles que revolucionaram o Wester Espaghetti com suas comédias pastelão em “O Chamam Trinity” não foi mesmo?
E com eles vieram as sequências da série Trinity que conseguiu muito êxito e tudo o que se produzia, fazia sucesso.

Em meio a isso, e uma dessas empresas cinematográficas da Europa teve a curiosa ideia de cloná-los.
O projeto foi tão audacioso que procuraram e encontraram os dois atores idênticos aos originais pela semelhança física.


Agora além de Hill e Spencer, você também encontraria outras aventuras, que não teriam nada a perder aos originai s em Michael Coby e Paul Smith e tudo basicamente com a mesma receita a não ser a nacionalidade deles.

Ao invéz de Trinity, Ferdinando Baldi, o diretor quando no lançamento dde seu primeiro filme da dupla juntamente com os distribuidores resolveram batizar o personagem de “Carambola, filotto… tutti no buca” assim como era conhecido o personagem Trinity de Enzo Barboni com a esperança de sucesso.
Não foi tão bem sucedido mas gerou uma sequência “Carambola” e parou por aí.
Michael Coby e Paul Smith protagonizaram varios outros filmes juntos em outras situações mas o cinema sofria uma decadência em virtude da televisão e saíram de cena também.


Uma trilha sonora com guitarras usando distorções típicas do psicodelismo usado na época nos filmes de espionagem e aventuras europeus. Sante Marie Romitelli exagera um pouco nisso mas também há harmonias românticas que envolvem as crianças e Raph (Paul Smith) e entre Evelin Keye (Evelyn) e Michael Coby (Angel).  Somente umas poucas músicas são ouvidas e muito repetidamente nas várias brigas e pancadarias do filme.   ”Múscia Tema Download”
 

Um destes trabalhos foi em que Coby protagonizou "Homem Supersônico" e Paul Smith com “Bluto” em uma adaptação fraca para "Popeye" e o cruel prefeito de "O expresso da meia-noite".

Resumindo esta matéria posso dizer que sobre A versão com áudio italiano que é a que conheci parece ser melhor que uma versão dublada em inglês porque a dublagem americana não conseguiu captar as piadas italianas e adaptá-las com perfeição ao inglês mas como diz o ditado “Uma imagem vale mais do que mil palavras”. 

Noi non Siamo Angeli - Áudio Italiano


Wir Sind die Stärksten - Áudio Alemão
” Estou disponibilizando neste link Subtitles/Legendas SRT no idioma Português (PTbr) para estes filmes com as versões com áudio Italiano e Alemão disponíveis no Youtube:”

Lembrando que a versão com áudio italiano possui 92 minutos de duração.
A verão com áudio alemão possui 78 minutos, portanto possui 15 minutos de cortes que faz com que o filme perca um pouco o sentido da história mas a legenda/subtitle que elaborei estão sincronizadas para ambas as versões com 25 fps (flames por segundo) de velocidade. As mesmas formatações para os filmes do Youtube.