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26 julho 2018

Ciak Mull, L'uomo Della Vendetta (Itália) [Subtitle/Legenda Ptbr.srt Exclusiva] "Chuck Mull, O Homem da Vingança" Especial Brasil

Ciakmull, O Homem da Vingnaça - Brasil
Chuck Mull, O Homem da Vingança - Brasil
Ciak Mull, L'uomo Della Vendetta - Itália
Chuck Moll/The Unholy Four - USA
Le batard de Dodge City - França
Ciak Mull, Puerta Abierta al Infierno - Espanha
Ciak Mull, Vengador Sin Piedad - Espanha
De Bastaard Van Dodge City - Holanda
Django - die Nacht der langen Messer - Alemanha


Produção: Itália, 11 de Março de 1970
Escrito: Franco Rossetti, Mario Di Nardo e Luigi Montefiori
Direção: E.B.Clucher (Enzo Barboni)
Música: Riz Ortolani
Duração: 95 minutos
Fotografia: Mario Montuori       
Edição: Eugenio Alabiso
Direção de Dublês: Remo De Angelis
Edição: Eugenio Alabiso
Co Produção: B.R.C. Produzione S.r.l., Produzioni Atlas Consorziate (P.A.C.)
Distribuição nos cinemas, em Eastmancolor pela Roma Filmes.
Lançado em VHS no Brasil pela America Video, com o titulo “Ciakmull, O Homem da Vingança”.

Elenco:
Leonard Mann - Chuck Mool/Ciakmull
Woody Strode - Woody
Pietro Martellanza (Peter Martell) – Silver
George Eastman (Luca Montefiori) – Hondo
Helmuth Schneider - Joe Caldwell
Lucio Rosato - Tom Udo
Alain Naya - Alan Caldwell
Giuseppe Lauricella - Udo
Dino Strano - Sam
Andrea Aureli (Andrew Ray) - Santiago
Enzo Fiermonte - Xerife
Luciano Rossi - Jogador de Poker
Vittorio Fanfoni - Barbudo gordo na cidade
Silvana Bacci - Garota do Saloon
Umberto Di Grazia
Salvatore Billa - John
Romano Puppo - Burt
Ida Galli (Evelyn Stewart) - Sheila
Fortunato Arena - Guarda no hospício
Remo Capitani - Jack/Guarda no hospício
Pietro Ceccarelli - Caçador de Recompensas careca
Giovanni Cianfriglia - Encrenqueiro no saloon
Dante Cleri - Locutor de rua
Remo De Angelis - Caçador de Recompensas com Manto Preto
Roberto Dell'Acqua - Bigode grande no Saloon
Lorenzo Fineschi - 3º Jogador de poker
Gilberto Galimberti - Home que reconhece Chuck Mool durante fuga
Paolo Magalotti – Guarda Costas de Caldwell
Emilio Messina - Big John/Homem Forte
Osiride Pevarello - Bill flamejante
Claudio Scarchilli - Homem no Saloon
Sergio Smacchi - Jogador de Poker com chapéu e cigarro


Este foi o primeiro western dirigido por Enzo Barboni, o futuro diretor da série dos filmes do personagem Trinity. É um dos filmes que após três anos do lançamento do original, tentaram recriar algo parecido com o pragmático Django. Tanto o produtor Manolo Bolognini quanto o roteirista Franco Rossetti esteve envolvido no filme clássico de Sergio Corbucci.


O diretor convidado para este filme seria Ferdinando Baldi, tinha dirigido uma sequência não oficial do Corbucci (Viva Django!) Baldi foi demitido após um conflito com Bolognini, que então cedeu adireção a Barboni, que tinha sido o diretor de fotografia de Django e que repetidamente expressava seu desejo em voltar a dirigir.


O filme também faz parte de uma série de westerns espaguete, feitos na mesma época, com base em textos de novelas clássicas, como "Johnny Hamlet" (Hamlet), "John o Bastardo" (Don Giovanni) e "O Pistoleiro Esquecido" (Orestes).


Ciakmul deve ter sido inspirado em Freud e que conta uma história sobre um misterioso pistoleiro vestido de preto retornando à sua cidade natal, descobrindo que é dominada por duas facções em conflito, mas desta vez, o pistoleiro é um amnésico e não um vingador tradicional. Ele está vestido como o Coronel Mortimer ou até mesmo como Bill Kiowa de (Hoje eu... Amanhã você!).

Em uma cena muito simbólica, Chuck Mool pega as roupas pretas de um tradicional vingador a caminho de casa. Ele as rouba de um caçador de recompensas que queria capturá-lo e trazê-lo de volta ao hospício de onde ele havia escapado.


Uma cena forte e horripilante marca a abertura do filme quando um manicômio, asilo ou coisa parecida é incendiado para acobertar um assalto a banco e vários detentos morrem no incêndio. Quatro deles conseguem escapar e um dos quatro, um jovem amnésico, é reconhecido por um dos ladrões de banco mortalmente ferido, que pronuncia o nome de "Ciakmull", mas morre antes que ele possa dar qualquer informação adicional.


Com os outros três condenados fugitivos "Os quatro profanos", Ciakmull ou "Chuck Mool" tenta reconstruir os eventos que levam a sua perda de memória e encarceramento. Quando eles chegam em uma pequena aldeia, ele é reconhecido por um jovem que diz que ele é seu irmão. Aparentemente, Ciakmull tinha a reputação de ser um grande atirador, e seu "irmão" agora pede que ele enfrente o tirano local, Joe Caldwell, que é conhecido por visitar o cemitério local todas as noites


A amnésia é um elemento da história que já foi usado outras vezes inclusive em westerns e pode acabar em tragédias familiares. Isso se reflete em Ciakmull mas graças a um dos amigos, uma catástrofe é impedida, mas a fatalidade com seus amigos é eminente em um final dramático, que torna Ciakmull algum tipo do filho bastardo que foi trazido para a família por seu pai adotivo em um caos pelo poder e subversão. Um roteiro semelhante a parábola bíblica do "Filho Pródigo."


Ciakmull não foi muito bem sucedido quando foi lançado pela primeira vez. O tema da rivalidade entre irmãos já havia sido explorado em filmes como: "Blood at Sundown" (Só Contra Todos) 1965 com Anthony Steffen e "Massacre Time" (Tempo de Massacre) 1966 com Franco Nero e George Hilton, que eram mais recheados de ação.


Para o fã do Espaghetti, Ciakmull é um filme considerado mediano e deve parecer um pouco lento e sério. As cores do outono italiano contribuiram para uma atmosfera melancólica do filme. Mann faz até um estilo de atuação bem descontraído.


Woody Strode e Ida Galli são um pouco subutilizados, mas Strode tem uma ótima cena de morte e o papel de Galli é crucial, já que seu personagem é usado para sugerir o tema incesto: Mann é coagido a acreditar que ela é sua irmã, enquanto ela é de fato sua antiga amante e o amor dela o torna consciente a saber quem e o que ele é.

Nunca entendi porque Dean Stratford não teve suas merecidas chances como Sartana ou Sabata, ele até que levava jeito.
Interessante lembrar que Woody Strode voltou para a Europa em 1976 para sua excelente participação em “Keoma” interpretando o personagem arqueiro George amigo de Keoma (Franco Nero).

Os tiroteios próximos do final são quentes e vale a pena esperar para ver. A música de Riz Ortolani também é muito boa, mas o tema principal é usado com muita frequência e percebe-se a repetitividade nas sequências musicais.


George Eastman (Luigi Montefiori), que também aparece no filme, declarou mais tarde que tinha reescrevido toda a cena de abertura e toda a segunda metade do roteiro original. Se isso aconteceu mesmo, essa pode ter sido a única vez que suas intenções como roteirista foram respeitadas mas o seu nome está nos créditos deste feito.


Tanto em "Ben & Charlie" e "Keoma" (que também possui um filho bastardo), um trágico final fora negado pelos produtores que preferiram optar por uma conclusão mais otimista. Neste filme podemos deslumbrar dos enquadramentos de Barboni que seriam marcas registradas em seus filmes de Trinity com Hill e Spencer. As cenas de tiroteios externas e as panorâmicas são belas.


Aparentemente Barboni não estava feliz com o material oferecido a ele e também propôs várias mudanças, a fim de torná-lo mais simples e alegre, mas Bolognini ordenou que ele filmasse como era planejado.


A ideia de "Eles me chamam de Trinity" originalmente estaria podendo dar início neste filme tendo no elenco, Peter Martell e George Eastman conhecidos também por participações humorísticas em alguns westerns mas isso é outra história.

Estou disponibilizando uma legenda/subtitle, exclusiva em idioma português no formato SRT aos leitores deste blog para os filmes que estão disponíveis no Youtube com áudio em Inglês, Espanhol e Italiano já sincronizadas para estas versões.



 

07 outubro 2011

Quatro Pistoleiros Para Trinity

Os Quatro Pistoleiros De Santa Trinità
I Quattro Pistoleri Di Santa Trinitá
Four Gunmen Of The Holy Trinity - USA
Four Pistols For Trinity - USA

Produção: Itália 1971
Direção: Giorgio Cristallini
Duração: 97 minutos
Música: Roberto Pregadio
Fotografia: Alessandro D´Eva
Escrito: Giorgio Cristallini & Ted Rusoff
Produção: Buton Film – Russo di Pagliara
Distribuição Original Brasil: Reserva Especial

Peter Lee Lawrence - George Shelley
Evelyn Stewart (Ida Galli) – Julia/Lulie
Raf Baldassarè (Ralph Baldwin) – Líder dos Bandidos
Valeria Fabrizi - Adeline Martinez - Cantora
Salvatore Furnari - Ned - O Anão
Philippe Hersent - Xerife Thomas
Daniela Giordano - Sarah Baldwin
Antonella Murgia - India Ana
Daniele Vargas - Gomez/Thompson
Umberto Raho - Quinn Palladine
Raymond Bussières - Dr. Johnson/Gordon e com Tonino Pierfederici, Paul Oxon, Filippo Antonelli, Antonio Buonomo, Katia Cardinali, Bernadette Frank, Giglio Gigli, Mimmo Maggio, Luigi Mannoia, Alessandro Perrella, Aldo Sala e Marcello Tamborra.


Escapando por acaso do massacre de sua família por bandidos que desejam apossar-se dos documentos de suas propriedades inclusive de sua mina de ouro, Sarah Baldwin recebe a ajuda de um ex-soldado disfarçado de jornalista George Shelley (Peter Lee Lawrence) e do xerife Federal Thomas (Philippe Hersent) que viajam juntos para poder desmantelar um bando de traficantes de armas liderados por um certo "francês" conhecido como Quinn Palladine e seu sócio Gomez, além de estarem envolvidos também em outros negócios obscuros em uma região tomada por sangue e violência. Unindo-se a eles, Sarah carrega consigo os documentos preciosos de suas propriedades e chegam a um amigo dono de uma pousada “Papa Martinez” próximo a uma reserva indígena e através dele chegam aos culpados dos crimes. Presenciam contrabando de armas com os índios e são feitos prisioneiros, mas George reage e acaba descobrindo toda a trama. Isto faz com que os criminosos alterem seus planos desencadeando uma série de acontecimentos que levam a um final sangrento onde George e Quinn travam uma luta desesperada pela vida, antes de encontrarem a traição e a morte pelo caminho.
Um dos dois Westerns italianos dirigidos por Giorgio Cristallini, o outro “Sei jellato amico...hai incotratto sacramento - 1972” (You’re Jinxed, Friend you´ve met Sacramento - USA) estrelado por Ty Hardin conhecido no Brasil com o título de "Com a morte no Olhar".
Neste aqui percebe-se claramente a intenção em vender-se o personagem Trinity tanto afamado ainda no início dos anos setenta que nada tem a ver com Terence Hill e muito menos na história, onde não se ouve nem comentários sobre o personagem.

Após este filme ainda foram feitos alguns até melhores mas o Espaghetti Westerns começava a contar seus dias de glória. Um roteiro muito fraco, edição pouco cuidadosa, personagens negligenciados em suas atuações. O filme parece que quando começa a ganhar tensão, joga-se um balde d´água gelada e começa-se tudo novamente. Fica parecendo realmente um filme B ou seria C?
Algumas cenas condenam o roteiro do filme como pôr exemplo, quando a jovem Sarah é perseguida por cinco homens e um simples jornalista consegue matar dois deles com uma Winchester-cano-curto logo na primeira cena. Com aquela eficácia daria para o Xerife ou até mesmo Sarah perceber que George ganha a vida matando e não escrevendo para jornais e todos presenciam e aceitam naturalmente aquela cena sem qualquer comentário.
Um oficial do exército que faz escolta a diligência avisa aos viajantes na parada da Pousada que "os índios estão prontos para atacar desde a noite de ontem". Ora se os índios vão atacar, não poderiam anunciar antecipadamente. Seria uma idiotice. Em outra situação Gomez diz que os índios atacam durante o dia. Dia ou noite? Um corte de edição de 5 segundos em uma cena em que Sarah, George e Thomas saindo do local do primeiro encontro seguem rumo a pousada não seria necessária já que não altera em nada a sequencia da história. Um médico pianista? Enfim... se assistirmos com atenção vamos perceber muitos outros erros que um “Leone” abominaria.
Os scripts parecem caminhar em marcha lenta no andamento dos acontecimentos, sem uma lógica direcionada a ação. Faltou capricho do roteirista, faltou um diálogo mais envolvente, edição e montagem negligenciadas e descuidadas. Neste, um Peter Lee Lawrence fora de sintonia. Acho que o filme passa-se muito tempo parado na Pousada de “Papá Martinez” e seus arredores e como agravante tornando-o um pouco monótono na evolução das sequencias. Demofilo Fidani conseguia resultados até melhores em um Único Set.
Ao lado de Lawrence no papel principal feminino está Ida Galli (sob seu pseudônimo de Evelyn Stewart) desempenha Julia, uma antiga paixão, cuja relação ainda não se resgatou, e em relação a esse relacionamento o final do filme torna-se até surpreendente.


Raff Baldasarrè sob o pseudônimo de Ralph Baldwin em um de seus papéis habituais como um fora da lei corrupto sem escrúpulos em que um de seus principais objetivos é o de “não deixar pistas ou testemunhas”.
Uma aparição constrangedora de Daniele Vargas, (‘Will Rogers’ - Cemitério sem Cruzes - 1969) com uma peruca estranha em um western, é Gomez, um dos conspiradores em possuir as propriedades dos pobres. Infelizmente todos estes atores bem sucedidos no Western Europeu não conseguiram um efeito e um resultado muito positivo neste filme. Não foi por culpa deles e sim de inexperientes produtores por trás das claquetes.
Um pistoleiro maldoso vestido de preto, uma jovem ingênua e íntegra, o elegante líder, um aproveitador mulherengo e corrupto, todos com problemas de relacionamento formam uma quadrilha secreta que fora intitulada pelo diretor de "Os franceses".



Aos fãs e adeptos do Western Espaghetti vale somente pela presença de Peter Lee Lawrence em mais um de seus poucos filmes e a trilha sonora inovadora.
As referências destes filmes mais fracos deste seguimento devem ser analisados também e merecem o respeito de diretores inexperientes como Cristallini de tentarem inovar e construir algo diferente e independente de ser um filme bom ou ruim ficam registradas aqui nossas homenagens a todos que fizeram parte desta história hoje considerados Cult que vem conquistando também as novas gerações.
A trilha sonora é algo que gosto de tratar à parte. Esta é de Roberto Pregadio, bem sucedido maestro do Espaghetti Western por exemplo nas composições feitas para os filmes (O Pistoleiro da Ave Maria - 1968 e o Último Matador - 1969). Consideradas músicas inovadoras para o gênero, temos um Jazz Pop tradicional para época em filmes de “007, o James Bond” hoje muito rara que intitúla-se “It was a Joke” interpretada magistralmente pela bela voz da cantora Valeria Fabrizi que em alguns momentos da execução da música, assemelha-se muito à voz da recentemente falecida cantora Amy Winehouse.Infelizmente a música não acrescenta nada a trama, completamente fora do contexto acompanhada em um órgão pelo “médico pianista” com uma grande orquestra de fundo que não existe e causa muita estranhesa na cena. Enfim vamos considerar somente o contexto artístico do brilho da composição em execução.Outra faixa que marca o filme é “Julie” com letra de Cássia Umiliani e Roberto Pregadio interpretada pela voz forte e marcante do cantor Peter Boom. No início do filme Peter Lee Lawrence está tocando um violão dublando um trecho desta música com a voz de Peter Boom. Outra coisa estranha é ver Lawrence tocando violão e cantando com a voz de Peter Boom; Nada a ver.
São curiosidades que conseguimos hoje após tantos anos redescobrir e divulgar a uma grande massa de fãs e adeptos deste seguimento artístico.
Exibido em Bang Bang à Italiana da Rede Record de Televisão em 23 de Setembro de 1982 e 06 de Novembro de 1985.

Bang Bang à Italiana Vol 1 RCA Ripped LP 1966

02 fevereiro 2011

Adeus Gringo

“Adios Gringo”
“A Stranger in Town”

Produção 1965 Itália - França - Espanha
Direção: George Finley (Giorgio Stegani)
Música: Benedetto Ghiglia
“Adiós Gringo” Interpretada por Fred Bongusto
Duração: 97 minutos
Fotogafia: Francisco Sempere
História de George Finley baseado no Romance "Adios" de Harry Whittington
Produção: Arthur Deeds e Luis Mendez
Estudios de Roma
Distribuição em VHS: Flashstar - Century Vídeo

Giuliano Gemma - Brent Landers
Ida Galli (Evelyn Stewart) - Lucy Tillson
Nello Pazzafini (Ted Carter) - Gil Clawson
Gino Marturano (Jean Martin) - Murphy
Frank Pascal - (François Pascal)
Frank Braña (Francisco Brama) - Capanga de Ranchester com camisa vermelha
Roberto Camardiel (as Robert Camardiel) - Dr. Verne Barfield
Jesús Puente - Xerife Saul Slaughter
Peter Cross (Pierre Cressoy) - Clayton Ranchester
Massimo Righi (Max Dean) - Avril Ranchester
Germano Longo (Grant Laramy) - Stan Clevenger
Monique Saint Clair - Mody Clevenger
Claude Servyll, Sterling Regell, , Ramón Pérez, Mimo Billi
Antonio Iranzo - Cowboy de Ranchester
Jeff Cameron - Popular segurando uma corda
Osiride Pevarello - Cowboy de Ranchester

Um jovem Cowboy Brent Landers (Giuliano Gemma) é convecido por um homem desonesto Gil Clawson (Nello Pazzafini) a comprar gado sem saber que era roubado.
Os problemas se iniciam quando o verdadeiro dono do gado o enfrenta , tentando força-lo a devolver seu rebanho e é morto por Brent Landers. Perseguido por toda a cidade, ele procura sem descanso o único homem que pode confirmar sua inocência. Inspirado na famosa história de Harry Wittington, "Adeus Gringo" é um marco para o cinema clássico do Spaghetti Western, sob grande influência de Sergio Leone, com referências aos Westerns Americanos. Exibido em Bang Bang à Italiana da TV Record em 18 de Fevereiro de 1982.

 Scan de Cartaz original de divulgação nos cinemas brasileiros na época.


Fotos raríssimas e inéditas do Set de filmagens de Adeus Gringo.  
Editadas em 10 Novembro 2013.
Acervo de Marcos Mauricio Lima - BH - Minas Gerais - Brasil.