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25 abril 2018

Il Suo Nome Gridava Vendetta (Itália) [Subtitle/Legenda Ptbr.srt Exclusiva] "Seu Nome Clamava Vingança" Especial Brasil


O Seu Nome Clamava Vingança - Brasil
Il Suo Nome Gridava Vendetta - Itália
A Name That Cried Revenge - USA
Man Who Cried for Revenge - USA
Su Nombre Gritaba Venganza - Espanha
Verikostaja - Finlândia
Son Nom Crie Vengeance - França
I ekdikisis Mou Einai keravnos - Grécia
O Vingador - Portugal
Drick ur Whiskyn - lämna stan! - Suécia
Intikam Derler Adima - Turquia
Django - Sprich Dein Nachtgebet - Alemanha

Produção: Itália, 28 de Julho de 1968
Direção: Mario Caiano (William Hawkins)
Escrito: Mario Caiano e Tito Carpi           
Duração: 96 minutos (sem corte), 90 minutos (com corte)
Produção: Bianco Manini
Música: Robby Poitevin              
Fotografia: Enzo Barboni            
Co Produção: Patry Film e Selenia Cinematografica
Edição: Renato Cinquini              
Design de Produção: Massimo Tavazzi 


Anthony Steffen - Davy Flanagan
William Berger - Sam Kellogg
Ida Galli (Evelyn Stewart) - Liza
Raf Baldassarre - Jack
Mario Brega - Dirty
Claudio Undari (Robert Hundar) - Clay Hackett
Fortunato Arena - Crazy Joe
Rossella Bergamonti - Whore
Umberto Di Grazia - Bandido da gangue de Crazy Joe
Rocco Lerro - Bandido da gangue de Cray Joe
Jean Louis - Caçador de Recompensa
Osiride Pevarello - Carta no Saloon                       
Renzo Pevarello - Bud's Pal
E com Luis Barboo, Eleonora Vargas e Alberto Dell'Acqua  
Claudio Ruffini - Bud


Este é um filme emocionante com boa ação, lutas e belas cenas externas.
O fim da guerra de Secessão em um ambiente externo e escuro são os ingredientes em que este Espaghetti violento foi produzido. Davy Flanagan (Anthony Steffen), é um veterano de guerra e declarado desertor do Norte.

Sem memória, ele voltou de um passado sombrio para vingar sua morte da sua alma. Flanagan é procurado, como cartazes que circular dizendo: “Recompensa 10.000 dólares, Morto ou Vivo”. Desconhecido, após ser perseguido e capturado, consegue escapar de um caçador de recompensas. Ele toma sua arma e seus pertences e chega à pequena cidade de Dixon, um local dominado por gangues violentas e pistoleiros desagradáveis como Dirty (Mario Petri).


Nesse lugar existe também um bando perigoso liderado por um bandido chamado Crazy Joe (Fortunato Arena, experiente ator sempre presente nos filmes de Trinity com Terence Hill e Bud Spencer em que Barboni gostava de tê-lo no elenco) e seus bandidos. Aqui ele conhece um juiz (William Berger) que conta a ele que sua esposa desconhecida Liza (Ida Galli) é jovem e casou-se com um pistoleiro durão chamado Clay Hackett (Robert Hundar).

O juiz lhe dá uma chance de acertar o seu passado, mas o que ele quer mesmo é só causar pânico e vingança a todos. É um western movimentado com tiroteios de tirar o fôlego entre os bons atores além de Anthony Steffen, Petri e Fortunato Arena, destaques para os duelos em ambientes internos como o do saloon além de uma emocionante luta final nas ruas culminando na praça central da cidade com um bom toque de suspense e uma longa e boa sequência musical ao som do trompete de Poitevin.


Este filme é muito divertido de assistir. É uma história divertida com um toque de estranheza, alguns grandes papéis e um trilha sonora incrível de Robby Poitevin.
O roteiro conta uma história de justiça e vingança de costume no Espaghetti, com um homem durão que tem como o seu objetivo uma resultante vingança sangrenta.

O enredo básico é típico do Espaghetti Western, mas o que faz com que este filme se destaque é o seu estilo. Steffen está muito a vontade neste filme, talvez um dos melhores em sequências de ação bem elaboradas e emocionantes. Um trabalho de direção bem realista e um desempenho carismático por todo o elenco.


Anthony Steffen está perfeito no papel de Flanagan lembrando suas atuações nas décadas de 60 e 70 em filmes B. O ator brasileiro Steffen nunca se tornou uma das melhores bilheterias internacionais mas seu desempenho é frequentemente lembrado como um dos mais durões na tela.

Outros de seus trabalhos no seguimento que podemos lembrar são: "Sete Dólares para Matar", "O Último Moicano" "Gentleman Jo", "Quatro Dólares por Django", ¨O Retorno de Arizona Colt¨, ¨Apocalypse Joe¨,"Dallas", ¨Shango¨e vários outros. Embora Steffen esteja bem melancólico para o papel neste filme, podemos perceber em segundo plano, memoráveis participações de Robert Hundar, Alberto Dell'Acqua, Raf Baldassarre, Luis Barboo, Eleonora Vargas, Jean Louis, entre outros.


Bom design de produção criando um ambiente atmosférico e pobre. O músico Robby Poitevin compôs uma belíssima trilha sonora no estilo Morricone e muito bem conduzida por sua orquestra e Isso acaba sendo uma das grandes contribuições para que o filme seja diferenciado, com muitas variações sonoras agradáveis como fundo musical.

A trilha sonora notoriamente contribui enormemente para a atmosfera do filme, incluindo o emocional, sua música realmente se torna memorável ao conjunto da obra. Impressionante também é a fotografia de Enzo Barboni e zoons de câmeras bem elaborados.

A direção do experiente diretor Mario Caiano é bem trabalhada, aqui ele é menos cínico e bem humorado e mais inclinado a muita ação, especialmente nos quesitos tiroteios e violência. Ele dirigiu este que podemos considerar um belo e respeitável Western, gênero em que ele não só se destacaria, e que também passaria envolvido por grande parte do resto de sua carreira dirigindo vários outros como: "Brandy", "O Vingador da Califórnia", "A Vingança de Ringo", "As Pistolas não Discutem", "Um Trem para Durango".

Caiano é um artesão que dirigiu todos os tipos de gêneros, como Sandalha e Espada [Peplum] "Ulisses contra Hércules", "Os Dois Gladiadores", ¨Maciste Gladiador de Esparta¨ e filmes de Terror Europeu: ¨Olho no Labirinto¨ e até mesmo filmes Pornonazistas.

Nunca considerado pela crítica como um bom diretor assim como tantos outros na época, hoje são reconhecidamente bons diretores, sabendo-se de seus recursos para a época em que trabalharam.

Seus trabalhos hoje são reconhecidamente aceitáveis como documento de estudo e apreciação por estudiosos e colecionadores de obras europeias.
 
No livro da Biografia de Steffen, o qual já li três vezes, tem uma menção curiosa de William Berger que conta que na cena da travessia da ponte de madeira em que por sua largura, só passa um cavaleiro por vez, Steffen teria ficado com medo da precariedade da construção dela e recusou-se a filmar a cena sobre ela alegando que o seu cachê não compensaria o risco, então colocaram um dublê para fazê-la.

Berger era um atleta em artes marciais e exímio acrobata e aparece realmente na cena sobre a ponte, mas logo na cena seguinte surge Steffen, já do outro lado dela.

Gostaria de ver a cópia completa e confirmar uma foto em que Steffen está em pé sobre a ponte de frente a William Berger [foto 1] ou seria uma montagem para propaganda. Se algum leitor puder confirmar, por favor deixe observação em comentários.

Gosto muito deste filme e nada mais justo do que elaborar uma legenda/subtitle srt. ptbr para os fãs e amigos que disponibilizo aqui exclusivamente para compartilhamento aos leitores e apreciadores deste blog.

Através desta legenda, outras línguas poderão ser traduzidas e adaptadas para que todos possam entender ao filme completo.

Acrescento ainda que todos os comentários serão bem vindos após o download desta legenda que foi sincronizada para este filme em versão com áudio italiano disponibilizado no Youtube.
Para outras versões, esta legenda deverá ser resincronizada dependendo da velocidade dos FPS "flames por segundos".


Link Disponível no Youtube:
Extensão do vídeo: MPEG-4
Resolução: 640x344 pixels
Tempo de duração: 90 minutos
Qualidade do vídeo: AVI
Velocidade: 25 FPS
Codec de áudio: AAC
Tamanho 343 MB
Extensão de tela: 16:9                                                    
Idioma: Inglês
Legenda: Português SRT 

09 março 2016

Un Treno Per Durango [Um Trem Para Durango] Especial Brasil


Um Trem para Durango - Brasil
Un Treno per Durango - Itália
Train for Durango - USA
Влак за Дуранго - Bulgária    
Helvedesbanden fra Mexico - Dinamarca    
Un Tren para Durango - Espanha    
Viimeinen juna Durangoon - Finlândia    
Un Train pour Durango - França    
Ena Traino gia to Durango - Grecia     
A Durangói Vonat - Hungria   
Ett tåg till Durango/Sista Tåget till Durango - Suécia
Der Letzte Zug nach Durango - Alemanha


Direção: Mario Caiano (William Hawkins)
Escrito: Mario Caiano, José Gutiérrez Maesso e Duccio Tessari
Duração: 90 minutos
Produção Itália e Espanha 06 de Janeiro de 1968
Co Produção: M.C.M. e Tecisa
Produção: Bianco Manini
Música: Carlo Rustichelli e Bruno Nicolai  
Fotografia: Enzo Barboni   
Edição: Renato Cinquini   
Gerente de Produção: Ferruccio De Martino
Distribuição original no Brasil: Century vídeo



Anthony Steffen - Gringo
Mark Damon - Brown
Dominique Boschero - Helen
Roberto Camardiel - Lobo
José Bódalo - Lobo/Chefe Mexicano
Manuel Zarzo - Heraclio/Capanga de Lobo
Aldo Sambrell - Capitão Exército Mexicano
Enrico Maria Salerno - Lucas
Rafael Albaicín - Capaganga de Lobo
Simón Arriaga - Capanga de Lobo
José Canalejas - Manuel/Capanga de Lobo
Tito García – Pedro/Ticket do Trem
Goyo Lebrero - Gonzalez
José Manuel Martín - Revolucionário
Joaquín Parra - Capanga de Lobo
Lorenzo Robledo - Escolta no Trem
e com Mirella Manini, Ric Burton Jr. e  Arturo Fuento.


Anthony Steffen estrelou este filme em 1967, dirigido por seu velho conhecido Mario Caiano sob o pseudônimo de William Hawkins e produzido por Bianco Manini, responsável pelo explosivo personagem Gringo.
O filme tem outro militante no elenco, Enrico Maria Salermo, um excelente intérprete, dublador de Clint Eastwood em “Por um Punhado de Dólares” e futuro diretor de dramas europeus. Em “Um Trem para Durango” constitui-se uma sátira aos Zapata-Spaghetti, ao ciclo, não à ideologia.

A divertida trilha sonora do veterano Carlo Rustichelli acompanha muito bem o ritmo da aventura. A ação começa quando revolucionários mexicanos atacam um trem, roubam um cofre cheio de ouro e raptam a jornalista Hélène (Dominique Boschero). Entre os passageiros, apenas o norte-americano e aventureiro Gringo (Steffen) e o mexicano Luca (Salermo) sobrevivem.


A dupla se apodera das chaves do cofre e parte em busca dos rebeldes. Gringo pretende resgatar Hélène e botar as mãos na fortuna roubada. A seu parceiro, somente a fortuna interessa. Frequentemente envolvidos em enrascadas, os anti-heróis são salvos diversas vezes por um cavalheiro misterioso (Mark Damon) a bordo de um automóvel Oldsmobile. Munido de pistola, rifle, metralhadora e granadas, a princípio ele se apresenta como Brown.

Depois, revela ser o major Samuel Lee Barrett, incumbido pelo Exército dos Estados Unidos de recuperar o ouro roubado. Em conclusão. Descobre-se que ele não passa de um vigarista ianque de nome MacPherson. Brown/Barrett/McPherson abandona Gringo e Luca no meio do deserto e foge com o ouro e Hélène na verdade é sua esposa.


Na pele da mulher do trambiqueiro, a francesa Dominique Boschero esbanja malícia. A atriz, cujo currículo inclui trabalhos ao lado do conterrâneo Jean-Paul Belmondo, da italiana Gina Lollobrigida e do norte-americano William Holden, relata lembranças: “Caiano era diretor talentoso; Steffen, uma pessoa simpática; Enrico, muito complicado. Ele pregava ideias comunistas o tempo todo, a não ser quando estava bebendo, Quanto ao Mark, íamos nos casar. Contudo o relacionamento não seguiu adiante”.

O norte-americano Mark Damon começara a carreira na Hollywood dos anos 1950 em filmes B, mas sagrou-se astro na Itália na década de 1960.


Enzo Barboni foi o diretor de fotografia de Caiano neste filme e posteriormente usaria o pseudônimo de E. B. Clucher para dirigir “Chamam-me Trinity” (1970) e “Trinity Ainda é Meu Nome” (1971). Nesses dois westerns de enorme sucesso, Mario Girotti [Terence Hill] e Carlo Pedersoli [Bud Spencer] são os irmãos Trinity e Bambino. Esfarrapados como Gringo e Luca, eles vivem igualmente metidos em encrencas.
O filme com Steffen e Salermo aposta na comédia de situações; a série protagonizada por Hill e Spencer, no pastelão.


Teria sido deste filme uma suposta ideia da criação dos personagens da série Trinity, tendo em vista o envolvimento direto de Barboni Em “Um Trem para Durango”? Quem sabe? A despeito do tom humorístico, “Um Trem para Durango” evidencia influências comunistas do diretor Caiano e do produtor Manini. A Revolução Mexicana merece várias menções no roteiro do próprio Caiano e Duccio Tessari criador da série “Ringo” e diretor de outros Espaghetti-Político-Satírico, como em “Uma Dupla de Mestres” (1971).


O ouro roubado do trem pertence à fábrica norte-americana Colt, acusada de fornecer armas à ditadura de Porfírio Diaz. Ainda sobram farpas à crise econômica. Uma das cenas mais arriscadas da carreira de Steffen está neste filme onde Gringo e Luca, são enterrados até o pescoço no chão e um bando de cavalos galopa em sua direção.

Os cascos dos cavalos não atingem Steffen e Salermo por centímetros. As imagens evidenciam não haver dublês em cena. Steffen comenta que conseguiu fazer a cena porque era jovem e maluco. “Eu tinha que ganhar o pão nosso de cada dia.”


Um filme montado em uma linguagem muito agradável que faz o fã gostar dele. Uma ótima fotografia que atravessa paisagens inesquecíveis como algumas onde fora filmado "Por uns dólares a Mais" e muitos outros. Filmado na Espanha, mas você se sente realmente nas terras áridas do México. No bando de Lobo, faltou somente Frank Braña para completar o time de bandidos que morrem nas pradarias espanholas, mas todos os conhecidos nos filmes de Leone e vários outros estão presentes.

Enrico Maria Salerno [Bandidos] (1967) é Lucas, o companheiro e parceiro mexicano do Gringo. Faz um perfeito e bem desempenhado papel que lembra "Tuco" em (O Bom, o Mau e o Feio); ele é manhoso, sorridente, alegre, otimista mas não é totalmente confiável.

Esta é uma comédia que deu certo no Espaghetti ao contrário de muitas outras tentativas de outros diretores que já descrevi aqui neste blog. O filme tem várias cenas muito engraçadas que realmente faz rir e é uma memorável produção nos tradicionais moldes Espaghettis com um final surpreendente divertido. Inédito na TV Brasileira.


Lucainena de las Torres é um municipio espanhol da provincia de Almería, exatamente situado em Sierra Alhamilla. No ano de 2013 contabilizou-se 650 habitantes. Sua extenção é de 123 km² e tem uma densidade 5,4 hab/km². Encontra-se situada a uma altitud de 542 metros e a 53 kilómetros da capital da provincia, Almería.

Desde janeiro de 2013 Lucainena de las Torres tornou-se parte da rede dos povoados mais bonitos da Espanha. Outros filmes rodados em Polopos foram Cem Rifles (1969), Tepepa (1970), Sledge, o homem Marcado (1970), Johnny Yuma (1966), Deus Perdoa... Eu não (1967), Um Trem para Durango (1967) entre outros.

Links disponíveis na Web:
http://www.filefactory.com/file/6zms7htef9tz/Um%20Trem%20para%20Durango_by_gerson.avi
747 Mb
Formato AVI
Ripped VHS
720 x 540 pixels
Áudio Inglês
Legendas Português

DVDRip
Formato AVI
688 x 304 pixels
Áudio Italiano
Legendas Gregas
http://www.easybytez.com/p8yhnyhdxxf1
http://www.easybytez.com/xv6bws6300d5
http://www.easybytez.com/i283yjr566sa
http://www.easybytez.com/0ab4i4fher8v
http://www.easybytez.com/bwjxkkef120t


Áudio Inglês com legendas automáticas traduzíveis.

05 setembro 2012

Adiós Hombre - Especial Brasil

“Adiós Hombre - Brasil”
“7 Pistolas para um Massacre – Brasil”
“7 Pistole Per Un Massacro”
“Con el Corazon en la Garganta – Espanha”
“7 Pistols For A Massacre - USA”
“Seven Guns For A Killing - USA)

Produção: Itália/Espanha - 1967
Direção: Mario Caiano
Escrito: Mario Caiano e Eduardo
Manzanos Brochero (Eduardo Manzanos)
Música: Francesco De Masi
Fotografia: Julio Ortas e Sergio Martino
Duração: 90 minutos
Co-Produção Coopercines - Madrid e United Pictures - Roma
Locações: Colmenar Viejo – Madri - Espanha

Craig Hill - Will Flaherty
Piero Lulli - Luke Brada
Eduardo Fajardo - Tilly/Tiny
Giulia Rubini – Peggy
Nello Pazzafini – King
Spartaco Conversi – Xerife Pat
Roberto Camardiel – Doutor
Jacques Herlin – Sr. Pink
Nazzareno Zamperla – Tom
Renzo Pevarello – Kid
Massimo Carocci – Nick
Osiride Pevarello – Blacksmith
Aldo dell'Acqua – Jogador de poker
Elio Angelucci - Popular
Eleanora Vargas – Judith
Massimo Carocci, Pino Polidori, Natale Nazzareno, Tomas Pico, Caterina Trentini (Kathleen Parker) e Franco Ukmar.

Um grupo de bandoleiros toma de assalto uma cidade “Pequena Tucson”, e faz toda sua população de reféns dentro de uma igreja, enquanto esperam a chegada de uma diligência com um carregamento de ouro.
Um pistoleiro recém chegado à cidade “Will Flaherty” (Craig Hill) descobre que entre os bandidos há um homem que o levara a prisão injustamente por dois anos através de um julgamento forjado.


Este ex-prisioneiro juntamente com a ajuda de Peggy, a proprietária do saloon e ex-amante tentam libertar a cidade do bando sanguinário e realizar a sua vingança contra o verdadeiro culpado que o levara a cadeia por dois anos.
Na diligência chega também à cidade trazendo de passagem, um grupo de dançarinas, o “Judith Six” com seu empresário Sr. Pin que juntos também sofrerão as barbaridades do bando dentro do saloon onde ficam aprisionados, mas todas as garotas acabam por ajudar a dominar os bandidos assim como toda a população presa na igreja, mas para isso acontecer, a história sofre muitas reviravoltas até o desfecho final com a cidade libertada.
Na foto título desta postagem podemos presenciar sete homens armados, sendo seis pistoleiros no meio da rua e um no telhado do saloon o que poderia sugerir o título do filme mas no filme mesmo morrem dezenas de outros bandidos contratados de Luke, Tilly e do Doutor (Piero Lulli, Eduardo Fajardo e Roberto Camradiel).


Um filme sem muita ação a cavalo e correria habitual, mas com um suspense muito bom.
Você fica aguardando a próxima cena e não sabe realmente o que poderá acontecer.
Uma realização humilde com boas atuações de Eduardo Fajardo (Major Jackson de Django),
Piero Lulli, impecável como articulador de falcatruas contra Will e Roberto Camardiel que também está em destaque como um dos líderes dos bandidos “O doutor” e que com a boa edição de Gianmaria Messeri; Com uma produção de design de José Luis Galicia, Jaime Pérez Cubero e Maria Gelmetti fez muito sucesso na época inclusive nos cinemas brasileiros.


Outra presença importante no filme é a da atriz Giulia Rubini que teve outras atuações
no Espaghetti como em (1966 Ringo e Sua Pistola de Ouro "Jane Norton"), (1968 Uno Straniero a Paso Bravo "Anna”'), (1965 Pistoleiros do Colorado "Nina a garota do Saloon"), em (1964 Le Pistole non Discutono "Martha Coogan") e em (1963 Il Segno del Coyote "Beatrice") e aqui interpreta especialmente a raríssima canção tema "The only girl he loved" que ficou conhecida mundiamente.


Realizado em Abril de 1967 e exibido também na TV brasileira pela Band em 11 de fevereiro de 1985, 02 de Junho de 1986, 12 de fevereiro de 1987 e 20 de Junho de 1987.
A semelhança de Craig Hill com Terence Hill na época fazia com que muita gente confundisse os dois atores.


Agradecimentos aos colaboradores nesta postagem, Marcos Maurício Lima de Belo Horizonte - Minas Gerais e Silvio Pereira da Silva de Baurú - São Paulo.