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24 outubro 2016

The Magnificent Seven [Sete Homens e um Destino] 2016 Subtitle/Legenda Português ptbr.str Exclusiva


Sete Homens e Um Destino - Brasil
The Magnificent Seven - USA
Los Siete Magníficos - Espanha/Argentina/México/Uruguai/Chile
I Magnifici 7 - Itália
Великолепната Седморка - Bulgária
Sedm Statecných - República Tcheca    
Die Glorreichen Sieben - Alemanha
Les Sept Mercenaires - França
Και Οι 7 Ήταν Υπέροχοι - Grécia
Sedmorica Veličanstvenih - Croácia
A Hét Mesterlövész - Hungria
Shiv'at Ha'Moufla'im - Israel
Великолепная Семерка - Rússia
Saunioji Septyniuke - Lituânia
Siedmiu Wspanialych - Polônia
Os Sete Magníficos - Portugal
Sedem Veličastnih - Eslovênia

Produção: USA, 22 de Setembro de 2016
Diretor: Antoine Fuqua
Escritores: Akira Kurosawa E Shinobu Hashimoto (Baseado em sua História)
Duração: 133 Minutos
Música Composta: Elmer Bernstein
Conduzida Por Simon Franglen E James Horner
Fotografia: Mauro Fiore              
Edição: John Refoua
Locações: Baton Rouge, Louisiana, USA
Orçamento: US$ 90.000.000 (Valor Estimado)
Co Produção: Metro-Goldwyn-Mayer (MGM), Columbia Pictures, Lstar Capital



The Magnificent Seven, a refilmagem [remake] de Sete Homens e Um Destino estrelado por Denzel Washington,Chris Pratt e grande elenco.
Na trama baseada no clássico faroeste de 1960, os habitantes de um pequeno vilarejo sofrem com os constantes ataques de um bando de pistoleiros. Revoltados com os saques, alguns moradores contratam pistoleiros desempregados para contra-atacar os bandidos.

Manuel Garcia-Rulfo (Vasquez), Vincent D’Onofrio (Jack Horne), Chris Pratt (Josh Farraday), Denzel Washington (Sam Chisholm), Ethan Hawke (Goodnight Robicheaux), Byung-hun Lee (Billy Rocks) e Martin Sensmeier (Red Harvest) são os protagonistas.
Haley Bennett, Matt Bomer, Luke Grimes, Billy Slaughter, Sean Bridgers, Cam Gigandet, Vinnie Jones e Peter Sarsgaard, como o vilão Bartholomew Bogue, completam o elenco.

O roteiro foi escrito pela dupla: John Lee Hancock e Nic Pizzolatto. A direção é de Antoine Fuqua, que se reúne com Denzel Washington após Dia de Treinamento e O Protetor.
O novo “Sete Homens e Um Destino” estreou em 22 de setembro no Brasil. A proposição do problema e a reunião dos 7 homens fazem parte do primeiro ato.
A ambientação e o treinamento dos locais integram o segundo momento de Sete Homens e um Destino.  Já o confronto em si é onde a história se finaliza. Neste caso, estrutura idêntica ao primeiro Sete Homens.




A direção de Antoine Fuqua (Dia de Treinamento, Nocaute) está competente em vários aspectos .
Ele sabe expor em tela os fundamentos que o roteiro plantou. Porém, mesmo o atual tendo méritos, o “Sete Homens e Um Destino” de 1960 dá um banho nesse aspecto e tem um roteiro muito mais redondo e justificado. 

Ainda na direção, e em harmonia com a fotografia, vemos diversos planos exaltando os belos cenários, como no instante inicial. Já em um breve momento, dentro de uma igreja, a tela fica escura quando o vilão Bartholomew Bogue entra no local. Uma metáfora visual para as trevas adentrando e maculando o ambiente (toda a sequência, aliás, tem uma boa dose de tensão).

Sete Homens e um Destino (uma releitura aqui no caso os Sete Samurais de 1954 do Kurosawa) tem problemas de conveniência, uma certa familiaridade (para além da refilmagem) e um terceiro arco um pouco enfadonho. Mas faz uma homenagem que vai além da referência. Sabe divertir o público atual e quem sabe não o incentiva a consumir mais do gênero.

Poster Russo

Como plano de fundo, a questão religiosa perpassa todo o longa. Seja no referido templo, palco de diversos momentos capitais na história, seja na fé dos personagens. Ecoando, mais uma vez, o filme de 1960, lá percebemos que as crianças tinham esse papel de dar uma quase subtrama e servir de base para os personagens. A presença delas aqui foi bastante reduzida.

Diminuiu, também, a força e profundidade do antagonista. A referida cena na igreja é um dos poucos momentos notáveis. Por outro lado, um ponto acrescido com muito destaque foi o senso de humor entre os 7 homens do grupo principal. Há muitos alívios cômicos e passagens que prometem arrancar boas risadas.

A grande mudança, contudo, é a representatividade. Uma clara preocupação nesse sentido é percebida ao termos um latino, um índio, um negro e um oriental no grupo dos 7, além de uma mulher fazendo o meio de campo entre a vila e o grupo. Ela tem menos de mocinha indefesa e mais de um ímpeto bravio e combatente. Nesse quesito, tal elemento foi indubitavelmente bem atualizado com a ressalva histórica posta de lado.

Poster Asiático

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