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08 abril 2025

“Agente Z-55 Em Missão Desesperada” Agente Z 55, Missione Disperata (Itália/Espanha/França 1965) Subtitle/Legenda PTBR/English SRT [25 FPS] Exclusiva Download

Agente Z-55 - Em Missão Desesperada - Brasil
Agente Z 55 missione disperata - Itália
Agent Z-55, mission désespérée - França
Agente Z-55, misión Hong Kong - Espanha
Die Chance ist gleich Null - Alemanha
Desperate Mission - USA
Epikindyni apostoli - Grécia
Prasines maskes, kitrinos thanatos - Gréica
Z-55 De schrik van het verre oosten - Holanda
Dødsengelen - Noruega
Dödsängeln - Suécia
Ett fall för man i Hongkong - Suécia
Desperate Mission - UK
Crossfire - Alemanha
 

Direção: Roberto Bianchi Montero (Robert M. White)
Escrito: Alfonso Balcázar, Roberto Bianchi Montero e Mario Colucci
Música: Francesco De Masi
Fotografia: Mario Bistagne (Ken Foster)
Produção: Itália, Espanha, França, 13 de novembro de 1965.
Duração: 110 minutos
Co Produção: Balcázar Producciones Cinematográficas, Cinematografica Associati (CI.AS.) e Les Films Copernic.
Locações: Barcelona, Catalunha, Espanha e Hong Kong, China.
 

Elenco:

Germán Cobos: Robert Manning/Danny O'Connor/Agent Z-55
Yôko Tani: Su Ling
Gianni Rizzo: Barrow
Maria Luisa Rispoli (Susan Baker): Sally
Milton Reid: To-go
Leontine Snell (Leontine May): Tania
Francisco Sanz: Prof. Larsen (as Paco Sanz)
Bruno Ariè: Capanga de Barrow
José Calvo: Anthony Blade
Giovanni Cianfriglia: Capanga de Barrow
Giuliano Dell'Ovo: Capanga de Barrow
E com Manuel Quintana:Anita Ferrari, George Chow, Alfred Ngo, Frank Oliveras, Carlos Otero e Víctor Vilanova.
Uma coprodução ítalo-franco-espanhola no estilo espião europeu, tendo o bom ator German Cobos como o¨Agente Z-55 em missão desesperada¨ dirigida por Roberto Montero que também ostenta no elenco, Gianni Rizzo, Francisco Sanz e as belas Yôko Tani, Maria Luisa Rispoli e Leontine Snell e outros bons coadjuvantes. Um filme de espionagem europeu mediano com ingredientes usuais e bem conduzido na linha 007. A história é um pouco complicada porque envolvem muitas reviravoltas em meio a agentes e espionagem enquanto o protagonista agente Z-55 agente realiza uma investigação complexa em resgatar um físico nuclear nas mãos de uma máfia chinesa, resultando  em confrontos com muitas lutas, perseguições e tiros.

Uma coprodução ítalo-franco-espanhola no estilo espião europeu, tendo o bom ator German Cobos como o¨Agente Z-55 em missão desesperada¨ dirigida por Roberto Montero que também ostenta no elenco, Gianni Rizzo, Francisco Sanz e as belas Yôko Tani, Maria Luisa Rispoli e Leontine Snell e outros bons coadjuvantes. 


Um filme de espionagem europeu mediano com ingredientes usuais e bem conduzido na linha 007.
Acho que este filme foi prejudicado pela edição que não interligou muito bem os fatos mas em fim, a ação é envolvente, com cenários hoje considerados cult-retrô, exótico, exibindo armadilhas, emoções, ação explosiva, vilões e lutas.

Locais internacionais com hotéis luxuosos na Espanha, França e itália e muito da cidade de Honk Kong na China Vermelha complementando com traições, ocasionando em muitos tiroteios que deixam uma longa fila de cadáveres pelo caminho mas não deixa de ser divertido até o final. 


Esta foi primeira aventura do Agente Z-55 sobre uma série de incidentes e aqui envolvendo o sequestro de um físico nuclear.  O Professor Larsen (Francisco Sanz) foi resgatado de seus captores chineses por uma equipe de especialistas japoneses em Kung-Fu, liderada por um homem de uma mão só, e sequestrado em segredo em uma ilha.
Infelizmente, o agente americano enviado para trazê-lo de volta para casa é assassinado em sua missão, e o Agente Z-55 (German Cobos) é o próximo na fila para dar continuidade na investigação.
 
A investigação leva, pouco a pouco, a descobrir uma rede hedionda de criminosos cujo chefe Barrow (Gianni Rizzo) acaba sendo a pessoa mais inesperada. Finalmente, nosso herói tenta resgatar o infeliz professor e seus segredos atômicos em uma fábrica de fogos de artifício, que foi o local escolhido para a explosão apoteótica do filme.

Um filme de muito sucesso nos cinemas da época em meio aos sucessos de James Bond de Terence Young. Algumas cenas aqui são meio que embaraçosas e sem sentido principalmente em cenas das belas agentes. German Cobos, aqui bem fisicamente ágil e hábil, e na verdade ele realmente executa suas próprias acrobacias. 
 

Esse filme teve um sucesso razoável que gerou outras sequências como: ¨Agente Z 55: Secreto atomico¨ (1967) também conhecido como ¨Tecnica per un massacro¨ que lidava com combustíveis de aeronaves pertencentes a nações da OTAN indicando uma sabotagem sistemática, e o agente Agente Z-55 ou Danny O'Connor/German Cobos é designado para a missão perigosa, com muitas paisagens turcas, pois sua investigação começa na Turquia. 
 

German Cobos foi um bom ator espanhol que interpretou muitas co produções nacionais e internacionais. Atuou em inúmeros Espaghette Westerns filmados na Europa, como: ¨Hombre De La Diligencia¨ de Jose Maria Elorrieta¨, ¨Valor De un Cobarde¨ de Leon Klimowsky, ¨Wanted¨ de Giorgo Ferroni e ¨Blood calls to Blood¨ de Luigi Capuano e outros gêneros de aventura como ¨El halcón de Castilla¨, entre outros. 
 
Conta também com a co-estrela Yoko Tani, que nasceu em Paris e começou sua carreira como dançarina antes de estrear em um filme japonês em 1949. Pequenos papéis se seguiram em produções francesas e japonesas até o final dos anos 1950, quando estreou nos Estados Unidos em 'The Quiet American' (1958).

Elaborei uma tradução para o idioma português e em seguida uma subtitle/legenda no formato SRT para este filme [25fps], para os fãs da espionagem européia tendo em vista não haver nenhuma disponível na Web e disponibilizá-la aqui no blog. 

 
 
Links:
https://youtu.be/8sW381Hg7yE?si=2MmOFjwImFuMWY4C
Áudio Inglês
 
https://ok.ru/video/9335686498904
Áudio Espanhol 
 

Ilustração Fantasia

28 março 2017

A Morte de Alessandro Alessandroni [O Grande Assovio do Cinema] - Especial Brasil


Morre o compositor, maestro, arranjador e multi instrumentista Alessandro Alessandroni na cidade de Roma, domingo dia 26 de março de 2017. Nascido em roma, em 18 de março de 1925 faleceu ao acabar de completar 92 anos de idade.
O anúncio foi feito na sua página oficial do Facebook:

"É com grande tristeza que informo o desaparecimento ontem do mestre Alessandro Alessandroni, nascido em Roma em 18 de Março de 1925, compositor, multi-instrumentista, arranjador e diretor regente de Corais. O serviço memorial póstumo será na casa Namíbia com música e músicos dirigido por seu filho Alex Jr. Alessandroni.”

O mundo da música e do cinema está de luto pela partida do famoso musicionista Alessandro Alessandroni. O mais famoso assobiador da história do cinema. Ele foi um dos maiores compositores do nosso tempo e trabalhou com alguns dos maiores nomes da indústria cinematográfica como Ennio Morricone e Sergio Leone.

No filmes Espaghetti Western assinou obras-primas como "Por um Punhado de Dólares", "O Bom, o Mau e o Feio" e "Por uns Dólares a Mais", conhecidos como a trilogia de Leone-Morricone. Viveu em Roma e sua carreira começou quando ele tinha apenas 13 anos. O apelido de Grande Assoviador foi dado por Federico Fellinieli. Viveu sua carreira musical ativamente até os últimos anos de sua vida, um dos últimos trabalhos foi a colaboração com “Baustelle” para o disco "Amém".


Nos anos 60, foi convidado para trabalhar com os maiores compositores italianos da época, Piero Umiliani, para o qual cantou junto com sua esposa Giulia em Mah-na Mah-na, e o “Inferno Paraíso” de Louis Scattini (1968) com o professor e maestro Armando Trovaioli.
Nos anos setenta trabalha para a ARC da RCA, um rótulo dedicado à canção italiana mais joveme popular, entre elas “Mundo Exótico”, e participou de uma coleção de discos-públicos na qual colaborou com doze canções para a edição de a Canzonissima de 1969.”

Ennio Morricone disse em entrevista a um jornal: Por telefone eu disse a ele: Sandro, desce um momento, aqui na sala, você precisa dar uma assoviadinha para mim. Um assoviadinha, foi o que eu disse e nada mais, mas pensar sobre o que aconteceu depois. Quando vi o filme, eu admiti que ninguém pensou que o resultado fosse ser aquele e em vez disso aquele assovio realmente mudou tudo.

Alessandro Alessandroni, o mestre além dos filmes de Leone, teve participações emblemáticas com outros parceiros e foi um grande profissional. Morricone também disse que ele tocava muito bem a guitarra, era excelente em dirigir corais e exímio e afinadíssimo assoviador. Porque eu o chamei para assoviar? “Foi por acaso, eu precisava de um apito ou algo assim e eu pedi aos músicos que trabalham comigo, quem era capaz de assobiar bem. Ouvi outros que gostei menos e ouvindo ele, senti que ele tinha mais coragem.


RAI (Itália), 1964 gravando com "I Cantori Moderni" da esquerda para a direita: Adele Fiorucci, Giulia Alessandroni, ? , Gianna Spagnulo, Fiorella Cosacchi, Edda Del'Orso, Alessandroni, Gioieni, Renato Orioli, Ettore Lovecchio (Raoul)

Alessandroni se aproximou da música quando ele ainda era um menino. Na época, ele vivia com a mãe na província de Viterbo. Ele tem 11 anos e ouvia insistentemente, sempre que podia, música clássica. Ele começou a tocar guitarra com a ajuda de um amigo. O lugar era simples.

Ele disse uma vez em uma entrevista para o blog Planeta Hexacord: "Comecei na barbearia, porque em cidades pequenas é um ponto de referência: haviam os instrumentos, a guitarra, o bandolim e músicos populares.” Aprendi muito neste ambiente. Enquanto ele estava frequentando o último ano do ensino médio, ele formou sua primeira banda, com quem ele se apresentava em salões e locais de dança. Rápido para aprender, em pouco tempo se torna experiente em vários instrumentos, que alternava durante os shows.

Um adolescente já capaz de tocar guitarra, o piano, o acordeão, saxofone, flauta, bandolim e a citara, um dos primeiros italianos a tentar tocar neste instrumento de cordas muito complexo. Obteve seu diploma no Conservatório em Roma, conseguiu um emprego na empresa de produção cinematográfica Fonolux.

Lá ele conhece o grande maestro Nino Rota, e que agora com 14 anos, já o que em sua orquestra. Então veio o assovio. Foi quase por acidente. Alessandroni, em algum momento, quando os músicos de Rota descansam e brincam ele se punha a assoviar. O seu assovio aos poucos passava a ser conhecido pelos membros da orquestra. Usou também em sua carreira o pseudônimo de Ron Alexander em eventuais trabalhos.

Em Roma com Ennio Morricone em um encontro em 26 setembro de 2015.
Fonte Facebook: Alessandro Alessandroni - Official
Foto: M.Courtney-Clarke
 
Em 1962 ele fundou o Octeto “I Cantori Moderni di Alessandroni”, uma formação que veio após o seu grupo anterior, o “Quarteto Caravelas”. Com ele, a banda é formada por soprano Edda Dell'Orso, Augustus Jardim, Franco cossacos, Nino Dei, Enzo Gioieni, Gianna Spagnuolo e [La Resa Dei Conti (vocal)], não menos importante, sua esposa Julia De Mutiis e que podemos ver em muitos créditos de filmes das décadas de sessenta e setenta.

Esta formação está creditada em dezenas de filmes Westerns e tantos outros com seus temas inesquecíveis. A colaboração é mais importante, de longa duração e ligados por uma sincera estima Alessandroni permaneceu até seus últimos dias ligado a Morricone.

O nome de Alessandroni tornou-se adorado por músicos e fãs de todo o mundo por suas criações populares e para o cinema deixando um legado cultural neste seguimento, Influenciando muitos artistas pelo mundo com estilo musical criativo tal qual a Ennio morricone, Bruno Nicolai, Stelvio Cipriani, e especialmente à músicos de estúdio.
ALESSANDRO ALESSANDRONI "R.I.P."

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