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07 junho 2017

Kong Island "Eva, A Vênus Selvagem" [Eva, La Venere Selvaggia] Com a atriz brasileira Esmeralda Barros "Especial Brasil"


Eva, A Vênus Selvagem - Brasil
Eva, La Venere Selvaggia - Itália
Eve, The Wild Woman - Usa
Kong Island - Usa
Eva, A Vênus Selvagem - Brasil
L'esclave De L'île Des Gorilles - Canadá
Évs, La Vierge Sauvage - Canadá
Jungle 2000 - França
Lefkoi Gypes Sti Mavri Ipeiro - Grécia
Oi Drapetes Tou Vasilia Kong - Grécia
To Nisi Tou King Kong - Grécia
Kong En La Selva Perdida - México
King Of Kong Island - Usa
Eva, Das Mädchen Aus Dem Dschungel - Alemanha
King Kong Und Die Braune Göttin - Alemanha
Nackt Unter Affen - Alemanha


Direção: Roberto Mauri (Robert Morris)
Escrito: Walter Brandi, Roberto Mauri e Ralph Zucker
Produção: Itália, 29 de Setembro de 1968
Co Produção: Three Star Films
Duração VHS: 92 minutos
Duração DVD: 85 minutos
Produção: Walter Brandi
Produtor Executivo (Brad J. Harris) Brad Harris
Música: Roberto Pregadio         
Fotografia: Mario Mancini          
Edição: Nella Nannuzzi
Dublês: Brad Harris
Dick Randall - Narrador


Brad Harris - Burt Dawson
Esmeralda Barros - Eva/A garota Selvagem
Marc Lawrence - Albert Muller
Ursula Davis - Diana
Adriana Alben - Ursula
Mark Farran - Robert
Aldo Cecconi (Jim Clay) - Theodore
Paolo Magalotti  (Paul Carter) - Turk
Mario Donatone (Dan Doney) - Forrester/interpol
Miles Mason - Malik/O Gorila
Gianni Pulone (Bianni Pulone) - Pagamento no roubo
Emilio Messina - Mercenário de barba atirador no roubo
Gino Turini (John Turner) 


Um “Rarecult” dos anos 60 com a participação da atriz brasileira Esmeralda Barros que atuou na Europa e que também estrelou alguns Espaghetti Westerns como em: “O Colt Era o Seu Deus” (1972, “Aquela Alma Maldita” (1971) “Um Homem Chamado Django” (1971), “Django Contra 4 Irmãos” (1971) e “Peça Perdão a Deus,Nunca a mim” (1968).

É mais uma homenagem que faço aqui a esta atriz da qual se sabe que encontra-se ainda em vida no Brasil residindo no estado do Rio de Janeiro ou na Bahia, onde nasceu mas não é certo.

Decidi fazer esta “legenda/subtitle” no idioma Português para que outros fãs da atriz possam assistir a esse filme fraco e ingênuo da sua carreira, mas documental para sua filmografia já que também não existia uma legenda para este filme.

Esta legenda é mais uma exclusividade deste blog sabendo-se que só exista uma cópia com áudio em inglês deste filme legendado no idioma grego o qual esta serviu para a base de tradução para elaboração desta subtitle em português.
O último trabalho creditado de Esmeralda Barros foi na novela “Uma Esperança no Ar” de 1985 televisiva produzida e transmitida pela rede SBT de televisão.

Um cientista perturbado faz experimentos científicos implantando receptores eletrônicos de rádio nos cérebros de gorilas na selava de Nairobi a fim de controlá-los planejando criar um gorila guerreiro e em seguida testar em humanos e com isso dominar o mundo. Ele acredita realmente conseguir controlar a humanidade usando a mesma metodologia dos seus gorilas. Um cientista totalmente desequilibrado.


O espécime humano escolhido para ser o pioneiro em receber o experimento é o mercenário Burt Dawson por ser forte, inteligente e corajoso. Uma espécie de variação dos filmes de King Kong.

A versão americana foi promovida como "King of Kong Island", mas foi simplificado pra "Kong Island". Uma simples, e ingênua produção italiana no exterior dirigido por Roberto Mauri com o título “Kong Island”, embora no filme não haja ilhas, nem mesmo gorilas gigantes.

O roteiro gira em torno mesmo é do sequestro de Diana (Ursula Davis) pelos gorilas em um safári na selva em busca da lenda do tesouro do Macaco Sagrado e a sua procura e o seu resgate por Burt Dawson (Brad Harris). Aqui aparece Eva, uma garota que cresceu na selva que salva o aventureiro, quando a equipe é atacada e destruída por nativos hostis.

"Kong Island" era outro desses filmes que tinham uma música interessante e que realmente era fascinante com guitarra distorcidas combinadas com kalimba, percussão louca e inteligente e psicodélico, o que era moda na época.

É meio confuso no titulo original levar o nome de “Eva, a garota da selva” mas a história realmente é sobre a luta entre Burt e o malvado Albert Muller, interpretado por Marc Lawrence. “Você terá a honra de ser o primeiro humano a ser meu escravo.”

Como dublê, músico, o ator Brad Harris teve uma carreira muito bem sucedida também como diretor na era de ouro dos filmes "Sandália e Espada" e faz aqui um mercenário aventureiro. 

Conhecido no Brasil como "Eva, a Vênus Selvagem", é um daqueles filmes de “ficção do absurdo” da década de 60. Roberto Mauri dirigiu muitos destes filmes e aqui ele escolheu a selva de pano de fundo e como mencionado no título, não há nenhuma ilha real, tampouco.


Para quem procurar encontrar por um filme na linha "King Kong" ficarão desapontados e aqueles sedentos de verem a atriz Esmeralda Barros em cenas eróticas e picantes também. Aqui ela é uma mulher da selva errante, totalmente ignorante e selvagem mas mesmo assim a sua presença é interessante.
O nosso herói Burt Dawson, aventureiro e mercenário lidera uma equipe de resgate em busca de Diana. Eles atravessam a selva na caça aos gorilas e eventualmente encontram a misteriosa mas adorável Eva (Barros). Ela fala com chimpanzés e outros animais e parece saber onde para onde Diana foi levada, mas ela não fala a língua dos humanos.

Há também um casal de ambiciosos que é Ursula (Adriana Alben) e Theodore (Aldo Cecconi) que interpretam um show secundário com muitas brigas entre eles. Apesar de ter sido feito na década de 1960, você se sente ambientado na década de 1940 pelas paisagens, hotéis no meio da selva, os carros “Jeep”, e as roupas dos atores. Os filmes também eram mais lentos.

O cenário eletrônico para uma ficção também deixa a desejar, tipicamente frágeis e lotados de lâmpadas pisca-pisca sem sentido algum. O herói também é exibicionista. Ele é um indivíduo incrivelmente bonito, forte e inteligente que tira sua camisa para mostrar sua exuberância física. Ele também brinca com o chimpanzé e come bananas antes de relaxar com um cigarro.

Em uma sequência notável, ele aparece em cima de Eva rapidamente como um relâmpago. É um filme complicado para se recomendar.
Há algumas passagens engraçadas às custas dos personagens e das situações, além da qualidade da fita que é absolutamente fraca.


Ver Esmeralda Barros vagando nua na selva não foi uma boa ideia. Ela teria requisitos para ser melhor aproveitada como uma rainha da selva ou coisa do tipo. Kong Island é indicado estritamente para fanáticos e renegados do filme B.

Não é o tipo de filme que pode ser encontrado em qualquer lugar porque caiu no esquecimento e só os mais saudosistas tem interesse, não pelo seu estilo, diálogo, fotografia, roteiro, mas por ser rico em delícias curiosas e às vezes divertidas. É um filme de aventura de safari com infinitas imagens de animais selvagens e uma mulher selvagem.

O filme começa com um roubo da folha de pagamento de 300 mil dólares em dinheiro em algum lugar na selva de Nairobi. Agentes da East African Mineral Company estão transportando o valor num típico Jeep de selva e caem em uma emboscada feita por mercenários, um dos quais (Marc Lawrence) que durante o roubo elimina todos os seus comparsas e colegas bandidos.

Uma vez em posse do dinheiro o líder da gangue (Brad Harris) é também seriamente ferido, no entanto, já poderemos prever a sua vingança que acontecerá nos minutos seguintes.
Um homem com cicatriz no rosto (Paolo Magalotti) é assistente e capanga do médico loco que ajuda implantar os pequenos receptores eletrônicos nos gorilas.


Burt Dawson retorna a Nairobi depois de algum tempo, e está atualmente visitando alguns velhos amigos que presumivelmente eram mercenários. Ursula (Adriana Alben) é sua ex-namorada e, apesar de seus protestos vive com seu marido violento, Theodore (Aldo Cecconi).
Ursula é a segunda esposa de Theodore, pois ele tem um filho e uma filha que respectivamente ambos os jovens tiveram histórias com Burt.

Diana (Ursula Davis) e seu irmão Robert (Mark Farran) aspiram visivelmente fascínio pelo aventureiro Burt. Sob protesto do pai, os dois irmãos planejam uma expedição de caça na selva, a procura do Macaco Sagrado. Robert gostaria muito de ter Dawson em sua viagem mas o ex-mercenário não está interessado.

Burt é convencido por Robert a participar da expedição após desconfiar que o bandido Turk um velho conhecido seu esteja envolvido no sequestro de Diana.
Na verdade a expedição e sequestro da Diana é uma emboscada armada por todos para atraírem Burt ao covil do Dr. Albert para que passe por suas experiências loucas. A trilha sonora é um dos pontos altos do filme.

Esmeralda Barros tenta fazer o ar sedutor selvagem mas o roteiro e a direção não ajuda.
Talvez se os gorilas fossem um pouco mais convincentes teríamos um resultado melhor mas as roupas de couro é motivo de risos.
















FILMOGRAFIA ESMERALDA BARROS

1965 História de um Crápula                   
1966 As Cariocas                       
1966 Cristo de Lama (Madalena)               
1966 Eu Compro Esta Mulher (TV Series)(Escrava)           
1966 Operação Paraíso                   
1967 A Espiã Que Entrou em Fria (kidnapper)           
1967 O Sabor do Pecado (dancer)               
1967 Os Miseráveis (TV Series)               
1968 Eva, A Vênus Selvagem (Eva - The Savage Girl)           
1968 O Homem Nu (Marialva)                   
1968 Peça Perdão a Deus, Nunca a Mim (Conchita)           
1968 Viagem ao Fim do Mundo               
1969 Um Homem e Sua Jaula                   
1971 Aquela Alma Maldita (Zelda, Shannon's Woman)       
1971 Django Contra 4 Irmãos (Pilar)               
1971 Um Homem Chamado Django (Lola)           
1972 Finalmente le mille e una notte               
1972 O Colt Era o Seu Deus (Pacquita)               
1973 O Castelo de Drácula (Lara the Zombie)           
1976 Nelly, pile ou face                   
1977 Elas São do Baralho                   
1977 Presídio de Mulheres Violentadas (Nadir / Marika, Prisoner #6969)   
1978 A Morte E a Morte de Quincas Berro D'Água (TV Movie)       
1978 O Bem Dotado - O Homem de Itu (Pedra)           
1979 Mulheres do Cais                   
1979 O Caçador de Esmeraldas (Indaiá)               
1982 O Castelo das Taras                   
1985 Uma Esperança no Ar (TV Series)



Versão com áudio Italiano disponível no Youtube

26 dezembro 2014

Peça Perdão a Deus... Nunca a Mim [Chiedi Perdono a Dio... Non a Me] (1968) [Presença de dois brasileiros neste elenco]. Subtilte Exclusivas ptbr

Peça perdão a Deus, nunca a mim - Brasil
Chiedi perdono a Dio... non a me
May God Forgive You... But I Won't - USA

Produção: Itália 12 de Agosto de 1968
Direção: Vincenzo Musolino
Duração: 93 minutos
Musica: Felice Di Stefano
Fotografia: Mario Mancini
Edição: Enzo Alabiso
Direção de Arte: Giovanni Fratalocchi

Enquanto Cjamango está longe de sua fazenda, sua família é atacada e morta por bandidos.

Perturbado pela tragédia, ele decide se vingar ajudado por um mexicano [Pedro Sanchez] que testemunhou e pode reconhecer os malfeitores para Cjamango.

Ao longo do caminho, ele descobre que foi o pai de sua noiva que contratou os bandidos para se vingar de uma indignação que ele sofreu no passado pela família de Cjamango.

O filme conta com a presença de dois brasileiros neste elenco: Esmeralda Barros e Celso Faria.

Elenco:
George Ardisson - Cjamango McDonald
Dragomir 'Gidra' Bojanic (Anthony Ghidra)- Dick Smart
Pietro Martellanza (Pete Martell) - Jack Smart
Cristina Iosani - Virginia Stuart
Dante Maggio - Barista
Luigi Pavese - Stuart
Ignazio Spalla (Pedro Sanchez) - Garcia Barrica Ramirez/Barrica
Jean Louis - Scott
Lilli Lembo - Garota de Dick
Franco Pesce - Agente Funerário
Giovanni Ivan Scratuglia - Capanga de Dick Smart
Fortunato Arena - Homem transportando um cadáver nas costas
Esmeralda Barros - Conchita
Remo Capitani - Capanga de Dick Smart
Amerigo Castrighella -  Capanga de Dick Smart
Tano Cimarosa (Gaetano Cimarosa) - Chico
Celso Faria - Jogador de Poker    
Omero Gargano - Jogador de Poker de bigode
Armando Guarnieri - Pai de Cjamango McDonald
Franco Latini - Ajudando do Agente Funerário
Susanna Martinková - Jane, irmã de Cjamango
Riccardo Pizzuti - Caçador de Recompensas barbudo
Aysanoa Runachagua - Capanga de Dick Smart
Dino Strano (Dean Stratford) - Benson
Angelo Susani - Capanga de Dick Smart
Angelo Boscariol - Pistoleiro    
e com Alberico Donadeo


Legenda/Subtitle Poutuguês Brasil:
http://www.opensubtitles.org/pt/subtitles/5509784/chiedi-perdono-a-dio-non-a-me-pb 

22 dezembro 2014

A Morte de George Ardisson na Itália - Mini Biografia por E. Sanches




Um de seus principais trabalhos em sua carreira no mundo do cinema que podemos destacar foi como intérprete interessante no Thriller de Ficção "Occhi Dalle Stelle" (1978) de Mario Gariazzo.
Em 1966, ele também trabalhou com o diretor Nick Nostro para fazer o filme "Ás de Espada, Operação Contra-Espionagem" [Asso di Picche, Operazione Controspionaggio] interpretando com destaque o papel do espião "Lord George Moriston".

Giorgio Ardisson, ator italiano foi nascido em 31 de dezembro de 1931 em Rocca, Canavese, Piedmont, Turin, e era mais conhecido como George Ardisson ou até mesmo com outro pseudônimo Georges Ardisson.

Estreou em um papel menor em 1959 no filme "A Casa Intolerante" [Arrangiatevi!] de Mauro Bolognini.  
Depois de vários papéis secundários nos filmes Espada-e-Sandálias, os Épicos de aventuras como é conhecido no Brasil, lembramos "Hércules no Centro da Terra" 1961 [Ercole Al Centro Della Terra] como "Teseu".

Ele ganhou enorme sucesso como o agente 3S3 nos filmes Euro-Espionagem que originaram várias sequências bem sucedidas como: 

Passport to Hell,  Agent 3S3, Massacre in The Sun, e outros, e que acabou caindo nas graças do diretor Sergio Sollima que o escolheu para este papel graças à sua aparência física com Sean Connery que interpretava o inglês, 007 e George passou a ser conhecido então como o James Bond Italiano.
Mais tarde, além dos filmes de espionagem, Ardisson filmaria outros  vários Euro-Estílos, incluindo o Ítalo-Horror.

Dentre mais de cinquenta filmes em sua carreira, fez também sete Espaghetti Westerns.



Fez algumas comédias eróticas na década de 70 por sua beleza e forma atlética até encerrar a sua carreira em  1992 no filme de ação com influências de artes marciais "Shadow Warriors" dirigido por Max Ferro.

Uma de suas últimas aparições em vídeo foi em 07 de março de 2010 em entrevista à "Fnac Di Torino", um espaço que homenageia celebridades do cinema e da TV Italiana. O evento foi: “E Gli Spy Movie Degli Anni´ 60”.

George Ardisson, nesta tarde demonstrou-se muito atencioso concedendo autógrafos e posando para fotos junto a todos e infelizmente já com a voz debilitada em virtude da doença que já o acompanhava por longa data.

Trecho da entrevista pode ser vista no vídeo "Entrevista George Ardisson" postado por Stefano Bongiovanni  em Junho de 2010, três meses após a realização da entrevista à imprensa.

Curiosamente a atriz brasileira Esmeralda Barros atuou em uma breve aparição ao lado de George Ardisson como "Conchita" a mexicana mulher do mexicano "Chico" [Tano Cimarosa] o qual é executado por Cjamango após juntos ouvirem dele a antológica frase título do filme: "Peça Perdão a Deus... Nunca a Mim". 

Este filme foi exibido na TV brasileira em:
08 de Abril de 1982 na TV Bandeirantes (Segunda Sem Lei), 10 Agosto de 1985 e 18 Janeiro de 1986 na TV Gazeta de São Paulo e curiosamente foi o seu maior sucesso no Brasil. 

George Ardisson morreu aos 82 anos de idade em 11 de dezembro de 2014 em sua casa em Cerveteri Lazio, Itália, vitima de uma doença respiratória.


Fimografia Espaghetti Western - Títulos no Brasil

1963 - Massacre no Grand Canyon [Massacro al Grande Canyon – (Tully/Rudy Dancer)
1968 - Peça Perdão a Deus... Nunca a Mim [Chiedi Perdono a Dio... Non a Me] – (Cjamango McDonald)
1968 - Ou Tudo ou Nada [O Tutto o Niente] – (Amen/Johnny)
1968 - Zorro Ataca de Novo [El Zorro Al Servicio De La Reina] – (Riccardo de Villaria/Don Diego/Zorro)
1968 - Zorro, O Justiceiro Mascarado [El Zorro](Don Diego di Alcantara / Zorro)
1970 - Chapáqua, O Solitário  [L'oro Dei Bravados]– (Jack “Doc” Harrison)
1970 - Django Desafia Sartana [Django sfida Sartana]– (Sartana)

29 outubro 2013

Esmeralda Barros Trilogia Espaghetti Western com Luigi Batzella - 1

Aquela Alma Maldita - Brasil
Quelle Sporche Anime Damnate 
Paid In Blood - USA
Itália – 14 de Novembro 1971 

Direção: Luigi Batzella (Paolo Solvay) 
Duração: 92 Minutos 
Música: Elsio Mancuso 
Escrito: Aldo Barni 
Fotografia: Giorgio Montagnani 


Edição: Piera Bruni 
Produção: Mario de Rosa Produção: Constution Film

Jeff Cameron – Tom Carter
Donald O´Brien – Lee Rastus (Rast)
Krista Nell - Cora
Alfredo Rizzo – Jack Buchman
Edílio Kim – Doutor Lassiter
Sophia Kammara – July
William Mayor – Bill Joeys
Gianfranco Clerici (Marco Davis / Mark Davis) - Shannon
Esmeralda Barros – Zelda 
Attilio Dottesio – Xerife
Franco Daddi – Killer
Gianclaudio Jabes (Jean Claude Jabes) – Ringo Brown
Lorenzo Piani - Jerry Carter
Giulio Baraghini – Slady
Mauro Mannatrizio, Xiro Papas, Alessandro Perrella, Laila Shed, Angelo Susani e Gino Turini.

O pistoleiro Tom Carter, chega a cidadezinha de Greenwaters para vingar a morte de Jerry, seu irmão assassinado e roubado, pouco depois de sacar todo o seu dinheiro do banco para se casar com Cora (Krista Nell), a garota do saloon.

Tom descobre que um rico e ganancioso proprietário de terras chamado Shannon, com a ajuda de seu braço direito Lee Rastus (Rast), e seu

bando vem forçando os fazendeiros locais a venderem suas terras para ele por uma ninharia e para isso causando o terror na região.

Tom é ajudado por um velho minerador de ouro, Jack Buchman, que também resiste a Shannon.

Tom é salvo e refugiado pelo velho Buchman em um atentado de Rast.

Tom é suspeito de Cora, mas ela também o ajuda a desmascarar o verdadeiro assassino de seu irmão. Shannon a todo custo tenta eliminar o velho Buchman para apoderar-se de suas terras, mas Tom consegue atrapalhar as inúmeras tentativas.
Tom é informado pelo médico, de que chega em Greenwaters um homem mortalmente picado por uma cobra e lhe confessa que o assassino de Jerry é o bandido Ringo Brown por ordem de Shannon.
Um ataque maciço é feito à pequena fazenda de Buchman.

Na sequência, Tom e o velho Buchman, juntos começam a exterminar o bando de Rast e Shannon é morto por Tom que após concluir sua vingança parte abandonando para sempre a cidadezinha de Greenwaters levando consigo sua mulher, Cora.

Os confrontos habituais e heroísmo acontecem o tempo todo embora Batzella dirigisse o filme sem muito entusiasmo.

As interpretações também são muito fracas e somente Donald O´Brien salva algumas cenas de crueldade.

Grande parte do elenco voltaria com Batzella em mais duas sequencias, acreditem se quiser.

Incrivelmente é um filme muito cultuado em todo o mundo hoje talvez pelo apelo do título que ficou muito marcante.

Boas sequências musicais também são notadas neste filme.

Exibido na TV Record no Brasil em: 25 de março 1982 – 12 de janeiro 1983 – 25 de julho 1986 e pela última vez em 27 de maio de 1987.

Clip “Aquela Alma Maldita – Entrevista com Paolo Solvay [Luigi Batzella]”

 
Agradecimentos à Marcos Maurício Lima - Belo Horizonte - MG - Brasil.

Esmeralda Barros Trilogia Espaghetti Western com Luigi Batzella - 2

Django Contra 4 Irmãos - Brasil
Anche Per Django Le Carogne Hanno Un Prezzo
Django´s Cut Price Corpses - USA Itália - 08 de maio 1971

Direção: Luigi Batzella (Paolo Solvay) Duração: 92 Minutos
Música: Vasco Vassil Kojucharov Escrito: Mairo De Rosa e Gaetano Dell´Era


Fotografia: Giorgio Montagnani
Edição: Luigi Batzella
Produção: Diego Alchimede
Co-Produção: Constution Film e Manuelli Italiana Film.


Jeff Cameron – Django
John Desmont – Pickwick
Esmeralda Barros – Pilar
Gengher Gatti – Xerife Fulton
Edilio Kim – Ramon
Willian Mayor – 1º. Irmão de Ramon Dominique Badou - Susan
Angela Portaluri – Donna Dolores Mario De Rosa – 3º. Irmão de Ramon Franco Daddi – 2º. Irmão de Ramon Laila Shed – Mulher da Pousada Gianfranco Clerici – Pedro Ramirez
e com El Meteco, Gennaro Masimo, Renato Zamperla, Wladimir Daddi, Franco Marletta, Fabio Garriba e Gianclaudio Jabes.

 “Até para Django os Cadáveres Têm Preço”, este deveria ser o título no Brasil se fosse ser considerado ao pé da letra mas foi lançado como “Django Contra Quatro Irmaõs”.


Segundo filme da trilogia dos Westerns de Batzella. Depois de um assalto ao Banco de Silver City nos EUA, os “Irmãos Cortez”, mexicanos atravessam a fronteira em direção a seu país, perseguidos pelo Xerife Fulton, por Django e pelo extravagante jogador Pickwick em busca de uma sela roubada.

Django Unchained, de Quentin Tarantino é apenas a mais recente imagem para invocar o sucesso mundial do filme Django original de Sergio Corbucci.
Após o primeiro, inúmeros Westerns da Djangomania seguiram-se a partir deste lançado em 1965. Aproveitando-se do fato de que o personagem "Django" é muito popular até hoje, poderia mais uma vez levá-lo às telas em 2013 contando mais uma vez as aventuras no oeste deste nome de influência e origem cigana.
Inevitavelmente, a ressurreição de Django no filme de Tarantino, tem atraído a volta dos outros Djangos às locadoras Americanas, embora não tanto quanto se poderia esperar.


Django Unchained reacendeu mais uma vez o Western e assumiu uma liderança na procura destes filmes conforme dados das empresas Home-Video é Timeless Media Group, uma empresa que está esculpindo um nicho para si mesmo colocando Westerns de TV em vídeo ao liberar uma digna coleção Spaghetti Western de volta em 2013.


A Editora Timeless colocou para fora dois DVDs duplos que estavam sepultados a um bom tempo na América. O filme comentado aqui, dirigido por Luigi Batzella sob o pseudônimo de Paolo Solvay, está desfrutando mais uma vez de audiência americana em DVD de estreia graças a Timeless e Tarantino.
Neste lançamento da Timeless, nota-se que a procura por Django, seja lá qual for o personagem ou o ano em que fora produzido e por mais fraco que seja, vende bem.

Foi filmado em locais de mais vegetação verde e terreno acidentado para uma história ambientada na fronteira EUA-México.

O destaque dado a John Desmont em seu papel no filme só conhecido como o jogador Pickwick, um grande, corpulento, bem ao estilo Bud Spencer bebendo leite, com socos e jogando seus oponentes sobre mesas em uma cantina, carrega uma sela o tempo todo, o que pode ter influenciado Tarantino a fazê-lo com Jammie Fox em seu Django.

Jeff Cameron aqui com Django em que algumas versões nem é citado o seu nome, também fez dois filmes como o personagem Sartana.


Vestido com um colete peludo que parece mais europeu do que o americano, Pickwick tem um slogan vazio (Pelo grande touro de Bashan!). Suas travessuras não letais reduzem instantaneamente ao nível humorístico, se ele está brigando interminavelmente na cantina ou então segurando um bando de homens armados a cavalo, a sua sela está sempre junto. Ele passa a ter um ódio contra os irmãos Cortez, após ser traído em um jogo de cartas, e ter sua sela roubada por eles e que sempre se lamenta por ser presente de seu avô.


Em um encontro na cantina, mostra-se disposto a juntar-se a Django em busca da recuperação da sua sela roubada pelos irmãos Cortez. Pickwick também tem problemas com sua memória de curto prazo.
Quando Django o ajuda em uma emboscada, e ele começa a lutar com o seu salvador, porque ele não tem ideia de quem seja Django, momentaneamente. Assim como em “Por um Punhado de dólares”, Django também ordena ao agente funerário para deixar quatro caixões prontos na cidade assim que toma conhecimento do sequestro da sua amada Susan.

Mas o agente bancário Fulton (Gengher Gatti) não quer que Django mate os irmãos Cortez imediatamente, ele está esperando que os bandidos de alguma forma mostre-lhe onde o saque do roubo ao banco está escondido para que ele possa recuperá-lo.
Após muitas reviravoltas descobre-se que Fulton é na realidade um agente federal procurando resgatar o dinheiro, mas com um grande prêmio pela cabeça dos Cortez.


Até mesmo Pedro e Dolores que são a proprietários da cantina, também se envolvem na trama com a intenção de se apoderarem do saque do banco.
Batzella/Solvay, nessa sequência de sua trilogia deixa evidente, que precisava de mais talento obviamente se pretendia mais uma vez resgatar o Espaghetti.
Sem inspiração, ele pareceu incapaz de estabelecer ou manter qualquer tipo de impulso dramático, como ele prova imediatamente numa luta interminável de Pickwick na cantina. O que pode ser destacado é que visualmente os locais certamente são diferentes do rotineiro.

Talvez o mais diferente elemento da história seja o fato de que os irmãos Cortez tenham uma irmã Cortez em seu bando e por isso pela lógica o titulo do filme deveria ser "Django Contra Cinco Irmãos".
Pilar, a brasileira Esmeralda Barros usa uma bandana em seu sombrero e é confundida com um menino por todos, até que alguém sacode os cabelos soltos mais tarde.
A voz dublada Inglês e mulata como ela de Ilhéus - Bahia – Brasil, retrata bem um bandoleiro mexicano.

Não era de costume ter bandidos femininos em Spaghetti Westerns, geralmente mulheres que lidavam com armas estavam sempre junto a revolucionários como em "Il Mercenário e Quien Sabe!”.

Pilar é só mais um bandido como a todos os seus irmãos, mas durante o tiroteio apoteótico final, Django é muito gentil e cavalheiro para matá-la.

Ela acaba sendo abatida por um de sua própria  gangue, por engano.
Ao final, desmembrando-se toda a desorganização
criada na edição;

Django fica com o amor de Susan, a jovem recém- tirada da escravidão, refém dos bandidos e recebe os prêmios das recompensas;
O agente Federal Fulton consegue reaver o dinheiro do banco;
Picqwicq por sua vez tem um bom motivo em alegrar-se ao ver sua sela recuperada na qual havia escondido nela um documento da herança da fazenda de seu avô deixada para ele.

A música com o melancólico trompete de Vassil Kojucharov lembra muito as trilhas de Coriolano “Lallo” Gori e dá a este Western Spaghetti realmente ainda algum crédito lembrando que Gori fez grande parceria com Fidani em seus filmes.
Foi lançado com áudio original em italiano ou dublado em português em versões para o cinema.

A edição em Blu-Ray e edição de DVD de filme completo fora relançado nos EUA em versão Inglês e Alemão.

Exibido na TV Brasileira em Bang Bang à Italiana da TV Record em 19 de Janeiro 1983.  

Clip “Django Contra 4 Irmãos”




Versão áudio Inglês disponível no Youtube

Esmeralda Barros Trilogia Espaghetti Western com Luigi Batzella - 3

O Colt Era o Seu Deus - Brasil
A Pistola Era Seu Deus - Brasil
La Colt era il suo Dio
God Is My Colt .45 - USA


Itália - Alemanha - 18 de Novembro
1972

Direção: Luigi Batzella (Dean Jones) e participação de Joe D'Amato (não creditado)


Duração: 87 minutos
Música: Vasco Vassil Kojucharov
Escrito: Luigi Batzella (Ivan Katansky) e Arpad DeRiso
Fotografia: Giorgio Montagnani
Edição: Paolo Solvay (Luigi Batzella)
Produção: Theo Maria Werner
Co-Produção: Produzioni Cinematografiche Internazionali Virginia e Regina Film.

Jeff Cameron (Goffredo Scarciofolo) - Capitão
Mike Jackson
Donald O'Brian - Chess
Krista Nell - Mary
Gino Turini (John Turner) - James Klinger
Attilio Dottesio - Xerife Brad Cohen
Alfredo Rizzo - Velho Ted
Sophia Kammara - Julie
Gianfranco Clerici (Mark Davis) - Manuel Esmeralda Barros – Paquita
William Major - Richard
Mauro Mannatrizio - Major
Giulio Bargaghini - Bart
Franco Daddi - Bandido que ouve fantasma
Xiro Papas - Pablo
Laila Shed - Mulher do saloon no piano
Angelo Susani - Careca da Taberna
Gian Caludio Jabes - Com bigode na Taberna
Alessandro Perrella - Pistoleiro roupa preta emboscada em Landford City e com Irio Fantini e Aniello Palladino (Nello Palladino).


Em mais este tributo à brasileira Esmeralda Barros em que recentemente tive o conhecimento de que ela ainda está viva e no anonimato, vou explorar um pouco de uma trilogia com toda essa equipe e elenco que aqui serão detalhados.
O prolífico cineasta Luigi Batzella que usou severamente diferentes vários pseudônimos nas produções de seus Spaghetti Westerns dirigiu essa trilogia entre 1971 e 1972.
A variação de pseudônimos neste aqui é um exagero. Batzella escreveu o filme como "Ivan Katansky", dirigiu-o como "Dean Jones", e editou seus créditos como "Paolo Solvay".
Ele gostava muito da atuação de Donald O'Brien, aqui como no mesmo personagem do primeiro “Aquela Alma Maldita” Chass é um dos cabeças de uma gangue de foras da lei que dominam a cidade de Landford City na divisa de Lameda na fronteira com o México apoderando-se de terras dos pequenos rancheiros e uma em especial, a mina de prata do rancheiro Burton Pryor, pai de Mary no valor de um milhão de dólares.



Krista Nell é Mary, uma dançarina do saloon  refém
destes bandidos liderados por Manuel, um líder local com mão de ferro que recebe ordens de James Klinger.


Klinger em poder do mapa estabelecesse no México escondido enquanto Mary é prisioneira refém de Chass e Manuel em Landford City.

Ela ajuda seu ex-namorado, o Capitão do exército, Mike Jackson recém-chegado a cidade até então incógnito com licença de cinco dias do exército para desbaratar esta gangue e descobrir o paradeiro do agente federal, James Klinger, enviado anteriormente a dois anos para investigar os crimes e desapareceu misteriosamente.


Uma trama muito interessante quando se percebe que de dois de seus Westerns produzidos e com a edição de mais vinte minutos de fita adicionais com outros personagens e atores, ele consegue tecnicamente na mesa de edição montar este que seria o terceiro e último de uma trilogia, basicamente com os mesmos atores e mesma equipe técnica de "Quelle Sporche Anime Dannate" (Aquela Alma Maldita - 1971) e “Anche Per Django Le Carogne Hanno Un Prezzo” (Django contra 4 Irmãos – 1971).


A edição do filme ficou um pouco complicada mas genial, tendo em vista que a edição fora feita pessoalmente por Batzella neste e no anterior “Django Contra 4 Irmãos”, parecendo que ele já previa criar um terceiro já premeditando situações na edição dos dois primeiros feitos em 1971.
Por isso percebe-se o esforço de montar um terceiro filme sem o uso do set.
Muito inteligente e econômico em misturar cenas de todos os três filmes.


Bom para a nossa brasileira, Esmeralda Barros que apareceria nos créditos dos três filmes. Este foi o terceiro e último Western de Batzella e por muitos foi considerado o melhor da trilogia.
Dois bons atores, Jeff Cameron e Donald O'Brien e uma humilde direção, foram suficientes para concretizar estas três fracas mas cultuadas sequencias.


Esmeralda Barros na primeira metade do filme compartilha com os bandidos o domínio da região como a mulher do chefe Manuel e sendo obrigada a fugir com Manuel para o México e caçados por Mike Jackson, ela se disfarça de um peão mexicano para escapar e nota-se perfeitamente em cenas sem cortes que ela montava e cavalgava de verdade o seu cavalo e inclusive em galopes acelerados pelas estradas acidentadas. Situação difícil para mulheres nestes filmes.


Houveram alguns rumores de que Gordon Mitchell ajudou nas despesas deste último. O herói favorito de Batzella e o único que aceitou o papel para seu Django foi Jeff Cameron, o ator de nariz achatado e cabelos compridos médio, que começou como um extra em (Arizona Colt) antes de fazer seu primeiro Western com Demofilo Fidani.
Neste filme, vemos Donald O'Brien, fazendo sua segunda participação neste Western dirigido por Batzella, e aqui não foi muito feliz em seu desempenho.

A trilha sonora de Vasco Vassil Kojucharov é muito boa e acompanha o ritmo da ação nos três filmes.

Uma combinação dos outros dois é claramente notada nas cenas repetidas introduzidas neste.

Tenho os três filmes e chego à conclusão de que não são filmes ricos em roteiro, ação e violência, mas são apreciáveis pela ambientação e esforço do diretor em se fazer filmes sem dinheiro assim como a audácia de Fidani.

Este filme nunca fora exibido na TV brasileira e sua cópia legendada em português para o cinema brasileiro se perdeu no tempo.

São cultuados e indicado somente para colecionadores saudosistas e pouco exigentes com grandezas.

Muito bom assistir na sequencia estes três filmes curiosos.  

Clip “O Colt Era Seu Deus”

12 maio 2010

ESMERALDA BARROS - BRASIL NO WESTERN SPAGHETTI 19


Esmeralda Barros.
1971 - ANCHE PER DJANGO LE CAROGNE HANNO UM PREZZO
A Pistol for Django
Django's Cut Price Corpses (REINO UNIDO)
Even Django Has His Price
DJANGO CONTRA 4 IRMÃOS – (BRASIL)
O primeiro dos 3 westerns dirigido por Luigi Batzella (Paolo Solvay). A atriz brasileira Esmerlada Barros interpreta Pilar em um filme que o diretor procurou usar atores com faces incríveis de crueldade e usou também o dublê profissional da época “Jeff Cameron” como ator . Impossível acreditar no sucesso deste diretor que viria a fazer mais dois westerns inclusive com Esmeralda Barros também.
Com Jeff Cameron, John Desmont, Gengher Gatti, Mario de Rosa, Franco Daddi e outros.

ESMERALDA BARROS - BRASIL NO WESTERN SPAGHETTI 18

Esmeralda Barros
1971 - W DJANGO!
A Man Called Django!
Viva! Django (USA)
A VOLTA DE DJANGO – (BRASIL)
Direção de Edoardo Mulargia . Com Anthony Steffen, Stelio Candelli, Simone Blondell, Glauco Onorato, Paolo Figlia, Chris Avran, Benito Stefanelli, Ricardo Pizzuti (dos filmes de Trinity) e muitos outros. Um elenco digno de um Western Italiano na época.
Abaixo as pequenas cenas de Esmeralda neste Django com Anthony Steffen.

ESMERALDA BARROS


Uma aparição rara (em uma mesma cena) de Esmeralda Barros e Anthony Steffen na chagada ao Saloon e Esmeralda Barros com Paolo Fíglia (Frank) o chefe de um bando de assassinos.