O Conquistador de Atlântida - Brasil 01 Abril
de 1965 Itália
Il conquistatore di Atlantide - Itália
Goldocrack à la conquête de l'Atlantide -
França Kampf um Atlantis - Alemanha O megalyteros athlos tou Irakleous - Grécia Conquistador da Atlântida - Portugual Osvajac Atlantide - Sérvia El conquistador de la Atlántida - Espanha
Kingdom in the Sand - Reino Unido The Conqueror of Atlantis - USA
Produção: Itália 01 Abril de 1965 Direção: Alfonso Brescia Escrito: Alfonso Brescia,
Franco Cobianchi e
John Collins Fotogrfia: Fausto Rossi Música: Ugo Filippini Duração: 84 minutos Edição: Nella Nannuzzi Co Produção: Copro Film. Doina Cine, PCA, Roma Locações: Estúdio De Paolis, Rome, Lazio,
Itália
Kirk Morris: Heracles/Hércules Luciana Gilli: Virna Piero Lulli: Ramir Andrea Scotti: Karr Mahmoud El-Sabbaa: Assur Hélène Chanel: Rainha Ming Mohammed Tawfik: Omar Fortunato Arena: Grande Homem Fantasma de Ouro E com Caterina Trentini, Livia Rossetti e
Rinaldo Zamperla
Kirk Morris muito confiável como Héracles (ou Hércules, para variar.
Duas tribos nômades do deserto em guerra entre si (que estão sendo usadas por um terceiro grupo misterioso), comandados por uma rainha má, com seu exército de belas e exuberantes mulheres, um cientista maluco com um grupo de escravos zumbis em roupas inspiradas na série clássica de Star Trek, tem a cidade da Atlântida como cenário misturando: ação, aventura, fantasia e ficção.
Um "Peplum" bem divertido. Alguns seres mortos são trazidos à vida e são comandados como aparentes androides devido a um poder vindo de uma invenção do cientista através de uma luz mágica de Atlântida.
Surgindo em uma praia deserta como náufrago de sua missão na Grécia, Hércules é ajudado por uma tribo do deserto e não perde tempo em entrar no meio deste conflito entre as duas facções de nômades do deserto que estão em guerra e sendo atormentados por Fantasmas e sombras como são chamados. Hércules os ajudará, e claro também com interesse na rainha nômade do deserto.
O filme segue em um bom ritmo com muitas lutas para te manter ocupado e uma surpresa no segundo tempo que é
muito divertido e lança uma espécie de toque de ficção científica no processo.
Cenários coloridos bem ao estilo anos 60, fantasias e boas atuações, e você tem uma boa oportunidade de se lembrar das matinês.
Kirk Morris aqui está em seu melhor físico e mais uma vez será o herói invencível.
Como não existia nenhuma subtitle possível para este filme, elaborei uma tradução e uma subtitle/Legenda no idioma português no formato SRT para que outros cinéfilos possam conhecer a história e apreciá-lo também e estou disponibilizando-a para download aqui neste nosso espaço.
Os Super-Homens
Contra as Amazonas - Brasil/Portugal Superuomini, Superdonne, Superbotte
- Itália Super Stooges vs the Wonder Women - UK/USA/
Canadá
Los Locos
Superhombres del Karate - Espanha
Amazonernes Kamp
mod Supermændene - Dinamarca
Amatzonit - Finlândia
Fantastiset Taistelijat
- Finlândia
Supermen Contre
les Amazones - França
Supermänner Gegen
Amazonen - Alemanha
3 katapeltes
ta Kanoun Limpa - Grécia
Antipaloi
ston Erota kai ti Grothia - Grécia Amazons and Supermen - Hong
Kong/Noruega Supermen Against the Amazons - Hong
Kong San chao ren yu nu ba Wang - Hong
Kong アマゾネス対ドラゴン世紀の激突 - Japão
Amazons
Against Superman - Nova Zelândia
Las
'Amazonas' Contra los 'Superman' - Espanha Sie Hauen alle in die Pfanne -
Alemanah Barbarian Revenge - English Return of the Barbarian Women -
English
Produção, 11
de Abril de 1974, Itália, Hong Kong, USA.
Direção:
Alfonso Brescia (Al Bradley)
Escrito:
Aldo Crudo e Alfonso Brescia
Duração: 101
minutos
Música:
Franco Micalizzi
Fotografia:
Fausto Rossi
Co Produção:
A Erre Cinematografica e Shaw Brothers
Elenco: Aldo Canti
(Nick Jordan) - Aru/Pupilo de Dharma Marc Hannibal (Mark Hannibal) - Moog/Super-herói Africano
Hua Yueh -
Chung - Super-herói Asiático
Malisa Longo
- Mila - Rainha Amazona
Aldo Bufi
Landi - Dharma/O Mágico
Magda
Konopka - Beghina/Comandante Amazona
Genie Woods
- Amazona Kirsten Gille (Kirsten Gilles) -
Guerreira Superior
Riccardo
Pizzuti - Philones/Líder dos Tigres da Floresta Lynne Moody (Lynn Moody) -
Maira/Namorada de Moog Karen Yeh - May May Wong/Namorada de
Chung
Giacomo
Rizzo - Canicula/Ajudande de Philones/Tigre da Floresta
Almut Berg -
Amazona
Rita Botti -
Amazona
Omero
Capanna - Homem na tribo
Patrizia
Cianfanelli - Amazona
Sybilla
Barbara Hubner - Amazona
Domenico
Cianfriglia - Tigre da Floresta
Giovanni
Cianfriglia - Tigre da Floresta
Nadia Russeau
- Amazona
Carla
Mancini - Amazona
Nicoletta
Santovito - Amazona
Brigitte
Meyer - Amazona
Edith Shock
- Amazona
Angelika
Mühzdonfer - Amazona
Pina
Pietronigro - Amazona no rio
Franco Ukmar
- Artemio
Rosanne
Ratcliffe - Amazona
Nello
Pazzafini (Giovanni Pazzafini) - Matador de Aluguel
Dolores Calò
- Mulher na Multidão
Alba
Maiolini - Mulher na Multidão
Aldo
Valletti - Cameo
E com Luigi Ciavarro, Rosato Canti, Paolo Magalotti, Rocco Lerro, Marco Stefanelli, Alessandro Perrella, Pietro Torrisi, Gudrun Gundband e Jean-Pierre Clarain.
Nunca antes exibido no Brasil.
Três homens
com poderes sobrenaturais interferem em uma guerra tribal para combater o mal: Uma
tribo de Índias Amazonas Guerreiras e Selvagens que surgem escravizando os
habitantes de aldeias pacíficas.
Uma mistura de tudo que se possa imaginar para convergir em muita ação, aventura, comédia, ficção, fantasia no estilo super-heróis dos quadrinhos, incluindo até mesmo poderes sobrenaturais em meio a espadas e feitiçarias.
Sem dúvidas é um filme muito ruim e até tenho a sensação de que todos os envolvidos nele não sabiam realmente o que estavam fazendo.
Uma história com diálogos ridículos e que por esse motivo torna-o engraçado. mas ao que parece, o objetivo principal são as acrobacias de circo e as maravilhosas mulheres europeias semi nuas nas roupas das Amazonas vestidas com apenas duas peças.
A qualidade da imagem não é boa, mas ainda consegue-se assistir.
O diretor aparentemente seguindo rigorosamente uma das leis das Amazonas de guerrearem somente na mudança da lua, fez que a grande batalha final ficasse escura por ter sido filmada ao anoitecer e realmente percebe-se a falta de iluminação nas tomadas e o excesso de poeira nos set de filmagens também parece prejudicar em várias cenas, mas felizmente já existe uma cópia com áudio em inglês recuperada com imagens bem melhores.
Acredito que foi uma realização europeia de orçamento baixo, e tudo foi aproveitado logo na primeira tomada e assim foi editado.
Aqui, as Amazonas são consideradas guerreiras do mal com o objetivo de conquistarem a imortalidade do mestre Dharma e se apoderarem do fogo da chama eterna.
Não é mencionado a data e nem local em que se dá a história, mas imagina-se que seja em algum lugar ao sul da Europa, pelas roupas e cabelos loiros com semelhança a uma época viking.
Embora a simplicidade de tudo como foi feito, é mais uma relíquia de uma época em que esses filmes faziam sucesso na matinê dos cinemas.
Nos primeiros 10 minutos de filme, sentimos a sensação que desfrutaremos de um épico no estilo romano, vendo um exército de mulheres amazônicas lutando entre si por liderança das tribos e aos poucos descobriremos o porque do título com o surgimento de um herói chinês, um africano e o Dharma, um branco.
Você certamente pode testemunhar a influência dos grandes produtores de Hong Kong no cinema italiano daquela época em um filme produzido em colaboração com os poderosos estúdios Shaw Brothers.
Um elenco enorme, mas o foco são sempre cinco ou seis personagens em cenários selvagens, com figuras exóticas e malucas com sequências de lutas violentas e armas estranhas como arco e flecha, espadas, pedras e granadas tudo meio que fora de contexto, mas devemos levar em consideração que é uma fantasia e uma ficção.
Nem tudo está perdido se apreciarmos alguns ótimos trabalhos de acrobacias, lutas de kung fu bem ao estilo dos anos 70, com músicas de ritmo frenético.
A estrela dos Shaw Brothers, Yueh Hua, "Chung" o Super-herói asiático parece estar se divertindo do mesmo jeito em que estivesse em um de seus filmes em Honk Kong.
"Os Super-Homens Contra as Amazonas", é um filme de ação cômico que abriu espaço para as mulheres.
O herói negro Moog (Marc Hannibal), não gosta de ser interrompido quando está comendo e há o garoto branco Aldo Canti (Nick Jordan), Aru, vaidoso que tem um templo e um trono entre duas montanhas e tem prazer em fazer acrobacias quando está em combate.
Os tanques de guerra blindados primitivos são bem originais e engraçados visto que conseguem intimidar e reprimir alguns grupos de Amazonas.
Embora a impressão de ser um filme de "ação" sério e vibrante, com lutas sangrentas e produção humilde, o tom e a coreografia das sequências de tudo tende à comédia pastelão.
Há uma bela música dramática nas batalhas. Uma mistura do tema de “Navajo Joe e God’s Gun.”
Há também em meio a tudo, insinuações românticas entre os três heróis e suas namoradas.
O roteiro parece até ter sido inspirado em Zorro, o espadachim, que passava a sua herança de herói de pai para filho.
Torna-se mais um filme épico pela sua má execução.
Esta é mais uma pérola do cinema em que me interessei voluntariamente em traduzir e elaborar uma legenda/subtitle SRT no idioma português para que outros interessados possam conhecê-lo e estou disponibilizando com exclusividade aqui neste nosso blog para download.
Co Produção: Pegaso Cinematpgrafica e Silpal Cinematografica
Distribuição original nos cinemas brasileiros pela Condor
Filmes
Glenn
Saxson - Agente Federal Grant/Xerife Clem Harrison/Red Harrison
Gordon
Mitchell - Donkey/Morgan Pitt
Renato
Baldini (King Mac Queen) - Prefeito Johnson
Philippe
Hersent - Norton Carradine [um braço só]
Nello
Pazzafini - Alan Adams
John Bartha
(Jhon Bartha) - Tex Thomas
Ferruccio
Viotti - Doutor David Logan
Mirella
Pamphili (Mirella Pompili) - Mary Ryan
Evar Maran
- Frank Ryan
Antonio
Monselesan - Tappman
Spartaco
Conversi - Xerife Brown
Mavie
Bardanzellu (Mavì) - Katie Simpson
Edgardo
Siroli - Billy Ryan
Lucio Rosato - Bishop
Paolo Magalotti - Garrett
Roberto Messina - Bill Ryan
E com Fortunato Arena, Edmea Lisi e Edmund Lista
Faroeste italiano de diretor experiente no gênero (O Colt éMinha LEi e Killer, Calibre 32 e outros).
Agricultores e Pastores em Hounstonville no Texas abalados por uma guerra, estão em luta.
Os pecuaristas tendo o banco a seu favor rejeitam empréstimos aos agricultores e tentam forçar a sua saída da região para ocuparem-na com suas pastagens.
É para lá que se dirige um agente federal contratado por um juiz, “Red Harrison é o nome dele”, (Glenn saxon), que se faz passar por bobo junto com um outro agente federal disfarçado de bandido (Gordon Mitchell) mas tem também em seu caminho o pistoleiro “Il Mulo” [Milet] e seu bando que promovem assassinados colocando a região num clima de caos e matanças.
Ao invés de ser imparcial, no que decepciona os fazendeiros que ficam apenas com o apoio de uma professora e do médico local.
Quando as duas facções entram em conflito, o agente se vê forçado a tomar uma decisão, que é a mais surpreendente possível.
Um cult que perde um pouco na originalidade e incapaz de alcançar o nível de de outros feitos pelo diretor Alfonso Brescia mas mesmo assim tem o seu toque barroco básico que normalmente conduzia seus filmes.
Interessante ver Glenn Saxson e Gordon Mitchell juntos do lado da lei, presenças regulares em muitos filmes do Eurowestern e aqui com elenco muito experiente no assunto.
A atriz Mavie Bardanzellu (Mavì) como Katie Simpson num bom papel da cínica e arrogante ambiciosa lembra muito nieves Navarro em “La Resa Dei Conti” [O Dia da desforra – Brasil].
Curiosamente escrito por uma personalidade como Aldo Lado que escreveu filmes como "The Child" em 1972 e "Last Stop on the Night Train" 1975, tem aqui seu nome creditado num filme basicamente obscuro.
Exibido originalmente nos cinemas brasileiros como “O Linchamento”.
Só para matar a saudade do cinema da década de 60.
Links Disponível na Web em 3 partes para Download:
Formato AVI/Xvid
Ripped da TV
Tamanho: 815 Mb
720 x 480 pixels
Áudio Português/Mpeg/Mp3
Killer Calibro 32
“32 Caliber Killer - USA”
Produção: Itália 1967
Direção: Al Bradley (Alfonso Brescia)
Música: Robby Poitevin
Duração: 90 minutos
Fotografia: Bob Roberts
História: Lorenzo Gicca Palli Produção Explorer Film ‘58
Distribuição Original Brasil VHS: Cineart
Century Vídeo/Poderosa Filmes
Peter Lee Lawrence - Silver
Hélène Chanel (Sherill Morgan) – Doll/Doly
Agnès Spaak - Beth
Cole Kitosch (Alberto Dell´Acqua) - Spot
Jenny Slade (Lucy Skay) - Janet
Andrew Bosich (Andrea Bosic) - Averel
Mirko Ellis – Xerife Bear
Max Dean (Max Dan) - Jud
John Barth - Parker
Robert Stevenson – Jovem na carroça
Red Carter (Nello Pazzafini) - Fitch
Stephen Wilde – Velho homem do saloon
Mike Bolt (Michael Bolt) - Carruthers
Gregory West - Ramirez
Joseph Holls - Doctor
Giovanni Ivan Scratuglia - Jogador de Pôker
Silvio Bagolini e Claudio Ruffini
Onde você estava em Abril de 1967 quando este filme foi lançado?
"Killer Calibro 32" de Alfonso Brescia é discreto e simpático, embora não seja excepcionalmente um deslumbrante Spaghetti Western, pois não consegue deixar o espectador perder a atenção da história.
Não consegue ficar chato por um minuto e não deve ser desprezado pelos fãs do gênero. O filme não tem inovação nenhuma, ou muita imaginação, mas é uma boa história de um anti-herói, um assassino de aluguel, que nesse caso, é dirigido magistralmente, embora o filme não seja nenhuma obra-prima do western italiano.
Este sempre foi um filme que nunca saiu da prateleira da locadora. Sempre trazendo satisfação em ver Peter Lee Lawrence com seu rosto de criança empondo a justiça contra os mal feitores nas cidadezinhas indefesas do Velho Oeste. É um pistoleiro assassino cheio de estilo contratado para limpar uma região infestada de bandidos.
Dirigido por Alfonso Brescia, um diretor que chegou a fazer mais de cinquenta filmes, Peter Lee Lawrence é um pistoleiro “Matador de Aluguel” como no título que trabalha sob encomenda e seu preço não é variável. É sempre 1.000 dólares por cabeça, independente de quem for desde que seja um bandido. Suas balas de prata são especialmente usadas para esse fim.
É um personagem de nobre requinte de quem os seus inimigos jamais suspeitariam de sua frieza. É loiro de olhos azuis e trata mesmo seus inimigos com muita classe e orgulhosamente diz que só mata as pessoas que merecem morrer. Exige que o chamem de Sr. Silver e não somente de Silver.
Seu plano é simples, mas arriscado, ele finge ser bandido para despertar o interesse e a atenção deles. Para cumprir sua missão ele tem que colocar sua própria vida em risco.
Na primeira cena do filme, Silver começa mandando para o inferno um sádico coronel explorador de um garimpo que trata seus empregados mexicanos como escravos. Em uma noite de azar, Silver acaba matando um jogador trapaceiro durante uma partida de pôker e vai parar na cadeia mas sempre alegando a legítima defesa, acaba sempre livre pela justiça , pois só saca sua arma após seu desafiante.
Depois de fazer um trabalho em uma pequena cidade, Silver é contratado pelos donos de um banco local para capturar o bando dos sete ladrões mascarados que assaltaram a diligência e levaram o dinheiro do banco de Carson City.
Uma gangue de bandidos que roubam constantemente as diligências, e que em sua última incursão matou todos os passageiros.
Em meio a seus clientes, os pobres trabalhadores mexicanos também querem que ele se livre de sádico latifundiário que vem escravizando-os; Um dono de saloon que precisa dele para matar um bandido brutal.
A bela Hélène Chanel, que interpreta "Dolly" a filha de uma vítima assassinada, também oferece um desempenho agradável que provocara certas insinuações por Silver.
O elenco, além disso, conta com Alberto Dell'Acqua, a quem os fãs Spaghetti Western lembram bem quando interpretou o irmão mais novo de Franco Nero em “Texas Addio” de Ferdinando Baldi de 1966.
Ao assistir pela primeira vez Killer Calibre 32, não tive tanta certeza de que Peter Lee Lawrence era o ator certo para desempenhar o papel de Silver (O Assassino de Contrato), uma vez que era ainda muito jovem (20 anos), no entanto, se saiu muito bem neste papel, e depois de ver o filme mudei minha opinião.
Aqui em seu terceiro filme rodado logo depois de “Por uns Dólares a mais” com o qual deve ter aprendido muito trabalhando tão pouco tempo com Leone.
Em “Killer” Os demais atores ajudaram com suas performances peculiares a tornar o filme dignos de suas menções. O que realmente gostei sobre “Killer” é o fato de Silver ser mesmo um anti-herói do começo ao fim, o seu olhar mostra isso, não dando preferencias e facilitações a quem quer que seja, mesmo feridos e caídos ninguém tem perdão.
A trilha sonora de Robby Poitevin também é muito boa, mais uma vez nos identificamos com músicas especiais e marcantes.
"Killer Calibre 32" é um Spaghetti consistente e divertido com uma boa dosagem de violência, nada espetacular, mas certamente um filme que os fãs do gênero sempre estarão tirando da prateleira pra dar uma relembrada.
Porque o ator Peter Lee Lawrence fez tão poucos filmes em sua carreira e, apesar de seu talento nato, não chegou ao completo estrelato, como muitos de seus colegas Anthony Steffen, Giuliano Gemma, Terence Hill, Franco Nero e outros contemporâneos seus? Falta de talento? Longe disso. Lawrence era um dos mais queridos rostos entre pistoleiros e foras-da-lei que o cinema europeu já produziu.
Peter Lee Lawrence era, na verdade alemão, nascido em 21 de fevereiro de 1945 na ilha Lindau, na região de Bodensee na Alemanha. Seu verdadeiro nome era Karl Hirenbach e começou bem no cinema no filme “Por uns dólares a mais” (1965) dirigido pelo respeitadíssimo Sergio Leone, diretor de clássicos como “Era uma Vez no Oeste e Era uma vez na América” entre outros.
Mesmo não tendo seu nome creditado, chamou a atenção por sua beleza natural que aparentava um tanto melancólica. Era loiro, feições que misturavam personalidades do rebelde ao carente no que facilitava aos diretores de incluírem-no em diversos personagens e em diversos papeis.
Sua carreira foi curta durante somente os nove anos em que trabalhou nos Westerns. Seus últimos trabalhos foram “Giorni d´amore sul filo di una lama” (1973), onde atuou com a atriz alemã Erica Blanc, com quem fez diversos filmes. No filme de terror “Bacio di una Morta” (1974) e no mesmo ano, sua aparição final em “Los Caballeros dei Botón de Ancla”.
Sua morte precoce ocorreu no dia 19 de abril de 1974, oficialmente por suicídio. Uma das teorias sobre sua morte diz que Lawrence teria tirado a própria vida, devido a um tumor no cérebro que ele já descobrira há algum tempo. Lawrence era casado com a atriz Crsitina Galbo, ultimamente professora de dança flamenca em universidades da Califórnia. Presto aqui minha homenagem a este grande ator que nos deixou grandes filmes em sua carreira e sempre será lembrado por seus fãs.
Brasil: O Matador de Aluguel
Espaghetti Western - Itália 1967
Produtora: Explorer Film' 58
Direção: Alfonso Brescia
Tamanho: 698 MB
Formato: DVDrip / Avi
Áudio: Dublagem em Português Clássico - Bang Bang à Italiana" - Brasil
ELENCO: Peter Lee Lawrence, Sherill Morgan, Agnès Spaak, Cole Kitosch, Lucy Skay, Andrey Bosic, Mirko Ellis,Max Dean, John Bartha, Robert Steevenson, Red Carter, Stephen Wilde, Mike Bolt, Gregory Weste e Joseph Holls.
Silver (Peter Lee Lawrence) é um pistoleiro contratado para capturar os ladrões que assaltaram a diligência e levaram o dinheiro do banco. Seu plano é simples, mas arriscado: ele finge ser bandido para despertar a atenção dos ladrões. Também lançado em VHS com o título ''Killer Calibre 32''.