O Filho do Sheik - Brasil O Sheik Negro - Brasil Il figlio dello sceicco- Itália La brigada del desierto -
Argentina De Zoon van de Sjeik Komt Terug -
Bélgica Le Retour du Fils du Sheik -
França/Bélgica/Canadá Der Scheich mit der schwarzen Maske - Alemanha Aavikkoleijonan kosto - finlândia O gyios tou seihi - Grécia Egipto en llamas - México El hijo del caíd - Espanha Hämnaren från öknen - Suécia Kara Şeyhin İntikamı - Turquia Kerim, Son of the Sheik - USA Der Sohn des Scheichs - Alemanha
Produção: Itália/França, 29 de
junho de 1962 Direção: Mario Costa Escrito: Nino Stresa Música: Francesco De Masi Edição: Antonietta Zita
Elenco: Gordon Scott: Kerim Cristina Gaioni: Fawzia Moira Orfei: Zahira Alberto Farnese: Emir Omar Jany Clair: Mulher na prisão Maria Grazia Spina: Laila Nando Tamberlani: Mansur Luciano Benetti: Principe Ahmed Gordon Mitchell: Yussuf Nando Angelini: Akim Lulla Selli: Selima Manlio Busoni: Narrador E com Maryam Fakhruddin, Ahmed Louxor, Abdel
Moneim Saudi, Farid Shawqi, Mohammed Sultan.
A muito tempo atrás no oriente
médio por volta de 1860, Khedive era o Governador Soberano no Egito que
governava a região.
Por muito tempo, uma província remota de seu governo estava sob o domínio de um administrador; o
cruel Emir Omar (Alberto Farnese).
Seu plano era se apoderar de
todas as terras às margens do Egito e se tornar o futuro Khedive [Governador Geral] e ficar com todas as
riquezas saqueadas das províncias sob seu domínio por seu grande exército
soldados.
Cada ato de intolerância ou sinal
de rebelião era punido com a morte.
Havia um respeitado beduíno Kerim (Gordon Scott) e sua tribo também sofrera retaliação implacável do tirano Omar, o qual raptara sua irmã Laila (Maria Grazia Spina) e a matou em seu castelo.
Kerim com sua força de vontade de vingança consegue a muito custo reunir as tribos da
região para dar fim à tirania do Emir Omar.
Sua popularidade aumenta por suas conquistas e saques às riquezas do tirano Omar a tal
ponto que fica conhecido no Egito como o Sheik Negro.
https://youtu.be/raRXCM0fcSI?si=OcdXf0BBgrOuvZB2
Trailer áudio Inglês
Uma bela aventura épica com gostinho das matinês de cinema a qual estou disponibilizando aos seguidores deste blog uma subtitle/legenda no idioma português no formato SRT [25fps] para uma versão deste filme com áudio em Espanhol.
E com Thelma Anderson, Vittorio
Manfrino, Loredana Giustini, Mirella Pamphili, Remo De Angelis e Claudia Gravy.
Johnny Donald, um cínico sedutor de mulheres, descobre que ele é na verdade o filho de Don Diego Tenório, um rico fazendeiro mexicano. Acompanhado por seu fiel servo Morenillo, ele viaja para o sul em busca de vingança e riquezas, mas consegue deflorar e fazer uma infinidade de inimigos ao longo do caminho até que ele finalmente encontra seu fim nas mãos de um caçador de mórmons e debaixo de uma estátua de pedra de um santo.
Durante a epidemia do Espaghetti Western na década de 60 que começava invadir o mundo, a literatura fez parte em vários episódios trazendo os contos de Shakeaspeare à Hamlet.
Essas histórias clássicas forneceram inspiração aos roteiros e aos dramas trazendo os seus heróis às pradarias do oeste selvagem.
Neste filme podemos presenciar um Don Juan, anti-herói por excelência posando com suas pistolas com o codinome de John, o Bastardo.
Don Juan tornou-se um personagem assim como Casanova e sua história foi contada e recontada por gerações. John, O Bastardo foi inspirado nesse personagem.
Nesta adaptação do diretor Crispino para o Velho Oeste, Juan (John Richardson), aqui no caso John, teve um passado sofrido, o que lhe fornece uma fonte para a amargura que ele sente em relação à sociedade e tem seus motivos de vingança.
Um bastardo em que ambos os sentidos da palavra, verifica-se que John é o filho ilegítimo de Don Diego Tenorio (Claudio Gora), um rico fazendeiro mexicano e ele começa uma jornada ao sul da fronteira com a intenção de usurpar seu meio-irmão Francisco (Claudio Camaso) e tomar posse de sua herança.
Ao longo do caminho, ele envolve-se com mórmons,
e com um caçador assassino de Mormóns contratado do governo Danite (Gordon Mitchell). Perseguindo mórmons geralmente se comporta de forma arrogante e abominável.
O confronto final entre John e Danite é inevitável se bem que uma estátua de pedra é a peça central para o desfecho
da história.
John il Bastardo sofre de um grande problema. Seu caráter central é desprovido de qualidades redentoras, é arrogante e cruel, parecendo estar buscando a si mesmo e com uma cruz enorme para carregar em virtude de sua infância angustiada.
Se o diretor Crispino tivesse tornado John um pouco mais simpático e suas ações apenas um pouco menos desprezíveis, um equilíbrio melhor poderia ter sido atingido e todo o filme poderia ter funcionado de forma mais satisfatória e leve.
Um dos motivos usados pelo
diretor é que as "vítimas" de John realmente eram de alguma forma tão culpadas quanto ele ou eram mais hipócritas quanto ao comportamento dele.
Isso permite que a amoralidade aberta de John pareça quase honesta e possivelmente Papai Buck e seu clã, são simplesmente vítimas que são usadas e traídas.
Apesar de tudo, o filme apresenta destaques, entre os quais o desempenho de Glauco Onorato como o fiel servo de John, mesmo estúpido, Morenillo.
A atriz Martine Beswick, era ex miss Jamaica e foi protagonista feminina em dois filmes da série James Bond dos de los primeros títulos de la serie: “Moscou contra 007” [1963] e “007 contra a Chantagem Atômica” [1965] ambos com o primeiro 007 Sean Connery.
Ela também funciona bem aqui, no retrato de Dona Antonia, a esposa mexicana infiel do irmão Francisco de John, com uma mistura aceitável de distância gelada e paixão reprimida enquanto Claudio Camaso é o irmão sádico e com fome de poder com toda a infelicidade necessária.
Sua falta de desculpa parece apropriada aqui em contraste com a de seu irmão protagonista.
Finalmente, o travestido de preto, Gordon Mitchell, o anjo vingador vale por sua presença solitária, embora teria sido bom vê-lo mais vezes neste filme do que as duas únicas memoráveis aparições.
Há também um grupo de assassinos muito parecidos com mascarados da Ku Klux Klan que também caçam os mórmons.
O motivo da caça aos mórmons nesta época é pelo motivo dos homens que podem ter quantas mulheres puderem e o governo proibia esse costume.
É um filme marcado pelas oportunidades perdidas em fazer dele um clássico do cult no seguimento. A adaptação poderia ter sido estudada e elaborada com mais capricho e talvez pela inexperiência de Crispino como diretor, o tenha prejudicado.
Foi o seu primeiro filme como diretor e os erros cometidos poderiam ter sido evitados.
A ambiguidade moral e as ações mercenárias não são meramente aceitáveis, mas são calorosamente apreciadas, e a história consegue ir longe.
John, O Bastardo no geral, é um filme que merece ser visto como curiosidade histórica no seguimento Espaghetti para você concluir que definitivamente teria como ter sido melhor.
Existem várias versões em vídeo, VHS e DVD disponíveis com áudio em inglês, espanhol e italiano e uma subtitulada no idioma grego.
A qualidade da imagem delas não é excelente e isso também contribui para que o resultado final de Crispino seja responsabilizado por isso.
A edição também compromete o ritmo, com cortes bruscos que chega a surpreender olhando na tela.
Muitas cenas não evoluem e John permanece muito tempo na tela com mulheres, mas os últimos 25 minutos, já tardiamente parecem compensar o início.
A presença do personagem de Gordon Mitchell e o final do filme são mesmo marcantes e apesar da história ter sido escrita e dirigida por dois especialistas no gênero terror: Armando Crispino e Romano Scavolini, respectivamente conseguem obter algum resultado em seu primeiro Espaghetti.
Particularmente não sou exigente com a qualidade da imagem nestes filmes, especialmente quando se trata do Espaghetti Western que foram produzidos com baixo orçamento e isso prejudicava muito a qualidade da película usada e este aqui não foi diferente.
É um filme bom para os fãs mais assíduos, estudiosos e críticos do gênero que também conta uma bela trilha sonora elaborada por Nico Fidenco em parceria com Gianni Dell'Orso com uma bela versão vocal a qual você só encontrará a letra dela neste blog com exclusividade.
As versões disponíveis na Web e são todos a mesma cópias da TV italiana: