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15 janeiro 2019

A Cólera de Trinity * Inédito no Brasil "La Cólera del Viento" (1970) [Subtitle/Legenda ptbr.str.] Exclusiva Especial Brasil


A Cólera de Trinity - Brasil
Non Perdono Nessuno - Itália
La Cólera de viento - Chile
La cólera del viento - Espanha
Mission hævn - Dinamarca
Banditten med de blå øjne - Dinamarca
Revenge of Trinity - Noruega
Korppikotkat odottavat... - Finlândia
Trinita voit rouge - França
I ekdikisi tou Trinita - Grécia
Trinita: Me to pistoli mou anoigo tafous - Grécia
Sfaires ston ilio, orgi ston anemo - Grécia
A szél dühe - Hungria
A Cólera do Vento - Portugal
Pomstitel' Trinity - Eslováquia
Jeza vetra - Eslovênia
Trinitys hämnd - Suécia
Våldets skördar - Suécia
Trinity Sees Red - USA
The Wind's Fierce - USA
Der Teufel kennt kein Halleluja - Alemanha
Bes na vetrot - Yuguslávia
The Wind's Anger - USA


Produção: Itália e Espanha 04 de Dezembro de 1970
Direção: Mario Camus   
Escrito: Manolo Marinero, Mario Camus              
Mario Cecchi Gori, José Vicente Puente,               
Miguel Rubio, Alberto Silvestri e Franco Verucci  
Duração: 102 minutos/93
Música: Augusto Martelli             
Fotografia: Roberto Gerardi       
Edição: José Luis Matesanz         
Direção de arte: Antonio Cortés               
Locações: Almonte, Huelva, Andalucía, Espanha
Co Produção: Cesáreo González Producciones Cinematográficas e Fair Film
 



Terence Hill - Marco
Maria Grazia Buccella - Soledad
Mario Pardo - Jacobo
Máximo Valverde - Ramón
Carlo Alberto Cortina (Berto Cortina) - Agitador
Ángel Lombarte - José/Ferreiro
William Layton - Don Lucas
Manuel Alexandre - Agustín
Carlos Otero - Professor Tonio
Andrés Resino - Carlos
Manuel de Blas - Rafael
Fernando Sánchez Polack - Pedro/Hotel
José Manuel Martín - García
Fernando Rey - Don Antonio
Cris Huerta - Padre assassinado


Este é um Western ambientado em Valência na Espanha, no final do século XIX no qual apresenta Marco (Terence Hill) como um pistoleiro enigmático, silencioso e frio. O vilão é o senhorio e aristocrata local, Don Antonio (Fernando Rey), que maltrata os trabalhadores de sua comunidade e explora terras de seus antepassados.

Conflitos pelo tratamento escravo dado aos agricultores envolvem a parte política na história. Don Antonio tem dois filhos: Carlos, um jovem consciente dos desmandos do pai e outro, Don Ramón, que promove a violência com o seu bando de bêbados e inescrupulosos e tem o aval do pai para tais atitudes deixando a população com medo.


Esse filme também é conhecido como "A vingança de Trinity" (Revenge of Trinity) e está incluído em u box de seis discos 'The Trinity Collection', lançados na Austrália. Uma bela trilha sonora elaborada por um velho maestro conhecido dos filmes de Trinity é bem conduzida e editada ao filme.

Augusto Martelli compôs e interpreta a cação "Free". Mario Camus conta uma história de crescente conscientização social quando o assassino profissional Marco chega à cidade, pago para atirar em um homem que quer começar uma revolução. Observando seu patrão, Don Antonio, reprimindo a classe trabalhadora, Marco logo lamenta o que fez e se une à revolução.


Em nome do drama, há uma bela dama por quem se apaixona e um amigo "Jacoco" (Mario Pardo), criados juntos em um orfanato e quase um irmão como se refere a ele.
Jacobo não entende a sua mudança de motivação e revolta-se contra Marco.
Pode não ter sido extraordinário em 1970, mas certamente é um sólido trabalho inicial de seu diretor assim como trabalhos de Damiano Damiani e Sergio Sollima.

Todos bons atores que ajudam a segurar uma boa história. O título original em espanhol "La Colera del Viento" significa "A Ira do Vento", e como Don Lucas cita a passagem bíblica: "Porque semearam o vento, e ceifarão o redemoinho" (Oséias 8,7) no diálogo , a conexão parece clara.


No entanto, na maioria dos países, os distribuidores preferiram títulos semelhantes às bem sucedidas comédias "Trinita ou Trinity" com Terence Hill e esta frase em algumas versão dubladas nem aparece no filme. No Brasil aproveitando-se também o sucesso da série, foi intitulado de "A Cólera de Trinity", embora "La Colera del Viento" dificilmente seja destinado ao público do Western Espaghetti.

A versão em espanhol restaurada para o DVD roda 102 minutos em vez de 93 como na italiana, devido normas de cinema exigidas na época, mas aqui aparentemente não foi uma questão de censura, e apenas algumas cenas de diálogo foram encurtadas.

Particularmente assisti as duas versões e achei que elas influenciaram na história, portanto aconselho a assistirem esta versão longa para não serem decepcionados.


O filme tem um ritmo lento e um clima sombrio mas a mensagem é firmemente transmitida ao espectador. Não se iluda na esperança de encontrar-se com o divertido Trinity das comédias.

Este está mais próximo de "Viva Django", em um clima mais sério. Curiosidade é uma cena de amor entre Marco (Terence Hill) e Soledad (Maria Grazia Buccella) filmada nas areias da desértica praia de Matalascañasem em que se percebe um sol escaldante, sem nenhuma necessidade desse sofrimento e uma outra cena que através de pesquisa, soube que ela deve ser mais longa e foi cortada desta versão estendida.

É a cena da disputa da jovem empregada Maria entre Ramón e Rafael em um jogo de tiro ao alvo a um candelabro de três velas. Não sei se esta cena existiu mesmo, mas aqui nesta versão ela é concluída perfeitamente.


Percebi que no Brasil não havia uma versão legendada em português desta versão com áudio Espanhol “estendida e original” e resolvi traduzi-la e disponibilizá-la exclusivamente neste blog para que os fãs possam conhecer mais esta joia com Terence Hill inédito no Brasil. O filme pode ser baixado pelo Torrent que está na pasta das Subtitles RAR.


Subtitles exclusiva Português Brasil e Romena PTbr.srt para versões completas sem cortes com áudio Espanhol e Alemão e uma em Inglês para versão italiana curta [falta sincronia] e o link do filme no Torrent


Parte com Áudio Espanhol

A Cólera de Trinity - Brasil [1970]
A Vingança de Trinity - Brasil
Non Perdono Nessuno - Itália
La Cólera de viento - Chile
La cólera del viento – Espanha
The Revenge of Trinity - USA

Música: Augusto Martelli e Jimmy Nebb
Intérprete: Augusto Martelli e Jimmy Nebb

“Free”

Free,
free to live my life the way I think I should.
Free,
free to feel the way that no one understood.

I lived the life I knew,
lived the way my mind now tells me to.

My soul cries out to break the side that change me down,
speaks loud and tells the world don't push me around.
I'm free at last the glass of truth I found.

Oh free,
to do the things I thought could never be.
Free to see the world in all its ecstasy.
This must be heaven.

Free,
as so happy to be free.
Free to live my life the way I think I should.
Free,
free to feel the way that no one understood.

I lived the life I knew,
lived the way my mind now tells me to.

My soul cries out to break the side that change me down,
speaks loud and tells the world don't push me around.
I'm free at last the glass of truth I found.

Free,
to do the things I thought could never be.
Free to see the world in all its ecstasy.
This must be heaven.
I'm free,
and so happy to be me.

Free to live my life the way I think I should do.
Oh free,
free,
to feel the way that no one understood.

Mmmh, I'll leave you afternoon.
I'm free and I'll leave you afternoon.

08 fevereiro 2012

Vamos a matar, Compañeros - Letra/Lyric


Música e Regência: Ennio Morricone
Letra/Lyric: Sergio Corbucci
Interprete: Cantores Modernos de Alessandroni

Vamos a matar, Compañeros!

Levantando el aire los sombreros
Vamos a matar, vamos a matar, compañeros!
Pintaremos de rojo sol y cielos
Vamos a matar, vamos a matar, compañeros!
Hay que ganar moriendo, pistoleros
Vamos a matar, vamos a matar, compañeros!
Hay que morir venciendo, guerrilleros
Vamos a matar, vamos a matar, compañeros!

[Instrumental]

Luchando con el hambre, sin dineros
Vamos a matar, vamos a matar, compañeros!
Estudiantes, rebeldes, bandoleros
Vamos a matar, vamos a matar, compañeros!
Hermanos somos, reyes y obreros
Vamos a matar, vamos a matar, compañeros!

Compañeros – Versão Ingles

The wind up our hats
Lets go to kill, lets go to kill, my fellows
we will pain on red the sun & the heaven
Lets go to kill, lets go to kill, my fellows

We must win running against the gunman
Lets go to kill, lets go to kill, my fellows
We must die following the guerrillero
Lets go to kill, lets go to kill, my fellows

Fighting for hunger & without money
Lets go to kill, lets go to kill, my fellows
Challenging & rebel is the Bandolero
Lets go to kill, lets go to kill, my fellows

Let's see, lets go to the gunfight
Lets go to kill, lets go to kill, my fellows

(Guerrilero and Bandolero = Outlaw)
Músicas em Comentários

Vamos a Matar, Compañeros

Companheiros
“Vamos A Matar... Companheiros!" (Brasil)
“Compañeros”
Produção: 1970 - Itália - Espanha – Alemanha Ocidental
Direção: Sergio Corbucci
Música: Ennio Morricone
Regente da Trilha sonora: Bruno Nicolai Duração: 118 Minutos
Fotografia: Alejandro Ulloa
História: Sergio Corbucci
Escrito: Sergio Corbucci, Massimo De Rita, Fritz Ebert e
José Frade
Diálogos: Arduino Maiuri ( Dino Maiuri)
Producão: Antonio Morelli
Edição: Eugenio Alabiso
Produção de Design: Adolfo Cofiño

Franco Nero - Yodlaf Peterson
Tomas Milian - El Vasco
Jack Palance - John
Fernando Rey - Prof. Xantos
Iris Berben - Lola
José Bódalo (Francisco Bódalo) - General Mongo
Eduardo Fajardo (Edoardo Fajardo) - Colonel
Karin Schubert - Zaira
José Canalejas - Capanga de Mongo
Tito García - Pepito Tigrero Víctor Israel - Capanga de Rosenbloom de terno marrom
Vicente Roca - Capanga de Rosenbloom com chapéu Tropical
Lorenzo Robledo - Homem que dança com Zaira
Álvaro de Luna
Jesús Fernández
Claudio Scarchilli
Giovanni Petti
Gino Pernice
Gérard Tichy - Tenente
Gianni Pulone (Giovanni Pulone)
Ramón Fernández Tejela
Simón Arriaga - Capanga de Mongo

Western italo-hispano-alemão em tom de sátira. O diretor Corbucci sempre foi garantia de boa qualidade artesanal (ele foi o criador de Django). No começo do século no México, agitado por guerras civis, o contrabandista de armas, o mercenário suéco “Yodlaf Peterson” ( Franco Nero), planeja fazer uma venda para o guerrilheiro “General Mongo” (Francisco Bódalo), mas o dinheiro está trancado em um cofre e somente Xantos (Fernando Rey) – sempre nos papéis de líder ideologista de alguma revolução), aqui como um professor pacifista, prisioneiro dos americanos sabe a combinação do cofre.

Yyodlaf concorda em libertar Xantos, acompanhado pelo relutante guerrilheiro “Basco ou Vasco como queiram” (Milian), mas um antigo parceiro de negócios de Yodlaf, John “Jack Palance”, tem outras idéias. Eeste faroeste político feito por Corbucci foi considerado um dos melhores bangue-bangues feitos na Europa, é sempre bom relembrá-lo.

A participação de alemães no elenco dos westerns sempre foram interessantes e dava um clima diferente ao filme.

Corbucci estava simplesmente repetindo a dose de uma dupla parecida de 1968 dele mesmo em (Il Mercenary) “Os violentos vão para o inferno – Brasil) com Franco Nero e Tony Musante e repetindo a dose de mulheres bonitas também.

Muita ação, diálogos divertidos, música envolvente, atuações soberbas. Este é um que resistirá para sempre.

Movie Download disponível na WEB em duas partes

Formato: Avi Tamanho: 774 MB
Áudio: Português
Legenda: Não Tem

http://uploaded.net/file/7pshyehd
http://uploaded.net/file/u7weneli