Hundra - A Mulher Guerreira - Brasil
Hundra - Espanha, USA
Warrior Queen - Alemanha
Hundra Barbaarikuningatar - Finlândia
Χάντρα, ο θηλυκός εκδικητής! - Grécia
Hundra l'ultima amazzone - Itália
Hubdra La Regina di Fuoco - Itália
Hundra: Barbarkvinnen - Noruega
Hundra barbarkvinnan - Suécia
Produção: 23 de Julho de 1983, Espanha e USA
Direção: Matt Cimber
Escrito: John F. Goff e Matt Cimber
Duração: 95 minutos
Fotografia: John Cabrera
Música: Ennio Morricone
Edição: Claudio M. Cutri)
Locações: Tabernas, Almería, Andalucía, Espanha
Co Produção: Continental Movie Productions, S.T.A.E. Productions
Elenco:
Laurene Landon - Hundra
Cihangir Gaffari (John Ghaffari) -
Rei Nepakin
María Casal
- Tracima
Ramiro Oliveros
- Pateray
Luis Lorenzo
- Rothrar
Tamara -
Chrysula
Victor Gans
- Landrazza
Cristina
Torres - Shandrom
Bettina
Brenner - Mãe de Hundra
Fernando
Bilbao - Torente
Jorge Bosso
- Gordozo
Fernando
Martínez - Chefe do povoado
Frank Braña
- Líder escravocrata
Eduardo
Fajardo - Líder escravocrata
Alito
Rodgers - Líder escravocrata
Román
Ariznavarreta - Líder escravocrata
Kunio
Kobayashi - Líder escravocrata
Guillermo
Antón - Líder escravocrata
Não é um Western, mas é um filme que merece uma atenção especial aos amantes do cinema dos anos 80 por ser bem cultuado entre fãs do mundo inteiro.
É um filme épico fantasia em que uma mulher nascida em uma tribo de ferozes mulheres guerreiras, [também conhecidas como "Amazonas", Hundra (Laurene Landon) foi criada para desprezar a influência dos homens.
Com um arco e flecha, sua espada e outras armas e truques, ela é superior a qualquer homem.
Aconselhada pelos líderes da aldeia, ela deve procurar um homem para acasalar, ter filhos e fazer a sua parte para preservar a sua espécie viva.
Ela odeia homens: "Eu prefiro a sensação de um cavalo entre as minhas pernas do que a de porcos". Aqui é um "Conan Feminino", um épico de espada e feitiçaria de 1983 com muita ação e erotismo.
Ao retornar após um caça de alimentos, Hundra encontra sua aldeia aniquilada por bárbaros nômades escravocratas.
Escravizam principalmente mulheres para seus serviços e desejos sexuais.
Confusa, apenas com seu cão como companhia vagando pelo, Hundra visita "Chrysula" uma sábia anciã descendente de seu povo que vive em um templo distante e isolado.
Esta mulher revela que ela está predestinada a reconstruir sua tribo. Hundra será capaz de cumprir o seu destino e deve encontrar um companheiro, mas para isso ela deverá aprender a se comportar como uma mulher, infiltrar-se entre os poderosos, antes de se tornar submissa e escrava para ao final executar sua vingança contra o Rei Napatkin (John Ghaffari) e acabar com seu reinado de tortura e escravidão.
Este gênero Épico de Fantasia ressurgiu nos anos 80, depois que filmes como "Fúria de Titãs (1981)" e "Conan, o Bárbaro (1982)" se tornaram sucessos de bilheteria. Portanto, é natural que outros surgissem na onda de sucesso desses filmes.
Matt Cimber é um diretor que explora bem esse segmento e mostra isso em Hundra.
Já no início, o filme rapidamente salta para uma batalha sangrenta que define o enredo para o resto da aventura.
Essa cena de ação é uma cópia perfeita de Conan, o Bárbaro, mas bem elaborada.
A ação às vezes é sangrenta e desoladora e muitas cabeças vão rolando na trajetória de Hundra.
A atriz Lauren Landon faz um trabalho admirável interpretando Hundra, a mulher guerreira.
Ela parece confortável e convincente em todas as suas cenas de ação e é isso que realmente vende o personagem e a história que está sendo contada. Já o elenco um pouco tímido, mas fomentam a trama.
Um personagem feminino forte que mesmo sozinha sabe se manter viva em meio ao caos e a barbaridade de
seu próprio tempo, enquanto guerreira.
Alta, impressionante, atleticamente imponente e também belíssima, Landon impressiona bastante ao público quando está girando sua espada de batalha assim com fez Schwarzenegger.
Mais tarde, outras heroínas semelhantes como "Red Sonja" e "Zena, a Princesa Guerreira", surgiriam graças a Hundra que abriu o caminho para elas.
Tabernas, Almería, Andalucía, na Espanha foram os locais para as
locações e que apesar do baixo orçamento, escolhiam essas planícies para
causar a impressão de grandiosidade e que geralmente eram bem sucedidos
na ideia.
Sabe-se que o produtor John F. Goff, em 1983 comprou uma boa parte do
figurino de “Conan, o Bárbaro” do cineasta Dino De Laurentis para a realização deste.
Hundra é um filme divertido, agradável, repleto de ação, carnificina, e a
diferença aqui entre "Conan, o Bábaro",
E Hundra é que o Deus adorado aqui é o Touro e não a Serpente.
Laurene Landon também esteve protagonizando a índia loira no Espaghetti
Western "A Guerreira de Indiana Jones" (1984), também dirigido por Matt Cimber.
A música de Ennio Morricone aqui mais uma vez surpreende dando um pouco
mais de requinte e brilho a obra.
Elaborei uma subtitle/legenda STR nos idiomas português e tcheco para a
versão com áudio italiano disponível no Youtube com 25 fmp que
disponibilizo para download para os leitores e seguidores deste blog.
Track List 1 Chase 2:19 2 Love Theme 3:17 3 Hundra's War Theme 2:02 4 The Magical Change 1:38 5 Slaughter In The Village 6:58 6 Chrysula, The Wise One 1:44 7 By The Sea 1:00 8 The Wild Bunch 0:46 9 You're Free 1:29 10 The Love Temple 0:55 11 Bow To The Bull 0:51 12 Hundra's Return 2:34 13 The Defeat 1:25 14 A Funny Man 2:59 15 Hundra's Revenge 5:14
Morreu em 24 de março de 2017 em em Miami o mítico ator e escritor cubano Tomas Milian aos 84 anos de idade e que atuou em filmes com alguns dos maiores diretores italianos, foi um dos ícones dos filmes policias e Western italiano.
Tomas Milian, um ator americano nascido em Cuba; Romano por adoção, foi treinado nos Actors Studio.
Apareceu em algumas das peças na Broadway, bem como em um show de Jean Cocteau em Spoleto.
Mauro Bolognini o notou e foi o ponto de partida de uma rica carreira cinematográfica na Itália onde
atuou em todos os gêneros em destaque na época.
Ele interpretou um psicopata louco em "Bounty Killer", O Pistoleiro Mercenário (Brasil 1966), um papel que ele melhoraria e diversificaria em uma impressionante galeria de assassinos neuróticos e sádicos, primeiro nos "Espaghetti Westerns" com o diretor Sergio Corbucci, e depois em ação violenta e thrillers policiais (muitos deles dirigidos por Umberto Lenzi).
No Brasil filmou “Rebelião dos Brutos”, [O Cangaceiro (Brasil 1970)] também conhecido como “Viva Cangaceiro” em que interpreta Expedito, um único sobrevivente de um massacre à sua vila por soldados e que em seguida recruta voluntários para montar o seu exército de cangaceiros para sua luta e vingança. Um grande elenco veio ao Brasil para este filme como Eduardo Fajardo [ Major Jackon de Django (Barsil 1966(] e Leo Anchóriz.
Seus filmes evoluíram gradualmente em comédias de ação, interpretando personagens recorrentes do ladrão "Er Monnezza" e o Inspetor Nico Giraldi [este último originalmente baseado no personagem principal de Serpico (1973)], dois personagens tipicamente romanos que gozavam de grande opularidade nos anos 70 e 80.
Nascido em Havana, Cuba, em 03 de Março de 1933, Tomás Quintín Rodríguez Milián, ficou conhecido no cinema como Tomas Milian. Para os fãs do Espaguetti Western se eternizaria com "Manuel 'Cuchillo' Sanchez", o Faca.
Fez um único filme com Bud Spencer "Cão e Gato", em que o ator cubano sempre mencionava na honra que teve em trabalhar junto com ele e que gostou muito em fazê-lo, pois era uma de suas inspirações.
A morte foi causada por um acidente vascular cerebral. O ator foi encontrado morto em sua casa em Miami.
Sua amiga Monica Cattaneo relatou a imprensa: "Na semana passada, na última vez em que nos falamos, ele me pediu para levá-lo de volta a Roma porque tinha decidido que queria viver lá os últimos anos de sua vida e morrer naquela cidade.”
“Ele tinha visitado pela última vez quando fora premiado no Festival de Cinema de Roma".
Parece que ele queria ser cremado. Deixou um filho, Thomas, que vive em Nova York.
Sua esposa faleceu em 2012.
Participou e eternizou-se no clássico Espaghetti "O Dia da Desforra" [Brasil (1966)] "La Resa Dei Conti" ao lado de Lee Van Cleef e Walter Barnes interpretando um pobre peão mexicano acusado injustamente de assassinato de um jovem mexicana.
Um filme com uma trilha sonora fantástica e surreal criada por Ennio Morricone para este Western com temática política.
Em seguida estaria ainda com seus cabelos longos em "Quando os Brutos se Defrontam" [Brasil (1967)] "Faccia a Faccia" como “Solomon 'Beauregard' Bennet” ao lado do grande ator Gian Maria Volontè, ambos também dirigidos aqui por Sergio Sollima.
Muitos outros vieram para o deleite dos fãs deste seguimento, fazendo com que sua popularidade aumentasse cada vez mais e ainda hoje é um dos mais cultuados artistas de sua época inspirando muitas outras gerações de novos atores.
Teve creditados em sua extensa carreira, 120 trabalhos nos diferentes seguimentos como ator, escritor, sonorização, edição dentre outras atividades que puderam registrar o seu potencial artístico e que podem ser conhecidos mais detalhadamente em: http://www.imdb.com/name/nm0587401/?ref_=fn_nm_nm_2
FILMOGRAFIA WESTERN
1. Jeito de Cowboy (1994) EUA
2. Os Quatro do Apocalipse (1975)
3. O Dia da Desforra (1966)
4. Companheiros (1970)
5. O Pistoleiro das Balas de Ouro (Matar para Viver e Viver
para Matar) (1967)
6. Corre Homem, Corre (1968)
7. Tepepa (1969)
8. O Último Samurai do Oeste (1975)
9. Quando os Brutos se Defrontam (1967)
10. Bounty Killer, O Pistoleiro Mercenário (1966)
11. Sonny & Jed (O Bando J & S) (1972)
12. Meu Nome é Providence - Caçador de Recompensas (1972)
13. Um Minuto para Rezar, Um Segundo para Morrer (1968)
Morre o compositor, maestro, arranjador e multi instrumentista Alessandro Alessandroni na cidade de Roma, domingo dia 26 de março de 2017.
Nascido em roma, em 18 de março de 1925 faleceu ao acabar de completar 92 anos de idade.
O anúncio foi feito na sua página oficial do Facebook:
"É com grande tristeza que informo o desaparecimento ontem do mestre Alessandro Alessandroni, nascido em Roma em 18 de Março de 1925, compositor, multi-instrumentista, arranjador e diretor regente de Corais.
O serviço memorial póstumo será na casa Namíbia com música e músicos dirigido por seu filho Alex Jr. Alessandroni.”
O mundo da música e do cinema está de luto pela partida do famoso musicionista Alessandro Alessandroni.
O mais famoso assobiador da história do cinema. Ele foi um dos maiores compositores do nosso tempo e trabalhou com alguns dos maiores nomes da indústria cinematográfica como Ennio Morricone e Sergio Leone.
No filmes Espaghetti Western assinou obras-primas como "Por um Punhado de Dólares", "O Bom, o Mau e o Feio" e "Por uns Dólares a Mais", conhecidos como a trilogia de Leone-Morricone.
Viveu em Roma e sua carreira começou quando ele tinha apenas 13 anos. O apelido de Grande Assoviador foi dado por Federico Fellinieli.
Viveu sua carreira musical ativamente até os últimos anos de sua vida, um dos últimos trabalhos foi a colaboração com “Baustelle” para o disco "Amém".
Nos anos 60, foi convidado para trabalhar com os maiores compositores italianos da época, Piero Umiliani, para o qual cantou junto com sua esposa Giulia em Mah-na Mah-na, e o “Inferno Paraíso” de Louis Scattini (1968) com o professor e maestro Armando Trovaioli.
Nos anos setenta trabalha para a ARC da RCA, um rótulo dedicado à canção italiana mais joveme popular, entre elas “Mundo Exótico”, e participou de uma coleção de discos-públicos na qual colaborou com doze canções para a edição de a Canzonissima de 1969.”
Ennio Morricone disse em entrevista a um jornal: Por telefone eu disse a ele: Sandro, desce um momento, aqui na sala, você precisa dar uma assoviadinha para mim.
Um assoviadinha, foi o que eu disse e nada mais, mas pensar sobre o que aconteceu depois. Quando vi o filme, eu admiti que ninguém pensou que o resultado fosse ser aquele e em vez disso aquele assovio realmente mudou tudo.
Alessandro Alessandroni, o mestre além dos filmes de Leone, teve participações emblemáticas com outros parceiros e foi um grande profissional.
Morricone também disse que ele tocava muito bem a guitarra, era excelente em dirigir corais e exímio e afinadíssimo assoviador.
Porque eu o chamei para assoviar? “Foi por acaso, eu precisava de um apito ou algo assim e eu pedi aos músicos que trabalham comigo, quem era capaz de assobiar bem. Ouvi outros que gostei menos e ouvindo ele, senti que ele tinha mais coragem.
RAI (Itália), 1964 gravando com "I Cantori Moderni" da esquerda para a direita: Adele Fiorucci, Giulia Alessandroni, ? , Gianna Spagnulo, Fiorella
Cosacchi, Edda Del'Orso, Alessandroni, Gioieni, Renato Orioli, Ettore Lovecchio
(Raoul)
Alessandroni se aproximou da música quando ele ainda era um menino. Na época, ele vivia com a mãe na província de Viterbo. Ele tem 11 anos e ouvia insistentemente, sempre que podia, música clássica.
Ele começou a tocar guitarra com a ajuda de um amigo. O lugar era simples.
Ele disse uma vez em uma entrevista para o blog Planeta Hexacord: "Comecei na barbearia, porque em cidades pequenas é um ponto de referência: haviam os instrumentos, a guitarra, o bandolim e músicos populares.”
Aprendi muito neste ambiente. Enquanto ele estava frequentando o último ano do ensino médio, ele formou sua primeira banda, com quem ele se apresentava em salões e locais de dança. Rápido para aprender, em pouco tempo se torna experiente em vários instrumentos, que alternava durante os shows.
Um adolescente já capaz de tocar guitarra, o piano, o acordeão, saxofone, flauta, bandolim e a citara, um dos primeiros italianos a tentar tocar neste instrumento de cordas muito complexo.
Obteve seu diploma no Conservatório em Roma, conseguiu um emprego na empresa de produção cinematográfica Fonolux.
Lá ele conhece o grande maestro Nino Rota, e que agora com 14 anos, já o que em sua orquestra.
Então veio o assovio. Foi quase por acidente.
Alessandroni, em algum momento, quando os músicos de Rota descansam e brincam ele se punha a assoviar. O seu assovio aos poucos passava a ser conhecido pelos membros da orquestra.
Usou também em sua carreira o pseudônimo de Ron Alexander em eventuais trabalhos.
Em Roma com Ennio Morricone em um encontro em 26 setembro de 2015.
Fonte Facebook: Alessandro Alessandroni - Official
Foto: M.Courtney-Clarke
Em 1962 ele fundou o Octeto “I Cantori Moderni di Alessandroni”, uma formação que veio após o seu grupo anterior, o “Quarteto Caravelas”. Com ele, a banda é formada por soprano Edda Dell'Orso, Augustus Jardim, Franco cossacos, Nino Dei, Enzo Gioieni, Gianna Spagnuolo e [La Resa Dei Conti (vocal)], não menos importante, sua esposa Julia De Mutiis e que podemos ver em muitos créditos de filmes das décadas de sessenta e setenta.
Esta formação está creditada em dezenas de filmes Westerns e tantos outros com seus temas inesquecíveis.
A colaboração é mais importante, de longa duração e ligados por uma sincera estima Alessandroni permaneceu até seus últimos dias ligado a Morricone.
O nome de Alessandroni tornou-se adorado por músicos e fãs de todo o mundo por suas criações populares e para o cinema deixando um legado cultural neste seguimento, Influenciando muitos artistas pelo mundo com
estilo musical criativo tal qual a Ennio morricone, Bruno Nicolai, Stelvio Cipriani, e especialmente à músicos de estúdio.
ALESSANDRO ALESSANDRONI "R.I.P."
For a Few Dollars More - USA
Por Uns Dólares a Mais - Brasil
Música de Ennio Morricone (1965)
Conduzida por Maurice Renet & his Orchestra
Versão Original Italiana
Don Benito Rocho [Rojo] ..... mi state ascoltando vero?
So che vi serve gente .. bè io sono disponibile
ma badate prima di accettare
(cúspide) costo caro!!!!
Português
Don Benito Rocho [Rojo]..... Eu estive ouvindo isso?
Então você precisa de pessoas .. Bem, eu estou disponível
mas tome cuidado antes de aceitar
(cuspida) custo caro!
English
Don Benito Rocho [Rojo] ..... I been listening to it?
So you need people .. Well I'm available
but take care before accepting
(spat) is expensive!!
Colaboração de: www.dentrodabota.blogspot.com (Itália)