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22 janeiro 2020

Black Talisman "John Ericson" [Testa o Croce-1969] Subtitles/Legendas Inéditas PTBR STR exclusivas [Especial Brasil]


Black Talisman - Brasil
Testa o Croce - Itália
Force of Evil - Canadá
La Dernière Balle à Pile ou Face - França
Cara o Cruz - México
Tails You Lose/Heads or Tails - USA
Blutrache Einer Geschändeten - Alemanha

Produção: Itália, 04 Junho de 1969 
Direção: Piero Pierotti
Escrito: Piero Pierotti
Fotografia: Fausto Zuccoli
Duração: 95 minutos
Música: Carlo Savina Tema "Arizona Is Waiting"
Composta por Carlo Savina e Don Powell
Intérprete: Raul Lovecchio (Raoul)
Edição: Jolanda Benvenuti
Locações: Tirrenia Studios, Tirrenia, Tuscany, Itália
Co Produção: Golden Gate Film, Romana Film e Tirrenia Film


John Ericson - Bill Abilene/William Hunter
Spela Rozin (Sheyla Rosin) - Shanda Lee
Franco Lantieri - Xerife
Daniela Surina - Sybille Burton
Edwige Fenech - Manuela
Isarco Ravaioli - Ajudante do xerife/Hold
Pinuccio Ardia - Miserere/Coveiro/Barbeiro
Ugo Pagliai - Roland Burton/Banqueiro
Dada Gallotti - Lilly
Loris Gizzi - Boca de Rosa
Maria Teresa Piaggio - Irmã Phils
Pasquale Basile - Will Bears/Caçador de Ursos
Silvana Bacci - Índia Minoa
Franco Daddi - Ajudante do xerife/Red
Antonietta Fiorito - Prostituta com a faca
Renato Navarrini - Doutor
Teodoro Corrà - Índio Serpente
Gilberto Galimberti - Provoca Shanda no saloon


É um tradicional Western Espaghetti sobre um fora da lei fazendo o bem resgatando uma dançarina estuprada e espancada que eventualmente se apaixona por ele.

A viúva de um banqueiro assassinado, a enhora "Sybille" acrescenta muito suspense. Loucas mórmons fanáticas transbordam ódio pelas meninas que trabalham no Sallon Crazy Horse gerenciado pelo gerente e cafetão Bocca di Rosa (Loris Gizzi) na pequena cidade de Plata City no Arizona.

O diretor, Piero Pierotti, além de escrever também a história tenta por suspense no filme e até que funciona.


Sybille, a honorável e corrompida esposa do banqueiro Roland Burton (Ugo Pagliai) que o assassina e consegue através de seus planos culpar a garota do bar, Shanda Lee (a belíssima Spela Rozin) pelo ato, assim Shanda é quase morta por três bandidos, mas sua vida é salva pelo solitário Will Abilene Hunter (John Ericson) que vive escondido e foragido em uma cidade fantasma em companhia de um casal de índios.


Após sentir uma atração pela mulher que resgatou no deserto, quase morta e cuidar dela por um tempo até a sua recuperação, Will vai para à cidade disfarçado como um jogador profissional, e adota o nome de Bill Abilene, para investigar o caso do porque terem tentado assassinar Shanda, encontrar os três bandidos e vingar o abuso desta garçonete.

Atores sem muito brilho e atuações somente coadjuvantes. Ritmo lento, excesso de diálogo e com muitas mulheres. A maioria das cenas filmadas em ambientes fechados em estúdio.

Não tem a atmosfera típica de costume. Aqui há um bandido silencioso que cavalga solitário de passagem por um lugar tentando impor uma imagem de herói a sí mesmo.

O diretor não filmou muito nesta região, exceto um filme do Zorro. O nome de Edwige Fenech aparece em destaque na produção em alguns DVDs, porque ela se tornaria uma estrela muito famosa logo depois, mas ela aqui com vinte anos de idade é apenas a número três no elenco feminino.



O bravo John Ericson apelidado aqui de Black Talisman e Bill Abilene parece não demonstrar muito interesse em seu papel no entanto essa parte é compensada pela quantidade de belas atrizes extraordinariamente belas e sexys para um Espaghetti:


A atriz eslovena Spela Rozin faz o papel de Shanda, a prostituta espancada e estuprada que proporciona cabelos ruivos e olhos azuis com grande efeito e depois há Sybille, a viúva negra, interpretada por Daniela Surina como uma sedutora sem remorso que é a viúva do banqueiro com evidentes impulsos sadomasoquistas.

Edwige Fenech é a jovem prostituta vingativa e ainda canta no filme. Dada Gallotti é a prostituta fugitiva que aparece por apenas um minuto na tela e temos ainda Silvana Bacci.


É um filme desconhecido de muitos, mas é bastante original em seu conteúdo. Não é um ótimo filme, mas interessante, por ter um roteiro incomum para este seguimento. É um Espaghetti Western que difere um pouco da massa anônima das obras do gênero pela veia mórbida erótica que se arrasta até um final trágico e doloroso.

É um filme de orçamento pobre assim como a maioria deles. Uma história que mistura a vingança clássica do western em uma atmosfera fria.



A trilha sonora é um ponto forte neste filme, destacando-se a canção vocal de abertura "Arizona Is Waiting", Composta por Carlo Savina e Don Powell e Interpretada por Raul Lovecchio (Raoul), icônico cantor dos temas clássicos nos Espaghetti Westerns na qual com a parceria e ajuda do amigo Tom Betts, conseguimos extrair a letra e editá-la aqui para conhecimento de todos os apaixonados por estas canções europeias.


Filmado por Piero Pierotti, diretor pouco conhecido na pequena região rural da Toscana, Itália.
Foi o último filme produzido pelo histórico Estúdio Tirrenia próximo à cidade de Pisa e como de costume foi mais um filme que atravessou o Atlântico para ser mais um a fazer sucesso nas bilheterias das Américas.

Nota-se locações em cidades fantasmas com a vegetação elevada e as construções destruídas e abandonadas naturalmente, pois este filme já estava sendo filmado em um estúdio degradado pelo tempo e que encerrava as suas atividades cinematográficas.
 



No elenco masculino notamos as aparições de Ugo Pagliai como um elegante banqueiro, Franco Lantieri como um xerife sagaz, do grandalhão e forte Pasquale Basile como caçador de ursos e da figura pitoresca do gentil coveiro e barbeio Miserere (Pinuccio Ardia).

Elaborei a tradução e uma subtitle/Legenda SRT em português para essa versão italiana de boa qualidade e para a versão com áudio em inglês, ambas disponibilizadas recentemente no Youtube para que outros fãs a desfrutem.


 Versão com áudio italiano Youtube

Versão com áudio Inglês:
https://www.youtube.com/watch?v=Fkq1Y2MzzH0

“Black Talisman (1969) Subtitles/Legendas Português Brasil.str exclusiva para versões com áudio Italiano e Inglês download”

MÚSICA TEMA DO FILME INÉDITA
Testa o Croce
"Arizona is waiting"
(Testa o Croce Theme)
Música: Carlos Savina e Don Powell
Intérprete: Raoul Lovecchio

Arizona is waiting there
Over mountains, beneath the sun
Someday, I’ll find away
And I’ll leave you behind
All of my dreams
But now you’re calling me

Over canyons where rivers flow
Where the mountains
Are white with snow
Someone is waiting there
With a cry for revenge
Days with no end
Oh Arizona mine

In the night someone’s waiting
I can see the whites of the their eyes
Cry away though the darkness
Say go shine where the bounty lies

Arizona is waiting there
Over mountains beneath the sun
Someday, I’ll find away
And I’ll leave you behind
Follow my dreams
But now you’re calling me

Letra/Lyric colaboração de Tom Betts:
“https://westernsallitaliana.blogspot.com/”

 

15 janeiro 2019

A Cólera de Trinity * Inédito no Brasil "La Cólera del Viento" (1970) [Subtitle/Legenda ptbr.str.] Exclusiva Especial Brasil


A Cólera de Trinity - Brasil
Non Perdono Nessuno - Itália
La Cólera de viento - Chile
La cólera del viento - Espanha
Mission hævn - Dinamarca
Banditten med de blå øjne - Dinamarca
Revenge of Trinity - Noruega
Korppikotkat odottavat... - Finlândia
Trinita voit rouge - França
I ekdikisi tou Trinita - Grécia
Trinita: Me to pistoli mou anoigo tafous - Grécia
Sfaires ston ilio, orgi ston anemo - Grécia
A szél dühe - Hungria
A Cólera do Vento - Portugal
Pomstitel' Trinity - Eslováquia
Jeza vetra - Eslovênia
Trinitys hämnd - Suécia
Våldets skördar - Suécia
Trinity Sees Red - USA
The Wind's Fierce - USA
Der Teufel kennt kein Halleluja - Alemanha
Bes na vetrot - Yuguslávia
The Wind's Anger - USA


Produção: Itália e Espanha 04 de Dezembro de 1970
Direção: Mario Camus   
Escrito: Manolo Marinero, Mario Camus              
Mario Cecchi Gori, José Vicente Puente,               
Miguel Rubio, Alberto Silvestri e Franco Verucci  
Duração: 102 minutos/93
Música: Augusto Martelli             
Fotografia: Roberto Gerardi       
Edição: José Luis Matesanz         
Direção de arte: Antonio Cortés               
Locações: Almonte, Huelva, Andalucía, Espanha
Co Produção: Cesáreo González Producciones Cinematográficas e Fair Film
 



Terence Hill - Marco
Maria Grazia Buccella - Soledad
Mario Pardo - Jacobo
Máximo Valverde - Ramón
Carlo Alberto Cortina (Berto Cortina) - Agitador
Ángel Lombarte - José/Ferreiro
William Layton - Don Lucas
Manuel Alexandre - Agustín
Carlos Otero - Professor Tonio
Andrés Resino - Carlos
Manuel de Blas - Rafael
Fernando Sánchez Polack - Pedro/Hotel
José Manuel Martín - García
Fernando Rey - Don Antonio
Cris Huerta - Padre assassinado


Este é um Western ambientado em Valência na Espanha, no final do século XIX no qual apresenta Marco (Terence Hill) como um pistoleiro enigmático, silencioso e frio. O vilão é o senhorio e aristocrata local, Don Antonio (Fernando Rey), que maltrata os trabalhadores de sua comunidade e explora terras de seus antepassados.

Conflitos pelo tratamento escravo dado aos agricultores envolvem a parte política na história. Don Antonio tem dois filhos: Carlos, um jovem consciente dos desmandos do pai e outro, Don Ramón, que promove a violência com o seu bando de bêbados e inescrupulosos e tem o aval do pai para tais atitudes deixando a população com medo.


Esse filme também é conhecido como "A vingança de Trinity" (Revenge of Trinity) e está incluído em u box de seis discos 'The Trinity Collection', lançados na Austrália. Uma bela trilha sonora elaborada por um velho maestro conhecido dos filmes de Trinity é bem conduzida e editada ao filme.

Augusto Martelli compôs e interpreta a cação "Free". Mario Camus conta uma história de crescente conscientização social quando o assassino profissional Marco chega à cidade, pago para atirar em um homem que quer começar uma revolução. Observando seu patrão, Don Antonio, reprimindo a classe trabalhadora, Marco logo lamenta o que fez e se une à revolução.


Em nome do drama, há uma bela dama por quem se apaixona e um amigo "Jacoco" (Mario Pardo), criados juntos em um orfanato e quase um irmão como se refere a ele.
Jacobo não entende a sua mudança de motivação e revolta-se contra Marco.
Pode não ter sido extraordinário em 1970, mas certamente é um sólido trabalho inicial de seu diretor assim como trabalhos de Damiano Damiani e Sergio Sollima.

Todos bons atores que ajudam a segurar uma boa história. O título original em espanhol "La Colera del Viento" significa "A Ira do Vento", e como Don Lucas cita a passagem bíblica: "Porque semearam o vento, e ceifarão o redemoinho" (Oséias 8,7) no diálogo , a conexão parece clara.


No entanto, na maioria dos países, os distribuidores preferiram títulos semelhantes às bem sucedidas comédias "Trinita ou Trinity" com Terence Hill e esta frase em algumas versão dubladas nem aparece no filme. No Brasil aproveitando-se também o sucesso da série, foi intitulado de "A Cólera de Trinity", embora "La Colera del Viento" dificilmente seja destinado ao público do Western Espaghetti.

A versão em espanhol restaurada para o DVD roda 102 minutos em vez de 93 como na italiana, devido normas de cinema exigidas na época, mas aqui aparentemente não foi uma questão de censura, e apenas algumas cenas de diálogo foram encurtadas.

Particularmente assisti as duas versões e achei que elas influenciaram na história, portanto aconselho a assistirem esta versão longa para não serem decepcionados.


O filme tem um ritmo lento e um clima sombrio mas a mensagem é firmemente transmitida ao espectador. Não se iluda na esperança de encontrar-se com o divertido Trinity das comédias.

Este está mais próximo de "Viva Django", em um clima mais sério. Curiosidade é uma cena de amor entre Marco (Terence Hill) e Soledad (Maria Grazia Buccella) filmada nas areias da desértica praia de Matalascañasem em que se percebe um sol escaldante, sem nenhuma necessidade desse sofrimento e uma outra cena que através de pesquisa, soube que ela deve ser mais longa e foi cortada desta versão estendida.

É a cena da disputa da jovem empregada Maria entre Ramón e Rafael em um jogo de tiro ao alvo a um candelabro de três velas. Não sei se esta cena existiu mesmo, mas aqui nesta versão ela é concluída perfeitamente.


Percebi que no Brasil não havia uma versão legendada em português desta versão com áudio Espanhol “estendida e original” e resolvi traduzi-la e disponibilizá-la exclusivamente neste blog para que os fãs possam conhecer mais esta joia com Terence Hill inédito no Brasil. O filme pode ser baixado pelo Torrent que está na pasta das Subtitles RAR.


Subtitles exclusiva Português Brasil e Romena PTbr.srt para versões completas sem cortes com áudio Espanhol e Alemão e uma em Inglês para versão italiana curta [falta sincronia] e o link do filme no Torrent


Parte com Áudio Espanhol

A Cólera de Trinity - Brasil [1970]
A Vingança de Trinity - Brasil
Non Perdono Nessuno - Itália
La Cólera de viento - Chile
La cólera del viento – Espanha
The Revenge of Trinity - USA

Música: Augusto Martelli e Jimmy Nebb
Intérprete: Augusto Martelli e Jimmy Nebb

“Free”

Free,
free to live my life the way I think I should.
Free,
free to feel the way that no one understood.

I lived the life I knew,
lived the way my mind now tells me to.

My soul cries out to break the side that change me down,
speaks loud and tells the world don't push me around.
I'm free at last the glass of truth I found.

Oh free,
to do the things I thought could never be.
Free to see the world in all its ecstasy.
This must be heaven.

Free,
as so happy to be free.
Free to live my life the way I think I should.
Free,
free to feel the way that no one understood.

I lived the life I knew,
lived the way my mind now tells me to.

My soul cries out to break the side that change me down,
speaks loud and tells the world don't push me around.
I'm free at last the glass of truth I found.

Free,
to do the things I thought could never be.
Free to see the world in all its ecstasy.
This must be heaven.
I'm free,
and so happy to be me.

Free to live my life the way I think I should do.
Oh free,
free,
to feel the way that no one understood.

Mmmh, I'll leave you afternoon.
I'm free and I'll leave you afternoon.